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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

LIMITES NA MEDIUNIDADE:




Mediunidade é coisa muito séria. Acho que com isso todo mundo concorda, e sinto que a maioria das pessoas tem medo de errar, quando convive com uma mediunidade consciente. Aliás valorizo muito a mediunidade responsável, em que o médium passa por suas provações, aprende com os mentores, e se questiona para entender se as intuições estão corretas.

Precisamos nesse caminho de muita luz, discernimento, e ao mesmo tempo de muita entrega, reverência e amor. Por que nem tudo é claro, e todos nós podemos errar, nos confundir, ou nos perder.
Foi num misto de surpresa, e busca de entendimento respeitoso que recebi Maria Padilha, uma entidade bem conhecida na umbanda, e cercada de controvérsias.







Desde que os contatos começaram recebi muitas mensagens de clientes, e amigos. Algumas de alegria, parabéns e gratidão, e outras tentando entender o que está acontecendo, e até saber se ela é do bem ou do mal.
Posso afirmar que eu sou do bem! (Risos) E acho que ela também.
Destesto amarrações. Sou totalmente a favor da liberdade, das pessoas conquistarem um destino mais feliz, e encontrarem forças em si mesmas.
Acho muito bacana receber passes, sei que ajuda muito no equilíbrio emocional. Gosto de conversar com os guias, de ouvir e sentir seus ensinamentos.Gosto também de vencer meus limites, e conseguir colocar em prática as coisas bacanas que aprendo com os queridos amigos do astral. E acredito em sintonia.

Acho que atraímos nossos guias, aprendemos com eles, e ouso dizer que eles também fazem seus experimentos conosco. Como bons amigos que são.
Há uma troca, e um crescimento em todos os mundos.
E foi compartilhando esse aprendizado que varias pessoas me mandaram mensagens. Como fez a querida Nathalia Lomba:





Veja o que ela diz:
"Querida Maria Silvia!
Sempre acompanho seus artigos e as canalizações dos mestres. Admiro e me identifico com sua pessoa e seu trabalho. Vejo um pouco de mim em vc (risos).
No dia em que ouvi a canalização de Maria Padilha, sonhei que eu encontrava você, e que me abraçava de um jeito muito especial, de uma maneira muito reconfortante, e cheia de energia e amor.
Ficamos nesse abraço por muito tempo. Eu acho que era ela, manifestada em você. Me senti muito bem, e há tempos não recebia um abraço espiritual tão consolador. Achei interessante e resolvi partilhar com vc essa experiência.
Um abraço"
* * *
Quanto carinho nessas palavras!
Algo que tenho sentido também na presença de Maria Padilha. Também me sinto abraçada e reconfortada.
Tenho tido tantas surpresas. Veja o que nos conta a Ligia Mattos:




"Comecei a ler sua publicação e me surpreendi em ver o nome de Maria Padilha. Frequentei um centro espirita em Santa Cruz do Rio Pardo interior de SP, viajava 300km todos os finais de semana para poder ajudar, e aprender com todos daquela casa, onde Maria Padilha também fazia parte. Ouvi suas histórias e a vi ajudando muitas pessoas.
O tempo passou e construí minha família e acabei me afastando de todos. Fiquei imensamente emocionada, e com muitas saudades desse ser que continua ajudando a todos nós encarnados. Obrigada por trazer noticias dela.
Que delícia saber que outras pessoas lembram dela tanto quanto eu.
Lembro-me de um dia que estávamos em poucos médiuns na casa, era um domingo e ela veio e começou as nos contar sobre sua vida terrena, seu desencarne, e como foi difícil do outro lado. Nunca vou me esquecer de suas palavras e como nós, encarnados aprisionamos, e retardamos a evolução espiritual dela..."
* * *
Achei muito interessante este depoimento, até por que a própria Maria Padilha tem nos falado exatamente da sua evolução e do quanto sofreu por amor. Coisa que nos aproxima ainda mais dela, por que entendemos o esse tipo de sofrimento, nos espelhamos em suas atitudes.
Assim, quando a amiga Wal Schuch expressou suas questões tive a oportunidade de também buscar um melhor entendimento. Veja:




" Oi! Preciso esclarecer uma dúvida. Trabalho há muitos anos com a Fraternidade Branca e estou percebendo entidades da Umbanda se aproximando para dar o seu auxílio. É possível que isto aconteça? Fraternidade Branca e Umbanda trabalhando em conjunto?"


* * *
Pois é essa aproximação que se refere a amiga Wal, que está acontecendo. Na verdade nunca houve um afastamento. Sempre acreditei nos guias, nas entidades que a umbanda, e outras religiões cultuam. Sempre entendi que o mundo espiritual é imenso, feito de energias.
Ao longo de tantos anos estudando mediunidade, mitologia, religiões antigas, hinduísmo percebo que todas as religiões convergem para o caminho do amor, cada um com seu sistema de crenças, hábitos regionais, e leituras do mundo sutil, e das energias planetárias.
Vejo que talvez pela necessidade do momento é hora de se abrir ainda mais as fronteiras daquilo que conhecemos e aceitamos.
Sinto os mestres ainda mais fraternos. E se a sua religião é a prática do bem, a dedicação a uma expansão da sua consciência siga em frente, e vamos na luz!
E você o que pensa disso tudo?
Deixe sua opinião. É importante compartilhar, pois as vezes um pensamento seu, e até uma dúvida pode ajudar alguém.
Um beijo da MS

Postado por Maria Silvia P Orlovas