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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O COMPANHEIRO DO SOL:

*O COMPANHEIRO DO SOL* - AutresDimensions




Questão: Orionis, em agosto de 2008 havia dito que veríamos, em cerca de um ano, Hercobulus, o que é?

“Hercobulus (ou Hercólubus) está visível.

Coloquem lunetas de visão em Infravermelho e vocês o verão.

Hercobulus foi filmado por toda parte pelo mundo, não sob suas latitudes, infelizmente, mas digo-lhes que não é importante porque Hercobulus é um planeta que provoca efeitos que vocês já percebem.

Os aquecimentos de todos os planetas do sistema solar estão ligados a este planeta.

Os cometas que chocaram os planetas, durante seu verão (inverno no hemisfério sul), estão diretamente ligados a Hercobulus.

Os planetas, os asteróides e os cometas que vocês verão em seu Céu muito em breve estão diretamente ligados a Hercobulus, portanto, Hercobulus está visível, mas não é visível, assim, a olho nu, em qualquer momento do dia.

Ele se encontra muito exatamente atrás de Sagitário e, como o sol está à frente, vocês não podem vê-lo, exceto talvez ao cair do sol ou ao levantar, muito cedo, do sol, segundo o lugar onde vocês estão, hemisfério norte ou hemisfério sul.

Entretanto, ele chega atrás de Sagitário.

É o combate que ocorreu em 15 de agosto (de 2009).

A partir do momento em que a estrela, chamada Betelgeuse, tornou-se uma supernova, ela enviou a Luz ao mesmo lugar onde se encontrava Hercobulus e, atravessando Hercobulus, ela diminuiu sua qualidade vibratória.

No mesmo momento, ela também golpeou algo que é denominado Nibiru e creio que muitas pessoas confundiram (e, aliás, Incansável (menção ao canalizador), também, será preciso dizer-lhe, Nibiru e Hercobulus).

São duas entidades diferentes e todos colocaram o mesmo qualificativo sobre a mesma coisa, mas não é a mesma coisa.

Hercobulus, de que lhes falou Orionis, é o planeta (é uma estrela, de fato, não um planeta), é uma estrela sombra, que intervém aproximadamente todos os 3.600 anos.

É chamada uma estrela sombra, portanto ela é apenas visível a partir do momento em que ela será iluminada pelo sol, mas não estou mesmo certo de que vocês vejam isso, dado que o calendário foi um tanto apressado.”


OMRAAM (Aïvanhov) (19.09.2009) – Autres Dimensions


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Questão: se Júpiter se torna um segundo Sol, isso tem uma incidência sobre a estase?

“Bem amado, jamais Júpiter terá o tamanho suficiente para tornar-se um segundo Sol.

Júpiter está se tornando o que é denominado um ‘Pulsar’.

Um Pulsar emite irradiações próximas do Sol, mas não é um Sol.

Não haverá segundo Sol.

Haverá o aparecimento de uma Luz semelhante a um Sol, que é simplesmente o companheiro denominado Némésis ou Hercobulus, que será visível aos seus olhos de carne, visível no momento unicamente em Infravermelho e sob certas latitudes e longitudes, em alguns momentos da rotação da Terra.

A partir do momento em que o sobrevôo acima do eclíptico de Hercobulus superar um ângulo de 30º, ele se tornará visível de acordo com as posições da Terra ao redor de sua rotação solar, de maneira evidente para os olhos humanos.

Isso não é, tampouco, um segundo Sol.

Existe um efeito sobre a Terra, uma grande confusão nesta noção de segundo Sol.

A força galáctica, a Confederação Intergaláctica, a irradiação da Luz Fonte de Alcyone, as radiações do Ultravioleta, a irradiação do Espírito Santo retransmitida por Sirius, o conjunto de modificações observáveis sobre esta Terra e sobre esse sistema solar, resulta da ação de certo número de fatores astrofísicos bem reais, responsáveis por certo número de transformações observáveis mesmo em sua Lua.

Alguns de vocês já se aperceberam.

Júpiter emite já como um ‘Pulsar’.

A atmosfera de Júpiter está profundamente modificada, permitindo à sua irradiação nova, efetivamente, afetar, desde fevereiro de 2009, suas estruturas.

Mas, daí a chamar Júpiter de segundo Sol, há uma distância.”



ARCANJO ANAEL (21.11.2010) – Autres Dimensions


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Texto editado por Zulma Peixinho


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terça-feira, 30 de agosto de 2011

CIENTISTAS DESCOBREM TEMPESTADE SOLAR ANTES DELA ACONTECER:

Cientistas conseguem estudar explosão solar antes dela ocorrer

 
DA EFE
As observações das missões solares Soho e Stereo da Nasa (agência espacial americana) revelaram novos dados que ajudarão na compreensão da influência sobre a Terra e na evolução das tempestades solares, que podem prejudicar satélites e causar erros nas comunicações.
Cientistas da Universidade de Standford (Califórnia) projetaram um novo método para detectar as chamadas "ejeções de massa coronal" (CMEs, da sigla em inglês) causadoras das auroras boreais mas também das interrupções nas comunicações.
Segundo o estudo publicado na revista "Science", essas erupções solares emergem do interior do Sol como fortes campos magnéticos, explodem em direção à superfície e formam uma enorme bolha de plasma magnética, o que provoca uma onda que se expande rumo ao Sistema Solar.
Sua existência está documentada, mas os cientistas continuam pesquisando uma forma de detectá-las antes que se formem e, assim, evitar suas consequências, já que, além das comunicações, estas ejeções são perigosas para os astronautas no espaço e podem provocar blecautes elétricos na Terra, entre outras incidências.
Utilizando as observações com o Observatório Solar e Heliosférico Soho, uma missão conjunta da Nasa e da ESA (Agência Espacial Europeia, na sigla em inglês), o professor Stathis Ilonidis e sua equipe foram capazes de detectar sinais da formação de manchas solares emergentes antes que chegassem à superfície do Sol.

Nasa/Efe
Erupções solares emergem do interior do Sol como fortes campos magnéticos e explodem em direção à superfície
Erupções solares emergem do interior do Sol como fortes campos magnéticos e explodem em direção à superfície
Os cientistas descobriram que os campos magnéticos que formam manchas solares são gerados pelo menos 65 mil quilômetros abaixo da superfície e calcularam a velocidade na qual emergem, por isso que conseguiram estabelecer uma relação para se adiantar.
O estudo publicado na revista "Science" indica que os campos magnéticos emergem de 0.3 a 0.6 quilômetros por segundo e provocam manchas solares um ou dois dias após ser inicialmente detectados.
Na quinta-feira (18), a Nasa apresentou novas imagens tiradas pelas naves gêmeas Stereo, que foram lançadas em 2006, para melhorar a capacidade de prever as tempestades solares.
Segundo a agência, a nitidez vai proporcionar melhor observação das explosões solares e realizar, como consequência, melhores prognósticos.