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sexta-feira, 14 de junho de 2013

EM COMUNHÃO COM OS CIGANOS...


Em Comunhão com os Ciganos

No momento em que um cigano ou cigana se aproxima de nós, seja diretamente ou por intermédio de terceiros, devemos saber “escutá-los” e usarmos o bom senso para seguirmos seus conselhos sem nos perdermos pelo excesso de entusiasmo. Tenho presenciado alguns equívocos - acredito serem advindos tanto da boa vontade como da euforia instantânea, que poderiam ser evitados caso déssemos mais atenção ao detalhes que não necessitam serem ditos.

Exemplos

Quando um cigano(a) solicita que um indivíduo use um anel bem bonito e vistoso, e ainda dá dicas sobre a vibração que este anel vai alcançar, no entanto na hora de escolher o adorno adquiri-se três ou quatro deles; sejam iguais, parecidos ou completamente diferentes usando-os simultaneamente, a razão de ser “daquele anel” é anulada e automaticamente a energia é dispersada. Quantidade nunca garantiu qualidade!

Quando um cigano (a) indica um banho com determinadas ervas, esse banho tem um motivo de ser, tem uma causa e tem um efeito. Mas se logo após este banho de ervas um outro banho é tomado, mesmo que seja com componentes iguais, parecidos ou completamente diferentes, a energia anterior é cortada para ceder passagem à nova vibração. É uma questão de lógica passarmos certo tempo sentido a magia da indicação fornecida sem mexermos no que está elevado!

Quando um cigano (a) deseja receber maçãs, pêras, pães-doces em uma bela cestinha toda enfeitada, e ao fazer a oferenda são acrescentadas uvas, pêssegos e outras iguarias para tentar agradá-lo(a), corre-se o risco de descontentar o cigano(a) em questão e encantamento vai à míngua. O ideal é usar a sabedoria!

Quando um cigano (a) solicita uma rosa amarela e uma rosa vermelha para serem ofertadas em um altar, no dia também fornecido por ele(a), e na hora são entregues entusiasmadamente seis belas rosas, sendo metade de cada cor pedida, as rosas restantes desviam a atenção “daquela duas importantes rosas” e quebra-se o encanto. È aconselhável procurar a medida correta!


Precisamos estar em perfeita comunhão com os Ciganos que nos assitem ao fazermos qualquer ritual, pois, por mais simples que pareça ser, tem um todo fundamento por trás das dicas e solicitações, e ele(a) pode no virar às costas devido nossos deslizes entusiastas.


Autoria de Valéria Fernandes