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sábado, 22 de outubro de 2011

SATÉLITE DE 1.6 TONELADAS DEVE REENTRAR NA ATMOSFERA NO DOMINGO:

Satélite de 1.6 tonelada deve reentrar na atmosfera no domingo

 
Atualização - 22 de outubro
Acompanhe as últimas horas do satélite desgovernado ROSAT Apesar das incertezas que pairam sobre o momento da reentrada de qualquer satélite desgovernado, todos os modelos de previsão de decaimento apontam que o satélite alemão ROSAT deverá atingir o ponto de ruptura neste domingo, 23 de outubro.

Alguns prognósticos de decaimento, como o do Comando de Defesa Espacial dos EUA, USSTRATCOM, apontam para a reentrada ocorrendo logo nos primeiros minutos do domingo, às 00h34 pelo Horário de Brasília. Outros, como o gerado pelo Apolo11.com, mostram que o satélite iniciará a ruptura no período da tarde, próximo às 14 horas pelo horário de Brasília.
No entanto, três modelos similares mostram o satélite reentrando na atmosfera ainda no período da manhã brasileira, entre 04h17 e 08h22 pelo horário de Brasília. Veja abaixo cinco prognósticos de reentrada do satélite ROSAT e as respectivas margens de erro.

  • USSTRATCOM: 23 out 02h34 UTC (00h34 Hora de Brasília). Margem de erro: +/- 7 horas

  • Aerospace Corporation: 23 out 11h12 UTC (09h12 Hora de Brasília). Margem de erro +/- 10 horas

  • Grupo independente Satorbs (EUA): 23 out 04h17 UTC (02h17 Hora de Brasília). Margem de erro: +/- 4 horas

  • Observador Ted Molczan: 23 out 10h22 UTC (08h22 Hora de Brasília). Margem de erro +/- 7 horas.


  • Apolo11.com: 23 out 16h00 UTC (14h00 Hora de Brasília). Margem de erro: 10 horas São Paulo
    Na noite desde sábado o satélite ROSAT passará sobre o céu da cidade de São Paulo entre 21h56 e 22h01. No momento da passagem o Sol estará 31 graus abaixo do horizonte e o satélite a 207 km de distância, a uma altitude de apenas 191 km. Devido à baixa altitude, será possível tentar ver a passagem do objeto, bastante elevado sobre o horizonte.
    O mapa acima mostra a trajetória prevista sobre a cidade de São Paulo nesta noite de sábado.
    Para seguir o satélite e prever se passará sobre sua cidade, use o SATVIEW


    Atualização - 21 de outubro
    Satélite ROSAT pode reentrar na atmosfera acima do Atlântico
    Cálculos de reentrada feitos pelo Apolo11 mostram que o satélite alemão ROSAT deve reentrar na atmosfera terrestre na manhã de domingo, acima do oceano Atlântico. O evento ocorrerá quando o artefato estiver a 121 km e altitude, após cruzar a América do Sul em direção ao norte da Europa.

    Os cálculos foram feitos na manha de sexta-feira e levam e conta o alto fluxo solar de 156, que há mais de dois dias vem alterando as características das camadas mais altas atmosfera, interferindo na altura e queda do satélite.
    Os dados mostram que a ruptura de ROSAT deve ocorrer sobre a latitude 19.2 N e 57.2 W, acima das Ilhas Virgens Americanas, a cerca de 900 km do leste da República Dominicana.
    É importante lembrar que este é o ponto médio da previsão de reentrada, com erro aproximado de 10 horas. Essa incerteza deve diminuir à medida que novos dados de decaimento são fornecidos, assim como possíveis alterações na densidade do fluxo solar, que tem grande influência no arrasto produzido no satélite nas altas camadas da atmosfera.
    Da mesma forma que o satélite norte-americano UARS, que reentrou na atmosfera terrestre em setembro de 2011, ROSAT também produzirá fragmentos com alto poder de impacto, uma vez que mais de 800 quilos de equipamentos são compostos de material de alta resistência térmica. Mesmo reentrando durante o período diurno, a ruptura produzirá fragmentos incandescentes facilmente visíveis a olho nu.
    Por ser um telescópio, a principal peça do equipamento é o espelho primário, com peso aproximado de 400 quilos. Após reentrarem, essas peças cairão em queda livre a uma velocidade de 450 km/h.
    Acompanhe
    O aplicativo de rastreio SATVIEW mostra a posição atual do satélite e permite estimar quando o mesmo passará sobre sua localidade dentro de 5 dias. Mesmo se você estiver fora do Brasil também é possível prever sua rota. Além disso, o aplicativo tem um chat à disposição dos usuários, que poderão conversar sobre o evento. Para acessar o SATVIEW, clique aqui .



    A exemplo do que ocorreu recentemente com o satélite estadunidense UARS, o satélite alemão ROSAT também deverá reentrar na atmosfera terrestre nos próximos dias. O equipamento tem 1.6 toneladas e por possuir materiais altamente densos e resistentes, produzirá lixo espacial com alto poder de impacto na superfície.

    Lançado em junho de 1990 da base de Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, Rosat é um telescópio espacial de raios-x que produziu importantes dados científicos até fevereiro de 1999, quando deixou de operar. Foi batizado com esse nome (Röntgensatellit) em homenagem ao físico alemão Wilhelm Röntgen, que em novembro de 1895 produziu pela primeira vez radiação eletromagnética nos comprimentos de onda dos raios-X.
    Quando foi colocado em órbita Rosat mantinha a altitude nominal de 580 km e em julho de 2011 esse valor já havia caído para 315 km. Em setembro, a altitude era de apenas 280 km e as primeiras estimativas de reentrada mostravam que a ruptura ocorreria em 11 de outubro. Agora, cálculos feitos pelo Apolo11 indicam que a reentrada ocorrerá próximo às 22 horas (BRT) de 23 de outubro, quando a nave estiver a 135 km acima do nível do mar.
    Em 19 de outubro ROSAT já se encontrava a 218 km de altitude, tendo caído aproximadamente 15 km em menos de 24 horas.
    De acordo com a agência espacial alemã, um total de 1.6 toneladas de fragmentos deverá resistir à reentrada, já que são formados por vidro e fibra de carbono, altamente resistentes ao calor. Por ser um telescópio, a principal peça do equipamento é o espelho primário, com peso aproximado de 400 quilos. Após reentrarem, essas peças cairão em queda livre, a uma velocidade estimada de 450 km/h.

    ROSAT tem órbita inclinada em 52 graus, muito parecida com a do UARS, que reentrou na atmosfera em setembro. Assim, o satélite deverá cair entre as latitudes 52.00N e 52.00S, com o Brasil novamente na rota dos destroços.
    O aplicativo de rastreio SATVIEW mostra a posição atual do satélite e permite estimar quando o mesmo passará sobre sua localidade dentro de 5 dias. Mesmo se você estiver fora do Brasil também é possível prever sua rota. Além disso, o aplicativo tem um chat à disposição dos usuários, que poderão conversar sobre o evento. Para acessar o SATVIEW, clique aqui .

    Fotos: No topo, espelho principal do telescópio ROSAT, uma das peças que deverá resistir à reentrada na atmosfera. Acima, tela do aplicativo Satview, que mostra o satélite acima da Europa. Crédito: Nasa, DLR, Satview, Apolo11.com.


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    segunda-feira, 17 de outubro de 2011

    ESTRELA DE NÊUTRONS, PODEROSA DEMAIS DIZEM CIENTISTAS:

    Estrela de nêutrons 'poderosa demais' desafia cientistas



    O pulsar de Caranguejo fica no centro da nebulosa de mesmo nome, que pode ser vista na imagem. Ambas são resultado de uma explosão de supernova


    A intensidade da energia emitida pelo pulsar na nebulosa do Caranguejo, na constelação de Touro, desafia a compreensão dos astrofísicos, para os quais este fenômeno não se pode explicar pelos modelos teóricos atuais da física, informou um estudo que será publicado na edição de sexta-feira da revista Science.
    O pulsar de Caranguejo, uma estrela de nêutrons que gira rapidamente descoberta em 1968, parece emitir raios-gama com níveis de energia maiores aos explicados pelos modelos científicos atuais, anunciaram os surpresos autores do estudo.
    Usando o conjunto de telescópios Veritas no Observatório Whipple no Estado do Arizona (sudoeste dos Estados Unidos), astrofísicos detectaram que esta jovem estrela de nêutrons tem energia superior a 100 bilhões de elétron-volts (100 GeV).
    Esta intensidade de energia é mais de 1 bilhão de vezes superior à da luz visível do Sol, disseram especialistas. Para Henric Krawczynski, astrofísico da Universidade de Washington em Saint Louis (Missouri, centro), coautor deste trabalho, os modelos teóricos padrão não podem explicar estas observações sem grandes mudanças.
    "Estamos na presença de algumas forças extremas e estas observações mostram que nossas teorias não se encaixam e que sabemos menos sobre os pulsares do que pensávamos", disse o astrofísico.
    Durante muito tempo, os cientistas pensaram que as emissões de pulsares são causadas quando o campo magnético dessas estrelas acelera partículas carregadas a uma velocidade próxima à da luz, gerando radiação eletromagnética em um amplo espectro.
    "Depois de muitos anos de observações e resultados, pensávamos entender como funcionava (o pulsar) o Caranguejo, enquanto os modelos preveem uma diminuição exponencial do espectro de emissão acima dos 10 GeV", disse David Williams, professor adjunto de física na Universidade da Califórnia em Santa Cruz e coautor do estudo.
    "Foi uma verdadeira surpresa descobrirmos a emissão de raios-gama em energias superiores a 100 GeV", disse Williams.
    O pulsar de Caranguejo se formou a partir do núcleo de uma grande estrela que explodiu em uma supernova espetacular no ano 1054, deixando para trás a brilhante nebulosa do Caranguejo, com o pulsar no centro.
    Esta estrela de nêutrons relativamente jovem, um dos objetos mais estudados no céu, gira 30 vezes por segundo e tem um poderoso campo magnético de co-rotação, do qual emite feixes de radiação que, vistos da Terra, parecem pulsos rápidos de radiação.

    sexta-feira, 14 de outubro de 2011

    ASTRÔNOMOS REVELAM A APARÊNCIA E A ANATOMIA DE UM BURACO NEGRO:

    Astrônomos revelam a aparência e a anatomia de um buraco negro

    ESA - 03/10/2011
    Astrônomos revelam a cara e a anatomia de um buraco negro
    Esta é a representação artística mais completa já feita de um buraco negro gigante, que pela primeira vez foi observado desde o infravermelho até os raios gama.[Imagem: NASA/M. Weiss(Chandra X-ray Center)]
    Super buraco negro
    Uma frota de observatórios e telescópios espaciais, incluindo o XMM-Newton e o Integral, descreveram com um detalhamento nunca antes atingido o que se passa nas proximidades de um buraco negro supermassivo.
    O estudo revelou que enormes "projéteis" de gás afastam-se velozmente do "monstro gravitacional".
    O buraco negro em estudo fica no coração da galáxia Markarian 509, a 500 milhões de anos-luz. Este buraco negro é colossal, com 300 milhões de vezes a massa do sol, tornando-se cada vez maior à medida que vai se alimentando da matéria ao seu redor.
    O Markarian 509 foi escolhido por já se saber que o seu brilho varia, uma indicação de que o fluxo de matéria para o buraco negro é turbulento. A radiação desta região interior desencadeia um fluxo de gás para fora do buraco negro.
    Fotografia completa de um buraco negro
    O buraco negro foi monitorado durante 100 dias. "O XMM-Newton liderou estas observações em virtude da sua vasta cobertura de raios X, além da câmara de monitoramento óptica," disse Jelle Kaastra, do Instituto SRON, na Holanda, que coordenou a equipe internacional de 26 astrônomos de 21 institutos em quatro continentes que conduziu estas observações.
    Além do XMM-Newton e do Integral, da ESA, foram usados o Telescópio Hubble, os satélites da NASA Chandra e Swift, e os telescópios de terra WHT e PARITEL.
    Em conjunto, estes instrumentos ofereceram uma cobertura em termos de comprimento de onda sem precedentes: desde o infravermelho, passando pelo visível, ultravioleta, raios X e até à banda dos raios gama.
    Durante a campanha de observação, a galáxia superou o previsto: em lugar das flutuações no brilho da ordem dos 25%, a variação saltou para 60% na banda dos raios X, o que indica a ocorrência de uma perturbação maior no escoamento do gás no buraco negro.
    Astrônomos revelam a cara e a anatomia de um buraco negro
    Galáxia ativa Markarian 509, vista em visível pelo Telescópio Hubble, que pela primeira vez teve sua "cara" e sua anatomia reveladas em uma super campanha de observações astronômicas. [Imagem: NASA/ESA/J. Kriss(STScI)/J. de Plaa(SRON)]
    Anatomia do buraco negro
    As observações vieram mostrar que o escoamento consiste em projéteis gigantes, ejetados a milhões de quilômetros por hora. Os projéteis são arrancados de um reservatório de matéria, prestes a cair no buraco negro.
    A surpresa é que o reservatório está situado a mais de 15 anos-luz do buraco negro. Muito mais distante do que aquilo que os astrônomos julgaram ser possível para o horizonte de eventos.
    "A origem deste gás que escapa tem sido tema de discussões em astronomia já há algum tempo," diz Kaastra.
    O reservatório de gás empoeirado tem a forma de um biscoito (um anel grosso, ou toroide) que envolve o buraco negro. A matéria entra em espiral na direção do buraco negro, criando um disco de acreção no qual o gás se comporta como a água escoando pelo ralo de uma pia.
    Disco de acreção
    As observações mostraram também que o disco de acreção apresenta uma "pele" de gás com uma temperatura de milhões de graus. É daqui que vêm os raios X e raios gama que empurram o gás mais distante para fora.
    "Os resultados reforçam a importância de manter observações a longo prazo e campanhas de monitoração para se ganhar uma compreensão mais profunda de objetos astrofísicos variáveis. O XMM-Newton passou por todas as necessárias mudanças organizacionais para permitir estas observações, agora o esforço compensou," disse Norbert Schartel, cientista da ESA para o XMM-Newton.

    domingo, 9 de outubro de 2011

    SOMBRA DA LUA CRIA ONDAS ACÚSTICAS NA TERRA:

    Sombra da lua cria ondas acústicas na Terra


    Segundo um novo estudo, a sombra da lua cria ondas na atmosfera da Terra que viajam a mais de 300 quilômetros por hora.
    Esse efeito já tinha sido descoberto no início de 1970, mas os cientistas só foram capazes de observá-lo agora, durante o eclipse solar total de 22 de julho de 2009.
    Os pesquisadores descobriram que as ondas acústicas, também conhecidas como ondas sonoras, na atmosfera superior da Terra se acumulam ao longo das bordas à esquerda e à direita da sombra da lua, conforme ela se move através da Terra, como as ondas produzidas por um navio navegando a água.
    Os cientistas não encontraram apenas a característica de “onda de proa” prevista, mas também a “onda de popa” ao lado do equador, bem como a onda de popa por trás da sombra da lua.
    Os pesquisadores usaram uma rede de receptores GPS baseados em terra para acompanhar o eclipse de 2009, que passou sobre o Japão e Taiwan. Eles perceberam que ondas acústicas foram geradas ao longo das bordas da sombra da lua, em uma parte da atmosfera superior da Terra conhecida como ionosfera.
    Havia uma diferença de tempo de 30 minutos entre a chegada das ondas de “proa” e “popa”. Este número sugere que, se a sombra da lua fosse de fato de um navio, teria 1.712 quilômetros de comprimento.
    Segundo os pesquisadores, as ondas são produzidas pelas disparidades de temperatura criadas na Terra durante um eclipse solar, que ocorre quando a lua bloqueia a passagem da luz do sol.
    As partes da Terra sombreadas pela lua esfriam naturalmente, e essa diferença de temperatura gera as ondas acústicas.
    As ondas se movem a cerca de 361 quilômetros por hora, mais lentamente do que a disparidade de temperatura que dá origem a elas. É por isso que se acumulam ao longo da borda do caminho da lua.
    O próximo eclipse solar total visto da Terra, quando a lua bloqueará totalmente o sol, acontecerá dia 13 de novembro de 2012, embora a totalidade só será visível a partir do norte da Austrália e em partes da região do Oceano Pacífico.
    O próximo eclipse parcial do sol vai ocorrerá em 25 de novembro de 2011, mas só será visível a partir da Antártica, Tasmânia, Nova Zelândia e sul da África Austral.[LiveScience]

    quinta-feira, 6 de outubro de 2011

    VATICANO ESCONDE SEGREDO SOBRE NEBULOSA DE ÓRION:

    The Vatican's Big Secret About The Orion Nebula ★
    ★Hit Like & Subscribe :] Join Us On Facebook: https://www.facebook.com/pages/Gulf-Crusade/163613303670684 ★Thank You My Friend :] Please Also Subscribe To- 5T4RSCREAM144 on Aug 30, 2011…
    00:09:59
    Adicionado em 31/08/2011
    4.829 exibições
    Segredo do Vaticano sobre a Nebulosa de Órion?





    Bom, sabemos que o Vaticano, investe Bilhares de dólares em pesquisas científicas, bem como a exploração do espaço..., quem tiver maior conhecimento do inglês, por favor assista ao Vídeo, e nos ajude compartilhando informação e conhecimento.





    Este vídeo mostra uma relação de similaridade entre a constelação de Órion, onde presume-se que apareça o rosto e corpo de Jesus, entre outras coisas, e a Capela de St. Michaels do Vaticano. Ele tamabém faz menção da Trindade relacionando também a cultura Maia das três pedras-coração(?) (heartstones) e o símbolo da Criação. O autor alega que está tendo seu vídeo censurado pelo youtube e o Vaticano está escondendo informações.

    http://www.youtube.com/watch?v=ATtlA4FJhts&feature=player_embedded

    http://br.groups.yahoo.com/group/VerdadeOculta/

    quinta-feira, 15 de setembro de 2011

    SONDA LCROSS MOSTRA LOCAL DO POUSO DO APOLLO 17:

    Sonda LCROSS mostra em detalhes local de pouso da Apollo 17

     
    Em 11 de dezembro de 1972, o módulo lunar Challenger tocava a superfície da Lua, próximo ao limite do Mar da Serenidade. Agora, passados quase 39 anos, a agência espacial americana divulgou as primeiras imagens de satélite feitas do local do pouso, revelando os objetos ali deixados e as marcas da exploração lunar.
    Cometa Elenin
    Clique para Ampliar
    A cena foi capturada pela câmera de ângulo estreito do instrumento LROC, a bordo da sonda lunar LCROS, de uma altitude de apenas 22 quilômetros acima da superfície. Essa é a mais detalhada imagem feita por uma sonda da superfície da Lua e revela interessantes feições do local da última missão tripulada ao nosso satélite.
    No centro da imagem, em destaque, vemos o módulo lunar Challenger, responsável pelo transporte dos astronautas Eugene Cernan e Harrison Schmitt. O local de pouso, batizado de Taurus-Littrow, situa-se em um bonito vale rodeado de montanhas e rico em detalhes geológicos propícios à exploração.

    Além do módulo de descida, o registro também mostra os rastros deixados pelo jipe lunar (LRV) e o conjunto de experimentos científicos ALSEP (Apollo Lunar Surface Experiments Package), cujo objetivo era o estudo do ambiente lunar. Esses experimentos já haviam sido utilizados em outras missões Apollo e consistiam de um aparelho de circulação de calor, um detector de raios cósmicos e um tubo perfurador para extração de núcleos.
    LROC
    A câmera LROC consiste de duas câmeras pancromáticas de ângulo estreito (NACs), com resolução de 50 centímetros e uma câmera grande angular (WAC) com resolução de 100 metros por pixel em sete bandas de cores. A LROC (Lunar Reconnaissance Orbiter Camera) é uma versão modificada da câmera ConTeXt Camera (CTX), a bordo da sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiters), em atividade na órbita de Marte.
    Marcas na Lua
    Em nosso planeta, diversos fatores são os responsáveis pelo desaparecimento das marcas deixadas na superfície, entre eles a ação dos ventos, da água e vegetação e com raras exceções até mesmo crateras de grande porte são destruídas pelo movimento das placas tectônicas. Na Lua, os únicos agentes que podem modificar as crateras e as marcas deixas pelas missões espaciais são o vento solar e os impactos deixados meteoritos.

    Fotos: no topo, imagem captada pela sonda LCROSS mostra o local de pouso da missão Apollo 17. Acima, astronauta Eugene Cernan pilota o rover lunar sobre o terreno de Taurus-Littrow, em dezembro de 1972. Crédito: NASA/Apod, Apolo11.com.

    O COMPANHEIRO DO SOL:

    *O COMPANHEIRO DO SOL* - AutresDimensions




    Questão: Orionis, em agosto de 2008 havia dito que veríamos, em cerca de um ano, Hercobulus, o que é?

    “Hercobulus (ou Hercólubus) está visível.

    Coloquem lunetas de visão em Infravermelho e vocês o verão.

    Hercobulus foi filmado por toda parte pelo mundo, não sob suas latitudes, infelizmente, mas digo-lhes que não é importante porque Hercobulus é um planeta que provoca efeitos que vocês já percebem.

    Os aquecimentos de todos os planetas do sistema solar estão ligados a este planeta.

    Os cometas que chocaram os planetas, durante seu verão (inverno no hemisfério sul), estão diretamente ligados a Hercobulus.

    Os planetas, os asteróides e os cometas que vocês verão em seu Céu muito em breve estão diretamente ligados a Hercobulus, portanto, Hercobulus está visível, mas não é visível, assim, a olho nu, em qualquer momento do dia.

    Ele se encontra muito exatamente atrás de Sagitário e, como o sol está à frente, vocês não podem vê-lo, exceto talvez ao cair do sol ou ao levantar, muito cedo, do sol, segundo o lugar onde vocês estão, hemisfério norte ou hemisfério sul.

    Entretanto, ele chega atrás de Sagitário.

    É o combate que ocorreu em 15 de agosto (de 2009).

    A partir do momento em que a estrela, chamada Betelgeuse, tornou-se uma supernova, ela enviou a Luz ao mesmo lugar onde se encontrava Hercobulus e, atravessando Hercobulus, ela diminuiu sua qualidade vibratória.

    No mesmo momento, ela também golpeou algo que é denominado Nibiru e creio que muitas pessoas confundiram (e, aliás, Incansável (menção ao canalizador), também, será preciso dizer-lhe, Nibiru e Hercobulus).

    São duas entidades diferentes e todos colocaram o mesmo qualificativo sobre a mesma coisa, mas não é a mesma coisa.

    Hercobulus, de que lhes falou Orionis, é o planeta (é uma estrela, de fato, não um planeta), é uma estrela sombra, que intervém aproximadamente todos os 3.600 anos.

    É chamada uma estrela sombra, portanto ela é apenas visível a partir do momento em que ela será iluminada pelo sol, mas não estou mesmo certo de que vocês vejam isso, dado que o calendário foi um tanto apressado.”


    OMRAAM (Aïvanhov) (19.09.2009) – Autres Dimensions


    ***



    Questão: se Júpiter se torna um segundo Sol, isso tem uma incidência sobre a estase?

    “Bem amado, jamais Júpiter terá o tamanho suficiente para tornar-se um segundo Sol.

    Júpiter está se tornando o que é denominado um ‘Pulsar’.

    Um Pulsar emite irradiações próximas do Sol, mas não é um Sol.

    Não haverá segundo Sol.

    Haverá o aparecimento de uma Luz semelhante a um Sol, que é simplesmente o companheiro denominado Némésis ou Hercobulus, que será visível aos seus olhos de carne, visível no momento unicamente em Infravermelho e sob certas latitudes e longitudes, em alguns momentos da rotação da Terra.

    A partir do momento em que o sobrevôo acima do eclíptico de Hercobulus superar um ângulo de 30º, ele se tornará visível de acordo com as posições da Terra ao redor de sua rotação solar, de maneira evidente para os olhos humanos.

    Isso não é, tampouco, um segundo Sol.

    Existe um efeito sobre a Terra, uma grande confusão nesta noção de segundo Sol.

    A força galáctica, a Confederação Intergaláctica, a irradiação da Luz Fonte de Alcyone, as radiações do Ultravioleta, a irradiação do Espírito Santo retransmitida por Sirius, o conjunto de modificações observáveis sobre esta Terra e sobre esse sistema solar, resulta da ação de certo número de fatores astrofísicos bem reais, responsáveis por certo número de transformações observáveis mesmo em sua Lua.

    Alguns de vocês já se aperceberam.

    Júpiter emite já como um ‘Pulsar’.

    A atmosfera de Júpiter está profundamente modificada, permitindo à sua irradiação nova, efetivamente, afetar, desde fevereiro de 2009, suas estruturas.

    Mas, daí a chamar Júpiter de segundo Sol, há uma distância.”



    ARCANJO ANAEL (21.11.2010) – Autres Dimensions


    ***



    Texto editado por Zulma Peixinho


    ************

    segunda-feira, 12 de setembro de 2011

    ASTRÔNOMOS ANUNCIAM A CHEGADA DE HERCÓLUBUS:

    OS ASTRÔNOMOS PREPARAM O ANÚNCIO DA CHEGADA DE HERCÓLUBUS



    Um grande observatório europeu vai anunciar o que descreve como "grande descoberta", um estranho planeta na segunda-feira (12 de setembro).


    O European Southern Observatory (ESO) vai realizar uma conferência de imprensa às 10 horas EDT (14:00 GMT) segunda-feira. Um "significativo relatório com novos resultados no campo de exoplanetas". Os funcionários do ESO disseram em alerta para a mídia.

    Os resultados foram obtidos com o Alto Radial Velocity, um instrumento de precisão de busca de planetas, mais conhecido como HARPS, disseram as autoridades. HARPS é um espectrógrafo do ESO em 11,8 pés (3,6 metros) telescópio em La Silla Paranal Observatory, no Chile, no Deserto do Atacama.

    Em pouco tempo Hercólubus vai aparecer no céu, mesmo diante dos nossos olhos. Por isso, os observatórios têm que nos preparar para anunciar a sua chegada, pois o grande cataclismo que vai acontecer em breve não será capaz de ser escondido.

    Para mais informações sobre a chegada de Hercólubus veja: www.hercolubus.tv

    Fonte: Masters From Space


    Nota MM: E Miguel em 22 de janeiro de 2009 disse: "O segundo sol é, infelizmente, ligado ao abrasamento nuclear de Júpiter que é, ele, desencadeado pelo planeta que vem."


    http://minhamestria.blogspot.com/
    Postado por MINHA MESTRIA
    Extraído de: http://minhamestria.blogspot.com/2011/09
    /os-astronomos-preparam-o-anuncio-da.html#main

    quarta-feira, 7 de setembro de 2011

    NASA DIVULGA FOTOS INÉDITAS DA SUPERFÍCIE DA LUA:

    Nasa divulga imagens inéditas da superfície lunar

    A Nasa apresentou nesta terça-feira (06) uma coleção de imagens feitas pelas câmeras da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), revelando alguns vestígios deixados pelas missões Apolo e também comprovando a presença do homem na Lua.
    As imagens capturadas pela sonda são as mais nítidas feitas do espaço. Nas fotos é possível visualizar o rastro das missões Apolo 12, 14 e 17, tanto dos lugares nos quais elas pousaram, assim como as pegadas que os astrounautas deixaram ao explorar a superfície lunar.


    Em entrevista coletiva, as imagens foram apresentas por Jim Green, diretor da Divisão de Ciência Planetária da Nasa; Mark Robinson, principal pesquisador do LRO na Universidade do Arizona, e Richard Vondrak, cientista do projeto LRO no centro espacial Goddard, da Nasa, localizado em Greenbelt, Maryland. As novas fotografias permitirão aos especialistas seguir os passos dos astronautas com mais clareza. O objetivo é encontrar o local onde foram recolhidas as amostras da Lua trazidas à Terra, além de desmentir as afirmações de que os humanos nunca viajaram à Lua, indicaram os cientistas.
    Os especialistas mostraram as marcas das antigas missões Apolo ao pousar, assim como os rastros que os astronautas deixaram quando saíram do módulo lunar e foram explorar a pé a superfície rochosa. Inclusive pode-se ver a última rota realizada por humanos na Lua.
    Além de impactante, as imagens também terão grande utilidade científica, assegurou Green. Isso porque as fotos vão facilitar visualmente uma possível comparação entre as rochas na Terra com a das áreas ainda não exploradas, como as imagens da LRO.
    Essa é uma grande chance para dar continuidade ao processo de cartografia da Lua, sendo possível obter mais precisão ao determinar novos lugares de aterrissagem em missões futuras.
    A missão da LRO, iniciada em 2009 para encontrar possíveis lugares de aterrissagem para naves tripuladas, foi ampliada com o envio de uma bateria de 1,5 mil imagens para análise dos cientistas.
    A precisão dos instrumentos ajuda na montagem de um mapa da superfície lunar em três dimensões e alta resolução, além de fazer um exame ultravioleta do satélite.
    Um dos detalhes revelados é um rastro em forma de "L", que marca a localização dos cabos que ligavam a nave matriz até o lugar onde os astronautas do Apolo 12 colocaram o experimento ALSEP para medir o meio ambiente lunar e seu interior.
    Os engenheiros da Nasa modificaram a órbita do LRO, que é ligeiramente oval, para conseguir a máxima resolução das imagens. Dessa forma, a sonda desceu de uma altura de 50 quilômetros para 21 quilômetros ao passar sobre a superfície lunar.
    A nave espacial se manteve nesta órbita durante 28 dias, tempo suficiente para que a Lua fizesse seu movimento rotativo completo, permitindo uma cobertura total da superfície pela câmera.
    A nave espacial voltará à sua órbita habitual nesta terça-feira e antecederá o lançamento da missão "Grail" (sigla de Gravity Recovery Interior Laboratory), prevista para ser lançada na quinta-feira. O objetivo da nova missão da Nasa é investigar o campo de gravidade da Lua.
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    terça-feira, 30 de agosto de 2011

    CIENTISTAS DESCOBREM TEMPESTADE SOLAR ANTES DELA ACONTECER:

    Cientistas conseguem estudar explosão solar antes dela ocorrer

     
    DA EFE
    As observações das missões solares Soho e Stereo da Nasa (agência espacial americana) revelaram novos dados que ajudarão na compreensão da influência sobre a Terra e na evolução das tempestades solares, que podem prejudicar satélites e causar erros nas comunicações.
    Cientistas da Universidade de Standford (Califórnia) projetaram um novo método para detectar as chamadas "ejeções de massa coronal" (CMEs, da sigla em inglês) causadoras das auroras boreais mas também das interrupções nas comunicações.
    Segundo o estudo publicado na revista "Science", essas erupções solares emergem do interior do Sol como fortes campos magnéticos, explodem em direção à superfície e formam uma enorme bolha de plasma magnética, o que provoca uma onda que se expande rumo ao Sistema Solar.
    Sua existência está documentada, mas os cientistas continuam pesquisando uma forma de detectá-las antes que se formem e, assim, evitar suas consequências, já que, além das comunicações, estas ejeções são perigosas para os astronautas no espaço e podem provocar blecautes elétricos na Terra, entre outras incidências.
    Utilizando as observações com o Observatório Solar e Heliosférico Soho, uma missão conjunta da Nasa e da ESA (Agência Espacial Europeia, na sigla em inglês), o professor Stathis Ilonidis e sua equipe foram capazes de detectar sinais da formação de manchas solares emergentes antes que chegassem à superfície do Sol.

    Nasa/Efe
    Erupções solares emergem do interior do Sol como fortes campos magnéticos e explodem em direção à superfície
    Erupções solares emergem do interior do Sol como fortes campos magnéticos e explodem em direção à superfície
    Os cientistas descobriram que os campos magnéticos que formam manchas solares são gerados pelo menos 65 mil quilômetros abaixo da superfície e calcularam a velocidade na qual emergem, por isso que conseguiram estabelecer uma relação para se adiantar.
    O estudo publicado na revista "Science" indica que os campos magnéticos emergem de 0.3 a 0.6 quilômetros por segundo e provocam manchas solares um ou dois dias após ser inicialmente detectados.
    Na quinta-feira (18), a Nasa apresentou novas imagens tiradas pelas naves gêmeas Stereo, que foram lançadas em 2006, para melhorar a capacidade de prever as tempestades solares.
    Segundo a agência, a nitidez vai proporcionar melhor observação das explosões solares e realizar, como consequência, melhores prognósticos.

    domingo, 28 de agosto de 2011

    NASA DIVULGA FOTO DA TERRA E DA LUA JUNTAS, LINDÍSSIMAS!!!

    Nasa divulga foto da Terra e da Lua juntas feita pela Voyager

    DE SÃO PAULO



    Uma foto de arquivo da Nasa (agência espacial americana) mostra a Terra e seu satélite natural, a Lua, no mesmo enquadramento.
    Como a Terra brilha mais do que a Lua, foi necessário um tratamento na imagem para que os dois corpos pudessem ficar bem visíveis.
    Divulgada nesta quinta-feira, a foto foi tirada durante a missão da Voyager 1, em 1977.

    Nasa
    A Terra e a Lua em foto tirada durante a missão da Voyager 1, em 1977
    A Terra e a Lua em foto tirada durante a missão da Voyager 1, em 1977

    quarta-feira, 20 de julho de 2011

    DESCOBERTA A QUARTA LUA DE PLUTÃO:

    Hubble encontra quarta lua ao redor de Plutão



    WASHINGTON
    (Reuters) - O Telescópio Espacial Hubble descobriu uma minúscula quarta lua orbitando o distante planeta anão Plutão, informou a Nasa na quarta-feira. O telescópio espacial buscava por anéis ao redor do planeta no final de nosso sistema solar quando encontrou a P4 -- nome temporário da lua recém-descoberta.
    Com diâmetro estimado entre 13 e 34 quilômetros, a P4 é a menor das quatro luas de Plutão, disse a agência espacial dos EUA em um comunicado.
    A maior lua de Platão, Caronte, tem 1.043 quilômetros de extensão e as outras luas, Nix e Hydra, estão na faixa dos 32 aos 113 quilômetros de diâmetro.
    "Acho impressionante que as câmeras do Hubble tenham nos permitido ver um objeto tão minúsculo de forma tão clara a uma distância de mais de 5 bilhões de quilômetros", disse Mark Showalter, do Instituto Seti, de Mountain View, na Califórnia, que liderou o programa de observação do Hubble.
    A P4 situa-se entre as órbitas de Nix e Hydra, ambas descobertas pelo Hubble em 2005. Caronte foi descoberta em 1978 no Observatório Naval dos EUA.

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