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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

SAIBA MAIS SOBRE HALLOWEEN: COMIDAS, FANTASIAS E SÍMBOLOS...




Então nada mais lógico que um post sobre...
E nesse post tem comidinhas, fantasias, simbolos, etc...!
Sei que aqui no Brasil não costumamos comemorar, mais tem sempre umas festinhas, tanto pra ir,quanto pra fazer!

Prá começar...Sabe a famosa frase doces ou travessura?
Pois é, Sakas essas comidinhas....













FANTASIAS

Uma das características principais do Halloween são as fantasias, durante a comemoração adultos e crianças se fantasiam e saem às ruas para pedir doces. Veja a seguir a lista com as fantasias mais requisitadas para a data:

- Bruxa;
- Capetinha;
- Mortícia (Família Adams);
- Mago;
- Osama Bin Laden;
- Vampiro;
- Múmia;
- Cleópatra;
- Caveira;
- Princesas (Bela Adormecida, Branca de Neve, Cinderela, etc.);
- Animais;
- Superman;
- Mulher Maravilha;
- Mulher Gato;
- Homem Aranha.

Algumas dessas fantasias são tradicionais, outras estão mais ligadas aos acontecimentos atuais como, por exemplo, a fantasia do Bin Laden que está ligado aos ataques terrorista contra os Estados Unidos em 2001. A tendência é que todo ano tenha sempre novidades relacionadas às fantasias, mas sem deixar de lado as tradicionais.











SIMBOLOS DO HALLOWEEN

O halloween é um tipo de celebração pagã dos antigos povos celtas que viveram no território que compreende a Inglaterra, França e Alemanha. Primeiramente foi chamado de All Hallow’s Even (noite que antecede o dia de todos os santos) e posteriormente reduzido para Halloween. Os símbolos presentes nesta comemoração são:



Bruxas: são as principais simbologias dessa festa. As histórias contam que as bruxas participavam de festas realizadas pelo diabo, que normalmente eram realizadas em 30 de abril e 31 de outubro. Tal crença chegou aos Estados Unidos por seus colonizadores e a partir daí se espalhou por todo o mundo, tomando várias formas diferentes.



Abóboras e velas: as abóboras simbolizam fertilidade e sabedoria, enquanto as velas servem para iluminar o caminho dos espíritos. Conta a lenda que a prática de cortar a abóbora e colocar uma vela acesa dentro dela surgiu da estória de Jack, homem que gostava muito de beber e que se encontrou com o diabo no dia em que bebeu em demasia. Esperto, aprisionou o diabo em vários locais até o dia em que, de tanto beber, morreu. Sua entrada no céu foi negada e no inferno também, já que humilhava o diabo em vida. A partir daí a alma de Jack passou a perambular pelo mundo. As abóboras iluminadas então passaram a ser utilizadas por Jack para fugir da escuridão e iluminar seu caminho.



Gato Preto: é um símbolo ligado às bruxas, pois elas conseguem se transformar em gatos. Outras superstições acerca dos gatos são que esses são fontes de azar e que também são espíritos de pessoas mortas.



Travessuras ou gostosuras: é uma brincadeira existente desde o século IX. Neste período as pessoas faziam os “bolos das almas” com massa simples e cobertura de groselha para entregar às crianças que, devidamente fantasiadas, batiam de porta em porta para pedir os bolos. Em troca de cada pedaço de bolo, a criança se comprometia a rezar pela alma de um parente de quem lhe ofereceu.



Vassoura: é um símbolo do poder feminino em limpar tudo aquilo que traz consequências negativas para a vida, como eletricidade e pensamentos negativos.



Morcego: simboliza a visão que ultrapassa as aparências e consegue ver o íntimo das pessoas.



Maçã: fruta associada aos deuses do amor, é utilizada na festa como símbolo de vida.

As cores mais usadas na festa de halloween também possuem significados que fazem a diferença na noite dos santos:

*Laranja: cor que traz vitalidade, energia e força. Acreditam que os espíritos se aproximavam dos que estavam de laranja para lhe sugar as energias.
*Preto: cor predominante dos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes do mestre das trevas.
*Roxo: simboliza a magia presente em toda a comemoração de halloween.

HALLOWEEN NO BRASIL

A inovação das festas de Halloween no Brasil
O halloween no Brasil é chamado de Dia das Bruxas. Sua celebração acontece no dia 31 de outubro, dia que antecede o dia dos finados. Acredita-se que na passagem dessa noite, as almas saem de seus túmulos e partem pelas ruas amedrontando todos aqueles que estão por perto.

O dia das bruxas se infiltrou em nossas comemorações de forma tímida, pois o Brasil, país que celebra as coisas boas da vida, não se vê em meio a festividade à mortos. Apesar de sua pequena influência, pode ser vista em escolas, clubes, casas noturnas e shoppings centers de várias cidades, mas como dito anteriormente, não adquire força expressiva já que nem o folclore local é efetivamente comemorado. Muitos nacionalistas dão créditos a influência do imperialismo cultural americano à vinda do halloween, porém alguns brasileiros localizados em São Luiz do Paraitinga cidade paulista, decretou o dia 31 de outubro como o dia oficial do Saci Pererê em protesto à inclusão do Halloween. A maioria das manifestações critica a posição dos brasileiros em importar a cultura americana já que o país tem grande diversidade folclórica que não é aproveitada e comemorada.

Apesar de todo o esforço da imprensa em destacar essa festividade norte-americana, os brasileiros não costumam se apegar à festa. É na maioria das vezes comemorada pela elite, pessoas que vivem apenas do que é estrangeiro e por poucas pessoas das classes médias e baixas dão considerações à noite do halloween. No Rio de Janeiro as manifestações são caracterizadas por placas espalhadas pela cidade opondo tal prática e ainda em pedido ao retorno das considerações brasileiras, isto é, dar valor e importância as crenças nascidas no país deixando manifestar o patriotismo dentro de nossa cultura.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

A TRADIÇÃO DO HALLOWEEN PELO MUNDO

Essa festa se refere ao dia de todos os Santos e simultaneamente ao dia de finados. Geralmente o Halloween é mais difundido em países de língua anglo-saxônica, os países de língua hispânica não celebram essa festa, e sim o dia dos mortos, no oriente médio esse período é marcado pela tradição e crença popular.

Na Espanha, assim como no Brasil, é comemorado o dia de todos os santos, a data destinada a esse evento é o dia 1o e 2 de novembro, sendo respectivamente comemorados o dia de todos os santos e finados, no último as pessoas tributam os mortos levando flores aos túmulos.

A Irlanda é considerada o “berço” da tradição do Halloween, as pessoas comemoram construindo fogueiras, no caso, os adultos, pois as crianças andam nas ruas exclamando o famoso “trinks or treats”, que traduzido significa “doces ou travessuras”.

No território do México comemora-se no dia 1o de novembro o dia dos anjinhos, chamados também de dia dos inocentes, no qual é celebrada a memória de crianças mortas antes de serem batizadas. O dia dos mortos (El dia de los Muertos) é celebrado no dia 2 de novembro, é bastante difundido no país, as pessoas festejam o dia levando aos túmulos tudo aquilo que o morto mais gostava, no dia que antecede o evento reúne-se parentes e amigos para comer e beber e ficam a esperar os mortos na madrugada.

Nesse período é comum a produção e distribuição de caveiras doces (de chocolate, marzipã e açúcar).

Na Tailândia é realizada anualmente a festa Phi Ta Khon, o dia é celebrado com música e desfiles, juntos levam a imagem de Buda, segundo eles os Vietnamitas Fantasmas e espíritos circulam dentre os homens.

Por Eduardo de Freitas
Equipe Brasil Escola

FONTE: TOCA DAS BRUXAS

A HISTÓRIA DAS BRUXAS:




A História das Bruxas
Em primeiro lugar, devemos prestar uma homenagem às nossas antigas irmãs de bruxaria, que serão sempre lembradas pela sua honra, coragem e sabedoria.
Na inquisição as pessoas eram acusadas por falsos testemunhos, já que quem informasse sobre a existência de uma bruxa nas proximidades seria bem recompensado. Nem sempre precisavam de provas concretas para a condenação.
Para obter uma condenação, os acusados passavam por uma insuportável seção de tortura e a maioria das pessoas dizia logo que era praticante de bruxaria, mesmo não sendo.Fácil entender o porquê: a tortura só acabava no momento em que a confissão era feita e, caso não houvesse confissão, a penalidade era maior. Tinham também de apontar outras pessoas que praticavam feitiçaria, mesmo sendo um falso testemunho.
As bruxas que viviam nesta época camuflavam os seus utensílios mágicos em forma de objetos comuns de cozinha: a colher de pau se tornava o Cetro, a faca de cozinha era o Athame, a panela grande se tornava o Caldeirão Mágico.
As mulheres eram, geralmente, vistas como bruxas. Marcas estranhas no corpo da mulher, como por exemplo a presença de sardas e manchas, eram vistas como marcas do diabo.
Muitas bruxas guardavam de cor os conteúdos do seu livro mágico, para que pudessem queimá-los e reescreve-los quando o período da inquisição se dissipasse. Muitos manuscritos permaneceram escondidos, atravessando várias gerações ate chegar nos nossos tempos, sendo consideradas verdadeiras relíquias.
Alguns rastros da inquisição permanecem até hoje: a discriminaçãoem relação às bruxas ainda continua, pois somos vistas sempre como praticantes do mal.
É incrivel como uma sociedade tão moderna e evoluída, como a nossa, se torna tão conservadora quando o assunto é bruxaria. Existe exceções claro mas são raras.
Fonte: Despertar das bruxas.
Júlia Maya




HISTÓRIA DAS WICCAS
Autoria: Daniel Pellizzari

Wicca é uma palavra do inglês arcaico que quer dizer "bruxo" (plural: wicce). Há quem diga que seu significado é "sábio", mas isso não corresponde à verdade.

A palavra tem sua origem na raiz indo-européia "wikk-", significando "magia", "feitiçaria". O nome Wicca é o mais usado para denominar essa religião. Ela também é conhecida como Bruxaria, Feitiçaria, Antiga Religião e Arte dos Sábios, ou simplesmente, a Arte.

As origens da Bruxaria remontam à aurora da humanidade. As crenças começaram a tomar forma no Paleolítico, há aproximadamente vinte e cinco mil anos. Neste período, o ser humano era nômade e suas principais fontes de subsistência eram a caça e a coleta. Tudo era misterioso para o homem e a mulher do paleolítico: o trovão, o sol, a escuridão... Para eles, o mundo era um lugar perigoso, cheio de forças que deveriam ser temidas, respeitadas e reverenciadas. Com o tempo, a idéia das forças foi evoluindo para a idéia de Deuses.

Um dos primeiros e, seguramente, o mais importante Deus primitivo a surgir foi o Deus de Chifres. Para que o clã nômade sobrevivesse, uma das principais atividades era a caça: dela provinham carne para alimentar-se, peles para vestir-se, ossos e chifres para fazer instrumentos. Assim, tomou forma na mente do ser humano primitivo a idéia de um Deus das Caçadas, dotado de chifres, símbolo de seu poder. Alguns membros do clã iniciaram a prática de atividades de caráter mágico-religioso, compostos por um elemento religioso (esboços de rituais e mitos dedicados à adoração do Deus de Chifres, forças da natureza e espíritos dos antepassados) e por um elemento mágico (práticas que tentavam atrair a benevolência destas divindades e espíritos, a fim de manipulá-las para interesses práticos do clã). Neste momento estava se delineando algo que se assemelhava muito a grosso modo com uma classe sacerdotal. Estes "sacerdotes" realizavam ritos do que hoje é denominado magia simpática, ou seja, práticas baseadas na atração dos semelhantes. Pintavam-se cenas de membros do clã vencendo e abatendo animais cobiçados, para garantir o sucesso da próxima caçada. Miniaturas destes mesmos animais eram confeccionadas, em osso, chifre ou barro, e então simulava-se sua caça e abate. Estes ritos eram geralmente dirigidos por um destes "sacerdotes", geralmente usando a primeira de todas as túnicas: peles de animais e uma máscara dotada de chifres.

Em Trois Frères, na França, existe uma pintura de doze mil anos, conhecida como "Le Sorcière" ("O Feiticeiro"). é a figura de um homem vestido de peles, com cauda e chifres de cervo. A sua volta, paredes cobertas por pinturas de animais em caçadas. A seus pés, uma saliência na rocha, constituindo um altar. Mas as caçadas não eram a única coisa que fazia o clã sobreviver. Havia um Mistério: o da fertilidade. O clã precisava continuar. De tempos em tempos, a barriga das mulheres crescia, e, ao fim de algumas luas, delas surgia um novo membro da tribo, pequeno, mas que crescia com o passar do tempo. Os animais também tinham filhotes, e isso garantia o alimento das futuras gerações. A chave de todo esse Mistério era a mulher, aquele enigmático ser que, se já não bastasse ser a única responsável pela continuação da tribo (ainda não havia a consciência da participação do homem na reprodução), também alimentava as crianças com leite de seu próprio corpo. Além disso, aquela criatura mágica vertia sangue de dentro de seu corpo em algumas ocasiões, mas mesmo assim não morria.

Todas estas constatações deram origem ao surgimento de uma Deusa da Fertilidade, uma Grande Mãe. Figuras pré-históricas desta Deusa são incontáveis. Uma das mais famosas é a Vênus de Willendorf: seu corpo parece uma grande massa disforme da qual se destacam um gigantesco par de seios e uma proeminente barriga grávida. Ela não tem pés nem braços, e seu rosto está coberto. Estas características são comuns a várias outras "Vênus" pré-históricas, e se devem à ênfase que o ser humano primitivo dava ao aspecto de fertilidade da mulher.

A Deusa era a Grande Mãe Natureza, fonte de toda a vida. Com o tempo, os homens foram se conscientizando de seu papel na reprodução, e o aspecto de fertilizador passou a ser mais um dos atributos do Deus de Chifres. Ele tornou-se filho da Deusa, pois dela era nascido, e também seu amante, pois a fertilizava para que um novo ser surgisse. A partir desta concepção, novos ritos foram adicionados às práticas mágico-religiosas, onde esculpiam-se ou pintavam-se animais ou humanos copulando, e todo o clã entregava-se ao ato sexual, já tendo recebido a graça dos Deuses.

No Neolítico, o ser humano desenvolveu a agricultura, e começou a formar aldeias e povoados. Com a descoberta das técnicas de plantio, a Deusa assumiu maior importância, passando a acumular também o aspecto de guardiã da colheita. O Deus de Chifres começou a ganhar uma nova face, a de alegre Deus das Florestas, protetor dos animais e criaturas dos bosques. Quando o homem adquiriu a noção das estações do ano, esboçaram-se as primeiras idéias sobre a Roda do Ano.

Havia um período quente e fértil, onde realizavam-se as colheitas e a natureza mostrava todo seu esplendor. Neste período, reinava a Deusa. Depois as folhas secavam e caíam e tudo parecia estar morto. O povo voltava a depender da caça para sobreviver, pois não podia viver só dos alimentos armazenados. Quem regia este período era o Deus das Caçadas, que também adquiria seu novo aspecto de Sombrio Senhor da Morte (nesta época nasceram também os primeiros conceitos sobre a vida após a morte). Surgiram então os primeiros mitos sobre a descida da Deusa ao mundo subterrâneo que, séculos mais tarde, tomaria forma definitiva na Grécia, com o mito de Perséfone, e na Mesopotâmia, com a lenda de Ishtar.

As culturas desenvolveram-se com o passar dos séculos, e novos aspectos dos Deuses foram descobertos. Cultos religiosos se estruturaram, centrados nos ciclos e nascimento, morte e renascimento da natureza. O tempo da plantação e o tempo da colheita eram muito importantes, marcados com festividades, assim como o período do recolhimento do gado e a época de sua liberação ao pasto. Nestas datas, juntamente com as de mudanças de estação, realizavam-se encenações de mitos nos quais um Deus Velho morria para um Deus Jovem nascer, representando a morte da antiga colheita e o nascimento de uma nova.

Estes cultos possibilitaram o refinamento da classe sacerdotal, que chegou ao requinte de gerar representantes como os druídas, sacerdotes celtas que encantaram os gregos e romanos com sua profunda filosofia e integração com a natureza. Sua erudição era admirável, e acumulavam funções como a de legisladores, médicos, poetas, bardos e guardiões da tradição oral. Na Grécia Antiga, floresceram os Cultos de Mistério, dos quais deve destacar-se os Ritos de Elêusis e os Mistérios órficos. Também foram de grande importância os cultos dionisíacos. Deve-se ter em mente que estas são linhas gerais do início da bruxaria, que confunde-se com o surgimento das primeiras manifestações religiosas humanas.

O que foi relatado acima aconteceu, em épocas diferentes, nos mais variados lugares. é verdade que nem tudo ocorreu exatamente da mesma maneira em todos os lugares: enquanto no Crescente Fértil da Mesopotâmia nasciam avançadas civilizações, na Europa ainda vivia-se de caça e coleta. Mas o que impressiona e é importante não são as diferenças, e sim as semelhanças dos primeiros esboços de religião.

Fonte: Alemdalenda





O Neo-Paganismo é um movimento religioso / espiritualista / ecológico que vem crescendo consideravelmente nos últimos anos por todo o mundo, e principalmente nos Estados Unidos. A palavra Pagão vem do latim Paganus, que quer dizer "aquele que vive no campo", ou "aquele que vive do campo".

Chamamos de povos Pagãos, aqueles que na Antigüidade tinham nos campos e plantações seu sustento, a base de sua vida. A Terra era, portanto, sagrada para eles. Toda a sua cultura e religião giravam em torno da Natureza: a época das colheitas, as estações, os Solstícios, etc. Muitos dos povos Pagãos eram politeístas, atribuindo aos deuses faces da Natureza com que conviviam. Assim, havia o deus do Sol, a deusa da Lua, o deus da caça, a deusa da fertilidade, etc. Foram Pagãos os povos Gregos, Romanos e Celtas, por exemplo. Uma característica muito marcante da religião Pagã é a existência de deuses e deusas, às vezes com igual poder, e muitas vezes tendo-se a figura feminina como dominante.

Tomemos os povos Celtas por exemplo. Antes de serem influenciados pelo Cristianismo, sua cultura era totalmente matriarcal. As cerimônias religiosas eram conduzidas por sacerdotisas, a medicina era praticada pelas curandeiras, as decisões tomadas pelas Sonhadoras, e o deus não passava do Consorte da Deusa, a Grande Mãe. Como religião, o Paganismo busca, portanto, o equilíbrio, o casamento perfeito entre masculino e feminino, tanto no mundo exterior como dentro de cada indivíduo.

O Neopaganismo busca reviver o modo de vida desses povos. Paganismo porque retoma suas crenças a práticas, e Neo porque tem que se adaptar ao novo modo de produção Capitalista, e muitas vezes à vida urbana. Milhares de pessoas em todo o mundo passam a olhar para a Lua de uma maneira diferente, e a celebrar as estações mais uma vez. As árvores voltam a ser sagradas, e as fogueiras da Primavera são reacesas. Ser Neopagão é estar na Terra, e tê-la dentro de si mesmo.





Para a Wicca, existe um Princípio Criador, que não tem nome e está além de todas as definições. Desse princípio, surgiram as duas grandes polaridades, que deram origem ao Universo e a todas as formas de vida.

Princípio Feminino

A Grande Mãe representa a Energia Universal Geradora, o útero de Toda Criação. é associada aos mistérios da Lua, da Intuição, da Noite, da Escuridão e da Receptividade. é o inconsciente, o lado escuro da mente que deve ser desvendado. A Lua nos mostra sempre uma face nova a cada sete dias, mas nunca morre, representando os mistérios da Vida Eterna. Na Wicca, a Deusa se mostra com três faces: a Virgem, a Mãe e a Velha Sábia, sendo que esta última ficou mais relacionada à Bruxa na imaginação popular. A Deusa Tríplice mostra os mistérios mais profundos da energia feminina, o poder da menstruação na mulher, e é também a contraparte Feminina presente em todos os homens, tão reprimida pela cultura patriarcal.

Princípio Masculino

Da mesma forma que toda luz nasce da escuridão, o Deus, símbolo solar da energia masculina, nasceu da Deusa, sendo seu complemento, e trazendo em si os atributos da coragem, pensamento lógico, fertilidade, saúde e alegria. Da mesma forma que o sol nasce e se põe, todos os dias, o Deus nos mostra os mistérios de Morte e do Renascimento. Na Wicca, o Deus nasce da Grande Mãe, cresce, se torna adulto, apaixona-se pela Deusa Virgem, eles fazem amor, a Deusa fica grávida, o Deus morre no inverno e renasce novamente, fechando o ciclo do renascimento, que coincide com os ciclos da Natureza, e mostra os ciclos da nossa própria vida. Para alguns, pode parecer incestuoso que o Deus seja filho e amante da Deusa, mas é preciso perceber o verdadeiro simbolismo do mito, pois do útero da Deusa todas as coisas vieram, e, para ele, tudo retornará. E, se pensarmos bem, as mulheres sempre foram mães de todos os homens, pelo seu poder de promover o renascimento espiritual do ser amado e de toda a Humanidade. O sentido profundo do simbolismo na Bruxaria só pode ser verdadeiramente entendido através da meditação e do contato intuitivo com a energia dos Deuses.

ESCORPIÃO É O SIGNO DA MAGIA:



Sugestão para aplicação prática desse estudo:



A- Trabalho com a transmutação, utilizando a humildade , a coragem e o discernimento:

a humildade para reconhecer a sua real condição; a coragem e a ousadia para não temer resultados; o discernimento para decidir sabiamente o caminho a seguir.





Este é um caminho de serviço. Serviço possibilitado pelo desenvolvimento obtido nos Trabalhos anteriores. Tal prática fica interessante se o serviço for realizado com o material amadurecido no Sexto e Sétimo Trabalhos: os defeitos transformados e o caminho do meio descoberto. Onde você for chamado a servir, procurar usar a característica positiva desenvolvida no Sexto Trabalho.











Erguendo a Hidra de Lerna





A oitava tarefa tem como cenário o fétido pântano de Lerna, onde habita uma monstruosa hidra, que todos temos de enfrentar um dia. A hidra possui nove cabeças: três simbolizam os apetites instintivos relacionados com o sexo, o conforto e o dinheiro; outras três, as paixões emocionais do medo, do ódio e do desejo de poder; e as últimas, os vícios da mente ainda não iluminada pela alma: o orgulho, a separatividade e a crueldade, Uma dessas cabeças é imortal e encerra um segredo que todos devemos, a certa altura, conhecer. Os métodos comuns de luta são inúteis diante desse monstro, chamado de deplorável, no mito de Hércules. Quando uma cabeça é destruída, surgem outras duas no lugar — situação desencorajadora para qualquer guerreiro que a enfrente. Hércules espera o momento de partir para a nova tarefa, quando escuta de seu Instrutor interno dizeres sábios: "Quem se ajoelha eleva-se. A conquista é obtida por meio da total rendição de si. É renunciando que se ganha" — todos eles chaves imprescindíveis para enfrentar o pântano que, como uma mancha escura na paisagem, polui com seu odor a atmosfera de uma grande área. O mau cheiro é tal que o herói precisa fazer uma pausa para respirar, antes de penetrar naquela atmosfera fétida. As areias movediças de que se constitui o pântano são uma ameaça. É preciso muitas vezes recuar os passos, para não ser tragado por elas. Aqui, essas areias simbolizam a mente do homem, e o pântano fétido, o seu subconsciente. Dentro está a hidra, que mora em uma caverna sempre escura, da qual pouco sai. Quando o faz, é sempre destrutiva e maléfica. O guerreiro mergulha, então, muitas flechas numa espécie de combustível rústico e lança-as sobre ela, que aparece por um momento. Tem-se aí uma chuva de fogo sem resultado outro que excitar mais o monstro de nove cabeças. Ora, a hidra, cuja origem se perdeu na noite dos tempos, é o concentrado de todo o mal, erros e falhas vividos durante o longo passado do homem desde a sua criação. Quando sua cauda escamosa bate furiosamente sobre as águas do pântano, produz em torno uma chuva de lama. É o que experimenta Hércules: a cada um desses movimentos, fica todo salpicado daquele material malcheiroso. Com vários metros de altura, ali está ela, resultado dos mais imundos pensamentos forjados pela humanidade, desde os seus primórdios. Muito tempo se passa antes que o homem descubra que sempre a alimentou, inconscientemente. Quando isso se dá, cabe-lhe enfrentá-la. Agora, a hidra avança e procura enroscar-se nos pés de Hércules, a fim de impedi-lo de caminhar. Num desses ataques, tem cortada uma das cabeças, mas em seu lugar surgem mais duas, terrivelmente agressivas. À medida que Hércules enfrenta o monstro, este vai-se tornando cada vez mais forte, demonstrando que não se deixa abalar por nenhuma espécie de golpe. É então que o herói se lembra da voz do Instrutor: "Quem se ajoelha eleva-se. Conquista-se por meio da total rendição de si. É renunciando que se ganha". A primeira frase lhe parece ser o toque inicial. Joga fora então suas armas — que de nada valem nesse tipo de batalha — ajoelha-se e, agarrando o monstro com as suas mãos fortes e nuas, ergue-o do chão. Suspensa no ar e distante do seu apoio terrestre, a hidra perde um pouco de sua força, Hércules insiste naquele estratagema e continua segurando-a acima de si mesmo. A luz do dia e o ar puro provocam um efeito inesperado: a força da hidra, tão grande na escuridão e na lama escorregadia, esvai-se gradativamente. Para isso não é necessário ao guerreiro esforço algum; basta-lhe permanecer ajoelhado, permitindo que os raios do sol e o vento ajam sobre o monstro erguido no ar. Mesmo assim, arrepiada e ainda mais horrível, a hidra tenta lutar. Hércules, no entanto, mantém-se firme em sua posição. As nove cabeças começam a pender, as bocas engasgadas com o ar não contaminado, os olhos embaçados pela pura luz do Sol. Depois de certo tempo, ei-las sem vida; somente a última cabeça, que é imortal, permanece bem visível como se enfrentasse o guerreiro. Com seu olhar penetrante, ela parece dizer-lhe que, por mais terrível que seja um acontecimento, ele sempre encerra uma jóia de grande valor. É inútil, porém, tentar descobrir o seu significado antes de morta a hidra. Hércules decepa-lhe, então, a cabeça imortal, colocando-a em seguida sob uma grande pedra, onde ela fica, inerte e reluzente.









A pedra, sob a qual o herói deposita aquela cabeça, representa a vontade persistente de vencer a hidra. Sob a pedra, o pedaço de monstro torna-se uma fonte de poder a ser usado de maneira completamente nova. O Instrutor, recebendo Hércules após a tarefa, considera-o vitorioso, uma vez que ele acaba de desenvolver em si as qualidades da humildade, da coragem e do discernimento. Ter humildade é ser capaz de colocar-se na posição correta diante de uma situação de vida; ter coragem é decidir não se desviar do que está acontecendo no momento, isto é, não se dispersar em conjecturas ou imaginações; possuir discernimento é poder ver o que é para ser feito no presente, sem fantasias sobre o futuro ou evocações sobre o passado. Ressalte-se, no entanto, que a luz dessas três qualidades só pode brilhar quando o homem está concentrado no aqui-e-agora. O mito nos ensina também que não deve haver ansiedade por matar a hidra, pois é a aspiração, e não a luta, a principal arma a ser usada. É a decisão de permanecer com firmeza na posição correta que traz a vitória sobre a mente portadora da semente do verdadeiro poder do homem, que é o de conquistar-se a si mesmo. E é o ar puro, que vem do infinito, somado à decisão clara do homem, que determina a sorte da hidra. Esse ar é necessário para que o bem existente em todas as coisas e em todos os seres finalmente se manifeste. Nada existe (nem mesmo a hidra) que não contenha a essência benéfica da vida cósmica imortal. Portanto, até um monstro de nove cabeças, que vive no fétido pântano do subconsciente do homem, contém a jóia da vida eterna. O indivíduo, quando é lúcido, pode perceber todas as suas reações diante da hidra. Através da aspiração, mantém-se firme na entrega total de si às energias superiores, enquanto a suspende no ar. Renunciando à própria vida, com coragem, ganha vida mais ampla.











Expor a hidra à luz do dia e ao vento fresco corresponde ao que os antigos instrutores ensinaram: "Ao entrar em um quarto escuro, não se debata com as trevas". Realmente, de nada valeria mover os braços ou dar pontapés, pois tais movimentos não dissolveriam a escuridão. Para tanto, basta apenas acender uma lâmpada, que a luz surgirá. É assim, renunciando a combater diretamente a obscuridade, que se lida com o subconsciente.

Extraído do livro HORA DE CRESCER INTERIOMENTE. Trigueirinho.















REFLEXÕES DE ALICE BAILEY

Profundamente alojada nas regiões subterrâneas do subconsciente, ora calma, ora explodindo em tumultuado frenesi, a fera estabelece morada permanente. Não é fácil descobrir sua existência. Muito tempo se passa antes que o indivíduo se dê conta de que ele está nutrindo e sustentando uma criatura tão feroz. Os dardos ardentes da aspiração flamejante devem ser disparados antes que sua presença se revele. Hércules faz três coisas: ele reconhece a existência da hidra, procura pacientemente por ela, e finalmente a destrói. É necessário ter discernimento para reconhecer sua existência; coragem e paciência para descobrir sua toca; humildade para trazer lodosos fragmentos do subconsciente à superfície, e expô-los à luz da sabedoria.











A cabeça imortal, separada do corpo da hidra, é sepultada sob uma rocha. Isto implica que a energia concentrada que cria um problema ainda permanece, purificada, redirecionada, e aumentada após a vitória ter sido conquistada. Tal poder deve então ser corretamente canalizado e controlado. Sob a rocha da vontade persistente, a cabeça imortal se torna uma fonte de poder.

As Nove Cabeças da Hidra

A tarefa atribuída a Hércules tinha nove facetas. Cada cabeça da hidra representa um dos problemas que assaltam a pessoa corajosa que busca conquistar o domínio de si mesma. Três dessas cabeças simbolizam os apetites associados com o sexo, conforto e dinheiro. A trinca seguinte diz respeito às paixões do medo, ódio e desejo de poder. As últimas três cabeças representam os vícios da mente não iluminada: orgulho, separatividade e crueldade.













O Combate à Hidra



Uma consideração dos nove problemas com que se defronta a pessoa nos dias atuais ao procurar matar a Hidra poderia lançar luz nas estranhas forças em atuação nesse barril de explosivos, a mente humana. 1. Sexo(...) A transmutação das energias humanas abre um campo de especulação e experimentação. Na ciência física, a energia do movimento pode ser transformada em eletricidade, e a do calor em movimento. Até que ponto, então, podem ser redirecionadas as energias humanas? Antes de tudo, a energia da matéria, representada pelo alimento, é obviamente usada para produzir a energia do movimento. Poderá a impulsionadora energia das emoções ser, por analogia, recanalizada para a atividade do pensamento? Poderá a energia das agitadas paixões encontrar expressão como uma aspiração? Poderão os impulsos e compulsões da natureza humana ser de tal maneira transmutados que se possam transformar em forças benéficas? Poderá a energia que produz o pensamento ser utilizada como o poder de síntese que resulte em um senso de identificação com todas as coisas vivas? (As considerações sobre os outros oito problemas se encontram nas páginas 149, 150, 151, 152 do livro Os Trabalhos de Hércules)













Hércules tinha de ver a hidra como um monstro, não como uma fera com nove diferentes cabeças. Enquanto ele procurou decepá-las uma a uma, ele continuou a lutar sem êxito. Quando, finalmente, ele lidou com o monstro como uma unidade, conquistou a vitória.















Individualmente estamos tão profundamente ocupados com a nossa própria evolução que nos esquecemos de uma visão mais abrangente. Se pretendermos escalar até o topo da montanha em Capricórnio, precisamos perder de vista a personalidade e começar a atuar como almas.















Ao estudarmos Hércules, nós nos vemos. Lembrem-se de que há três coisas que o estudante tem de fazer em Escorpião. Ele tem de demonstrar, não para a Hierarquia, não para o observador, mas para si próprio, que ele tem de superar a grande ilusão; que a matéria, a forma, não mais pode detê-lo. Hércules tinha de demonstrar para ele que a forma era simplesmente um canal de expressão pelo qual ele contataria um grande campo de manifestação divina. Lendo alguns livros sobre a religião poder-se-ia chegar à conclusão de que a forma, a emoção e a mente são coisas más, indesejáveis, das quais nos deveríamos livrar. É fundamental reter o pensamento que se eu me livrar da forma física, fico sem meios de contato com a expressão divina, porque Deus está em meu próximo, no mundo físico, tangível, no qual eu vivo, e se eu não tiver forma, nenhum dos meus cinco sentidos, eu me isolo de Deus em uma forma. A personalidade não é para ser morta, nem pisoteada; ela deve ser conhecida como um triplo canal de expressão para três aspectos divinos. Tudo depende de se nós usamos a tríplice personalidade para fins egoístas ou divinos. A grande ilusão é a utilização da personalidade para fins egoístas. Em Escorpião, o Ego está determinado a matar o pequenino ego para ensinar-lhe o significado da ressurreição.





Escorpião, o Signo da Magia





Magia não significa fazer coisas curiosas; a verdadeira magia é a expressão da alma através da forma: A magia negra é o uso da forma para alcançarmos o que quisermos para a forma. A magia negra é o egoísmo sem adulteração, A magia branca é o uso da alma para fins de elevação da humanidade, utilizando a personalidade. Por que Escorpião é o signo da magia? Um antigo livro diz: "Virgem é a feiticeira, ela prepara os ingredientes que são pesados nos pratos da Balança, e em Escorpião o trabalho mágico é desenvolvido". Em termos dos aspirantes isso significa que em Virgem eu terei descoberto o Cristo em mim mesmo, que no passar do tempo minha natureza forma alimentou um Cristo; na Balança eu flutuo entre os pares de opostos, a forma e a natureza crística, até que conquisto o equilíbrio, e o Cristo e a matéria se acham num estado de equilíbrio; em Escorpião eu sou testado para ver quem vai triunfar, a forma ou o Cristo, o Eu Superior ou o eu inferior, o real ou o irreal, a verdade ou a ilusão. Isto é o que está embutido na história de Escorpião.







http://reocities.com/HotSprings/9292/herc8.htm

A HISTÓRIA DO SURGIMENTO DO HALLOWEEN:


"A Data de 31 de Outubro é mundialmente conhecida como "O dia das Bruxas ou Halloween", que é uma festa típica que acontece nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos.
Mas de onde surgiu esse misterioso e sinistro costume?"



A seguir está a história!

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O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos, sendo que não existe ao certo referências precisas de onde surgiram essas celebrações.

A palavra Halloween tem origem na Igreja católica.
Vem de uma tradição contraída do dia 1 de novembro, o Dia de Todos os Santos, é um dia católico de observância em honra de santos.
Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro.
O feriado era Samhain, o Ano novo Céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).

Mas os estudiosos dizem que a palavra Halloween surgiu da seguinte forma:

O nome é, na realidade, uma versão encurtada de "All Hallows' Even"(Noite de Todos os Santos), a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows' Day).
"Hallow" é uma palavra do inglês antigo para "pessoa santa" e o dia de todas as "pessoas santas" é apenas um outro nome para Dia de Todos os Santos, o dia em que os católicos homenageiam todos os santos. Com o tempo, as pessoas passaram a se referir à Noite de Todos os Santos, "All Hallows' Even", como "Hallowe'en", e mais tarde simplesmente "Halloween".


O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo.
Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis.

Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol.
Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en.
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte.
Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.

Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.
O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passou ser conhecido como o "Dia das Bruxas".



Travessuras ou Gostosuras? (Trick-or-treat)


A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar).
No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas (ou Finados aqui no Brasil), os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.
Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador.
Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.







Abóboras e velas: Jack O'Lantern (Jack da Lanterna)





A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês.
Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um dia 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede.
Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transformasse em uma moeda. O Diabo concorda.
Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz.
Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro.
Sem opção, o Diabo concorda.
Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade.
Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore.
O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco.
O diabo promete partir por mais dez anos.
Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça.
O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre, e em seguida tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada.
Sem alternativa, vai para o inferno.

Chegando lá, encontra o diabo, o qual ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada, e como castigo, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando.
Devido à esse acontecimento, sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).
Os nabos na Irlanda eram usados como "lanternas do Jack" originalmente, mas quando os imigrantes vieram para a América, eles descobriram que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos.
Então começaram à utilizar abóboras iluminadas com uma brasa por dentro ao invés de nabos.
Por isso a tradição de se fazer caricaturas em abóboras e iluminá-las por dentro com uma vela na época de Halloween.

Segundo a lenda, quem presta atenção e consegue ver uma pequena luz fraca na noite de 31 de outubro, é porque conseguiu ver a passagem de Jack procurando uma saída do limbo em que está preso.






BRUXAS






As bruxas tem um papel importantíssimo no Halloween.
Não é à toa que o dia 31 de Outubro é conhecida como "Dia das Bruxas" em português.
Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro.
Segundo conta-se a lenda, chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo.
Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.
Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween.
Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!

A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores.
Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.
O gato preto é constantemente associado às bruxas devido à lendas, as quais citam que elas podem transformar-se em gatos e também devido à crenças, as quais pregam que os gatos são na realidade espíritos de pessoas mortas.
Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos.
Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.


O Halloween pelo Mundo

A festa de Halloween, na verdade, equivale ao "Dia de Todos os Santos" e o "Dia de Finados", e foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, dando origem a festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween.
No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país.

Brasil



O Halloween no Brasil é chamado de Dia das Bruxas e sua celebração acontece no dia 31 de outubro.
Acredita-se que na passagem dessa noite as almas saem de seus túmulos e partem pelas ruas amedrontando todos aqueles que estão por perto.
O dia das bruxas se infiltrou em nossas comemorações de forma tímida, pois o Brasil, país que celebra as coisas boas da vida, não se vê em meio a festividade aos mortos.
Apesar de sua pequena influência, pode ser vista em escolas, clubes, casas noturnas e shoppings de várias cidades, mas como dito anteriormente, não adquire força expressiva, já que nem o folclore local é efetivamente comemorado.
Muitos nacionalistas dão créditos à influência do imperialismo cultural americano a vinda do halloween, assim, alguns brasileiros, localizados em São Luiz do Paraitinga (estado de São Paulo), decretou o dia 31 de outubro como o dia oficial do Saci Pererê em protesto à inclusão do Halloween.
A maioria das manifestações critica a posição dos brasileiros em importar a cultura americana, já que o país tem grande diversidade folclórica que não é aproveitada e comemorada.
Apesar de todo o esforço da imprensa em destacar essa festividade norte-americana, os brasileiros não costumam festejar a data.
É uma festa celebrada por poucos.
No Rio de Janeiro as manifestações são caracterizadas por placas espalhadas pela cidade opondo tal prática e ainda em pedido ao retorno das considerações brasileiras, isto é, dar valor e importância às crenças nascidas no país, deixando manifestar o patriotismo dentro de nossa cultura.
Mesmo dessa forma, as festas de Halloween no Brasil tem se tornado comuns, principalmente entre o público jovem, os quais se reunem em clubes privados ou mesmo em salões particulares, promovendos festas a fantasia com motivos de "horror", objetivando comemorar a data considerada como "O Dia das Bruxas".
Devido à realização dessas festas, o comércio de fantasias e motivos voltados à monstros e bruxas tem tido um aumento expressivo no mês de Outubro de cada ano.


Estados Unidos



Desde 1800, quando os imigrantes irlandeses e escoceses levaram suas festividades de Halloween para a América do Norte, a festa tem se desenvolvido consideravelmente.
A conexão da festa com o Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados ficou praticamente deixada de lado, e muitas novas tradições seculares se desenvolveram.
Para as crianças, fantasiar-se e sair pelas casas fazendo a brincadeira do "travessuras ou gostosuras" ainda é o maior evento.

A maioria das famílias nos Estados Unidos e no Canadá participam, mesmo porque não querem correr o risco de pequenos vandalismos.
Muitos adultos se fantasiam e participam com seus filhos de festas a fantasia e concursos.
Outras atividades de Halloween ocorrem durante o mês todo de outubro.
Estas tradições preservam o espírito de alegria do Samhain diante dos pensamentos assustadores de morte e do sobrenatural.
Os americanos acrescentaram filmes de terror, casas assombradas comunitárias, histórias de fantasmas e quadros espiritualistas.
Cartões e decorações também fazem parte do Halloween.

A festa só perde para o Natal no faturamento total do comércio.
Um outro costume comum do Halloween é recolher dinheiro para a UNICEF (site em inglês), em vez de doces.
Esse costume começou em 1950 no estado da Filadélfia, quando uma turma de uma escola dominical teve a idéia de recolher dinheiro para as crianças necessitadas ao brincar de "travessuras ou gostosuras".
Eles enviaram o dinheiro que conseguiram, cerca de US$ 17,00, para a UNICEF, que foi inspirada pela idéia e começou um programa de "travessuras ou gostosuras", em 1955.

Espanha



Na Espanha, a tradição de se comemorar o Halloween ainda é recente, tendo chegado praticamente por volta do ano 2000.
O marketing feito sobre a sociedade americana cuidou de universalizar esta festa para proporcionar benefícios econômicos em vários setores, como parques temáticos, livros, cinema e até a gastronomia”.
Na Espanha, as s escolas enfeitam o pátio com abóboras e as crianças se fantasiam de “muertos vivientes”, que são os mortos-vivos, além de bruxas e fantasmas.
Assim como nos Estados Unidos, estando as crianças prontas para a festa, saem às ruas para pedir doces e comidas típicas desta época, porém não são todas as pessoas que gostam.
Muitos vizinhos nem sequer abrem as portas, pois se sentem incomodados e acham que tudo não passa de uma grande besteira.
A Espanha é um dos países que ainda mantém a antiga tradição do culto e respeito aos mortos, assim como no Brasil.
Os espanhóis costumam ir ao cemitério para limpar os túmulos e levar flores, como é costume no Brasil no feriado de Finados, em 2 de novembro.
Além disso, o 31 de outubro coincide com a colheita de castanhas e abóboras, na comemoração chamada de “Castanhada”.



Irlanda




A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras).



México




No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas.
O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México.
As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores.
Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada.
Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar.



Tailândia




Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda.
Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens, sendo que a festividade acontece no primeiro dia das festas budistas.



Símbolos típicos do Halloween com seus misticismos e significados:

A abóbora:

Simboliza a fertilidade e a sabedoria.





A vela: .

Indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.



O caldeirão:

Fazia parte da .cultura, .como mandaria .a tradição..
Dentro dele, os convidados.devem atirar.moedas.e.mensagens.escritas.com pedidos dirigidos aos espíritos.


A vassoura:

Simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da energia negativa.
Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.


As moedas:

Devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.


Os bilhetes:

Com os pedidos, devem ser incinerados para que aquilo que é solicitado através da mensagem escrita seja mais rapidamente atendido, pois se elevará através da fumaça.


A aranha:

Simboliza o destino e os fios que tecem suas teias, o meio, o caminho e suporte para seguir em frente.



Os morcegos:

Simbolizam a clarividência, pois els conseguem ver além das formas e das aparências, sem a necessidade da visão ocular.
Conseguem captar as formas e as distâncias através de sua própria energia, emitindo sinais ultrasônicos.


O sapo:

Está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.


O Gato preto:

Símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso.






Laranja - Cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia. vital encontrada na cor laranja.

Preto - Cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral.
- Cor do mestre.

Roxo - Cor da magia ritualística.


A celebração do Dia das Bruxas em 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o caráter de celebração ocultista.
Hollywood fornece vários filmes sobre o tema, entre os quais se destaca a série "Halloween", no qual um assassino misterioso e praticamnte "imortal" retorna para se vingar em sua cidade natal.
Muitos desses filmes, apesar das restrições de exibição, acabam sendo vistos por crianças, gerando nelas o medo e má impressão das festas de Halloween.
Porém, não existe ligação dessa festa com o mal.
Na celebração atual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria.
As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflete a realidade pagã.







Cartaz de um dos Filmes da série "Halloween"








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