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terça-feira, 20 de maio de 2014

DEJA VÚ - AS LEMBRANÇAS DO NOSSO ESPÍRITO:





De tempos em tempos acontecem determinadas experiências estranhas em nossas vidas; sensações e vislumbres momentâneos que tão logo surgem, logo desaparecem, antes mesmo que consigamos compreender seu significado. Mas com o tempo, de tão comuns que eles se tornam, muitos de nós acabam não tendo noção do quão especiais são esses momentos, e não buscam compreendê-los.


Claro que estou falando dos famosos Deja vus, expressão de origem francesa que significa “já visto”. Muitas pessoas têm experiências com Deja vu, e ouso afirmar que a maioria – se não todos – dos meus conhecidos não fazem ideia do que seja.




Pois bem, os Deja vus acontecem nas seguintes situações:





1● No momento em que encontramos alguém que nunca vimos antes, mas que nos dão a impressão de que já o conhecemos de algum lugar. Detalhes de sua aparência pode nos ser familiar; sua voz, seus gestos, ou simplesmente sua presença pode nos remeter à uma espécie de nostalgia ou lembrança confusa.





2● Quando filmes, fotografias ou pinturas nos fazem devanear em lembranças que desconhecemos. E o mesmo ocorre com sons, músicas e livros; ou até mesmo quando visitamos um determinado lugar pela primeira vez. Uma estranha sensação de “já estive nesse lugar”, “já ouvi isso antes” ou “isso me é familiar” surge subitamente dentro de nós e desperta estranhos sentimentos.





3● Quando temos a sensação de que estamos repetindo uma cena, geralmente algo banal e rotineiro, como se já tivéssemos a vivido antes.


Certamente que existem inúmeras teorias que explicam essas três situações – ou nos confundem ainda mais – mas eu vou partir do ponto de vista espírita para explica-lo. A meu ver, essa é a explicação mais clara e simplificada.





1● Se partirmos do princípio de que já vivemos inúmeras existências aqui na Terra ou em outros lugares, é fácil de deduzir que conhecemos inúmeras pessoas no passado, embora geralmente nossa memória não grave tudo isso. Mas nosso espírito não se esquece, e ora ou outra, essas memórias veem a tona quando estimuladas pelo reconhecimento de uma pessoa, até então desconhecida para nós. Dai vem aquela sensação de “conheço-a de algum lugar, mas não lembro de onde”. De outras vidas, certamente.





2● Partindo do princípio anterior, é fácil deduzir que também já vivemos em diversos países, falamos línguas diferentes e conhecemos lugares diferentes. Uma imagem de montanhas e bosques pode nos fazer relembrar do local em que vivemos nos tempos de outrora, assim como uma melodia antiga, um gosto ou aroma peculiar podem despertar sentimentos nostálgicos.





3● Por fim, a estranha sensação de “cena duplicada” é talvez a mais confusa de todas, embora eu a considere a mais interessante. É simples. Antes de encarnarmos na Terra, é feito todo um planejamento do que faremos aqui; nós traçamos nossas metas, escolhemos nossa família, fazemos planos com amigos, enfim, tudo é muito bem planejado por nossos irmãos espirituais, uma vez que todos têm uma missão a cumprir aqui.


Esse projeto contêm todos os lances principais de nossa vida, embora possamos modificar nosso mapa ao longo dela. Por exemplo, se seu mapa diz “doença”, você controlar para que seja uma forte pneumonia ou um simples resfriado. Isso porque nós sempre fazemos escolhas, e nossos projetos contem inúmeras possibilidades.


Por isso mesmo que colocamos em nossos mapas “placas de sinalização”, algo como “ei, você está no caminho certo, continue assim”. Esse tipo de Deja vu nos atinge com uma sensação de tamanha familiaridade, que sentimos como se estivéssemos vivendo uma cena pela segunda vez. Mas não estamos. É o nosso espírito que ressoa tão profundamente com a sensação de “eu me lembro disso que planejei”, que isso ecoa em nosso subconsciente – onde está a nossa mente espiritual. Esse é o sinal de que estamos em plena sincronia com nosso projeto.



 

FONTE: BLOG ALEM DAS BRUMAS