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segunda-feira, 18 de julho de 2011

CAMINHANDO, INTUINDO, ATRAINDO...



CAMINHANDO, INTUINDO E ATRAINDO...
Por Vivian Weyrich.
Cada vez que você faz um pedido ou emite um desejo essa realidade já está acontecendo com um fragmento de si mesmo, à frente no caminho.
E, intercalado com o seu desejo a sua intuição fareja a manifestação logo ali adiante.
Ocorre uma força mágica e telepática que ao mesmo tempo em que lhe leva a pensar e sentir de determinada forma, lhe encaminha a ser um canalizador de eventos que estão alinhados à sua vibração.
A lei da atração age numa via de mão dupla em seu percurso vibracional.
No momento em que você deseja, pensa, afirma, imagina...
Aquela manifestação se liga a você em direção ao seu ser que está em um eterno estado de vir a ser.

Se nos lembrarmos de cada desejo genuíno que já tivemos na vida, observaremos que todos eles foram realizados.
A realização nasce do núcleo celular de cada desejo, ou seja, ela se manifesta a partir da raiz do desejo original e não dos fragmentos de desejos que você constrói depois de cada manifestação.
Há uma diferença entre uma proposta maior advinda da alma e uma proposta encontrada no caminho como uma bifurcação que o levará para um âmbito maior no percurso de sua vida.
Pense agora num desejo que não tenha sido realizado em sua vida; qualquer um...
Você perceberá que este beco sem saída fez brotar outros novos desejos no seu coração que lhe trouxe a este ponto de vibração e conexão para dar abertura a uma proposta mais ampla.
Caso você esteja insistindo em um desejo que já esgotou todas as chances de realização, ainda assim, no futuro você será grato pela não realização.
Quando não realizamos um desejo é porque a fonte está nos ensinando a desejar/conquistar com mais exatidão.
É através desta não realização e do contraste em sua vida que você parte em busca de algo maior e melhor.

Cada evento está aperfeiçoando a sua vibração para que ela atinja o ponto máximo de felicidade em cada etapa da sua vida.
Muitas vezes, nos inquietamos com a demora da realização, porém a alma está em busca da evolução e da nitidez de sua vibração para que uma realidade plena e feliz possa lhe favorecer com perfeição.
A alma não faz nada pela metade, pelo contrário, ela ajusta nossos mecanismos de recepção e emissão de energia para alinhar um desejo ao processo ajustado e refinado que propõe para a nossa vida uma felicidade abrangente e plena.
“O desejo provavelmente está buscando expressão”
-Ralph Waldo Emerson

Se a realização ainda não aconteceu não é porque você está falhando em algum ponto.
Pelo contrário, você está acertando a cada minuto do caminho e isso é percebido pela consciência do espírito que observa a vida de novas maneiras a cada instante vivido.
Há acertos porque você está em um estado de vir a ser e isso exige de você uma sintonia cada vez mais clara e ajustada.
A realização está em um ponto do caminho que as outras partes de si mesmo, dentro da dimensionalidade do seu ser, já estão vivenciando neste momento.
E por isso a sua imaginação é cada vez mais rica de detalhes, pois o espírito enxerga com maior nitidez o desenho e as sensações de uma manifestação que está por vir a ser.
Alguma parte de você está agora experimentando algo que você vem desejando desde ontem ou há muito tempo...
Então, suas sensações estão sendo niveladas com você mesmo, por isso, muitas vezes, essas emoções são tão intensas devido à comunicação que há entre você e todo o universo dimensional que envolve o seu ser eterno.

E quando você se sente feliz e confiante, você se alinha àquela realidade que se ajusta ao nível das emoções de uma parte sua que está em plena manifestação.
Quando você faz afirmativas à respeito da sua vida e formula suas crenças você está se alinhando e indo no rastro de uma realidade costurada ao seu modo de ser e viver em algum ponto do caminho.
O mesmo ocorre com a sua imaginação, quanto mais detalhada ela for, mais emoções ela irá imprimir no seu espírito e mais nivelado você vai ficando no caminho que o leva à manifestação pretendida pelo seu coração.
A fonte da sua luz está sempre realizada e bem aventurada com o agora.
E quando pedimos por algo, esse pedido reflete a essência de toda carência.
O alinhamento com a plenitude de nossa divindade começa quando estamos seguros de que aquilo que é desejado é garantidamente nosso.
O alinhamento ocorre quando, grato, você se sente beneficiado pelo percurso que está lhe encaminhando para a conclusão de uma realização.
Não se preocupe com o tempo nem com o processo de espera para a realização de seus desejos.
Está tudo em perfeito equilíbrio e desde que o seu desejo invadiu o seu coração como uma música que não para de tocar; desde então, esta vida já é uma realidade apesar de ainda estar existindo nas entrelinhas ocultas da sua estrada.
Observe e sorria, você está caminhando por um percurso com um final feliz.
A manifestação da realização não é o objetivo final e sim a consciência ampliada que vamos adquirindo caminhando... Vamos percebendo os fragmentos de emoções advindas de partes de nós mesmos que já passaram pelo caminho que estamos trilhando.
E quando você sente que está no ponto perfeito de sua existência, quando nada estiver faltando, quando até seus pedidos se calarem e quando você puder dizer a si mesmo:
“Aqui está bom, estou contente por estar caminhando por este ponto da estrada... Me sinto grato por estar vivo neste exato tempo e espaço da minha existência.”
Então, você estará se alinhando com um desejo realizado em seu percurso.
E você agradecerá pela posse natural de poder escolher e selecionar o que vai pensar e imaginar para a sua vida.
Seus sentimentos serão direcionados pelas suas atuais escolhas e a cada passo do caminho mais sintonizado você estará por estar influenciando tudo à sua volta de forma que nada poderá estancar o fluxo do seu poder criador.

Você se sentirá grato pela dádiva de estar vivo em um planeta onde todos os seres vivos possuem o livre arbítrio.
E você sentirá que faz parte de uma era de liberdade onde a sua felicidade é fundamental por ser a raiz de qualquer forma de amor.

Você sentirá com gratidão que o universo, muitas vezes, cessa todas as suas iniciativas externas e direciona sua força para a realização do seu único desejo.
E como um Deus inteligente, a sua dimensionalidade particular produz uma teia que liga um acontecimento ao outro através do poder do seu desejo genuíno.
E você, como observador da manifestação, é o ator principal do seu próprio milagre.

O Deus que você é nunca foi tão feliz como está sendo através da sua parte física que possui o dom da LIBERDADE de direcionar a sua vibração para onde quiser...
Aproveite esta dádiva!




http://universoemvoce.blogspot.

sábado, 16 de julho de 2011

VIVENDO CONFORME OS ENSINAMENTOS DE YESHUA...



Falar de Jesus e de suas lições é sempre muito fácil e muito difícil. É muito fácil sentir a beleza e a simplicidade de seus ensinamentos, todavia não é difícil nos envolvermos em citações bíblicas engessadas que podem trazer confusões, nos envolver em crenças, nos construir paradigmas e nos fazer esquecer do sentido maior de Sua passagem pela Terra: a expansão do amor.

Quero falar sobre Jesus, porque vinha sentindo sua presença em meus sonhos e minhas meditações. Nessas apariçõe Dele eu sentia o Seu amor, o Seu olhar e Suas palavras básicas bem direcionadas para mim: “seja simples, seja objetivo”.

Quando sinto a Sua presença, quase não consigo concatenar direito o raciocínio, porque sinto minha alma vibrar de alegria e todos os melhores sentimentos fluírem dentro de mim.

Um dia desses, sentado no meu escritório, na frente do computador, fazia a minha costumeira oração antes de começar a escrever. Nesse momento senti novamente sua presença e a sua mensagem: “ seja simples, seja objetivo”. Nesse momento, respirei fundo e controlei a expansão dos sentimentos para que eu pudesse compreender melhor o ensinamento que essas palavras carregavam.

Meditando sobre “seja simples, seja objetivo” percebi minha energia se expandir, minha aura ficar leve e a presença do amparador espirtual Damasceno surgir em minha tela mental. Damasceno já havia se apresentado outras vezes, sempre para falar dos ensinamentos do sublime mestre .

Fiquei feliz com a presença, que me cumprimentou com o respeito e o carinho de sempre. Retribui seus comprimentos, com lágrimas nos olhos pela emoção de sua visita. Imediatamente Damasceno já começou a explicar:

“Na dimensão espiritual da vida, quando falamos de leis naturais que regem a humanidade, nos referimos a base moral que seria de importante utilidade que as pessoas seguissem para que se aproximassem de sua divindades, e naturalmente encontrassem a iluminação espiritual, o que quer dizer, o ‘O Retorno a Casa do Pai’. Essa estrutura é livre de dogmas ou paradigmas, pois é simples, é objetiva, contudo nós sabemos que a humanidade encontra dificuldade em interpretá-las.

A humanidade avançou muito no campo da consciência, todavia sabemos que essas leis naturais ainda não estão compreendidas pelos encarnados. Elas são encontradas em vários livros sagrados disponíveis aos seres humanos, mas o problema é que eles se intoxicam muito com interesses pessoais, com visões míticas e em especial por crenças equivocadas. As leis naturais não são de uma ou de outra religião, são da Divindade Maior, do Grande Espírito Criador. São as regras que o Cristo estabeleceu para ordenar a nossa vida e nossa evolução como um todo.

Nos planos superiores a vida física, onde coexistem mestres dos mistérios, trabalhadores da luz, professores, amparadores e outros seres de elevado quilate moral, a consciência espiritual é livre. Da mesma forma que sabemos que existe um único Deus que habita tudo e está em tudo, ou ainda ‘Está no meio de nós’, também sabemos que os ensinamentos são um só! Aqui nenhuma escritura é adotada como detentora de todas as verdades, mas também nenhuma delas que esteja pautada no amor e no respeito é desprezada. A melhor jornada de busca espiritual é aquele que consegue obter melhores resultados de ampliação do amor e da consciência. Na Terra, as religiões devem ser utilizadas gradativamente sempre que estiverem produzindo o bem, a reforma dos padrões internos, o perdão, o aumento do amor e da consciência do todo. Se uma religião estiver promovendo a estagnação dos aprendizados, então ela escravizará ao invés de libertar. Mesmo assim, essa mesma religião que para uns produz a estagnação, para outros pode produzir a elevação de seus valores, porque cada ser vivente encontra-se em estágio diferente de evolução e tem aprendizados diferentes para conquistar.

A visão universalista, ou seja, sem a necessidade de um linha religiosa, ‘não é coisa de hoje’! Trata-se de uma visão muito, mas muito antiga mesmo. O universalismo que se fala hoje sempre foi a via de acesso utilizada pelos professores da Espiritualidade Maior. Mas à medida em que o homem foi se perdendo dentro de si próprio, então os ‘mapas’ para que eles se localizassem foram criados. Esses mapas nada mais são do que métodos de “resgates” padronizados para cada caso, em outras palavras, religiões.

Quando um resgate no plano físico acontece no mar, então os socorristas precisam utilizar barcos e outros veículos que flutuem. Quando os resgates acontecem na Terra, então os socorristas precisam utilizar veículos que se locomovam sobre o solo, e assim por diante.

As religiões são métodos estabelecidos de resgate. Resgate de consciência e de razão de existir.

O universalismo é a nascente desses métodos, mas ele não pode ser utilizado por um ser que não quer se ajudar, ou que não deseja ser resgatado por ele próprio. O universalismo é autônomo e mostra que somos criadores de nossa realidade, e que somos os arquitetos de nós mesmos e de nossas vidas. Infelizmente, muitas pessoas ainda não estão prontas para essa experiência, pois precisam passar por muito outros aprendizados, para que no futuro possam experimentar as bênçãos e a liberdade do universalismo, que nada mais é que a ligação do homem com ele mesmo através da sua conexão com o universo ou com o Cristo, que também pode ser chamado de Logus, Existência ou O Grande Espírito Criador.

Tudo que uma pessoa fizer para ir ao encontro dela mesma, de suas virtudes, de seus valores pessoais e de sua razão de existir, será expressivamente benéfico para ela em um contexto geral, pois afetará positivamente todos os aspectos de sua existência. Além disso, todas as práticas ou estilos de vida que forem livres, no sentido da liberdade de expressão, estudo e doação, estarão também contribuindo para a consolidar o universalismo.

A passagem de Jesus pela Terra teve inúmeros objetivos, entre eles, e não menos importante, estava agregar simplicidade e objetividade a conexão espiritual de todos os encarnados.

A história da humanidade contabiliza o aparecimento de inúmeras escolas de mistérios que sempre cumpriram com o papel de oferecer aos seus estudantes conhecimentos acerca dos mistérios da vida, das doenças e suas curas, a relação entre homem e Deus, a missão de cada um, o conhecimento dos recursos naturais, o domínio dos elementos, entre outros. Muitas civilizações, algumas de tempos muito remotos, entendiam a importância dessas escolas e investiram grandes esforços na construção desses aprendizados. O tempo passou, muitas coisas aconteceram, e essas almas que foram treinadas nos mistérios antigos, algumas em diferentes escolas, em sucessivas encarnações, começam a reencarnar no momento atual da humanidade. Entre essas almas, uma tendência em comum: a falta de simplicidade, objetividade e fortes traços de vaidade!

A mensagem de Jesus sempre teve a intenção de proporcionar simplicidade e objetividade a consciência de antigos iniciados de outrora que carregam consigo significativa bagagem de informação e conhecimento, mas também a todas as pessoas comuns. Os melhores ensinamentos, mais didáticos e eficientes são aqueles baseados na objetividade e na simplicidade, em especial quando falamos do caminho da busca espiritual.

Jesus trouxe para a humanidade uma nova visão, uma nova sensação e uma nova postura perante aos problemas e desafios da vida: o do amor e da simplicidade. A simplicidade e a objetividade alimentam a força da verdade de cada um, que naturalmente nutre o amor.

A simplicidade é a nossa melhor opção!

Não existe espaço para o glamour e a simplicidade na vida de uma pessoa, ou vive uma ou vive outra, elas jamais coexistirão! No segmento das pessoas que se intitulam espiritualistas então, a situação fica mais delicada, porque os desafios ficam ainda maiores, principalmente nesse movimento chamado Nova Era. Atualmente o campo das terapias naturais, das curas transcendentais, vibracionais e energéticas ampliou-se tanto, que infelizmente, a maioria dos professores atuantes nessas áreas, não sabem direito o que estão fazendo e pelo que estão trabalhando. Nesse contexto, surgem pessoas querendo encontrar seu “lugar ao sol”, desejando a todo custo serem notadas, ou ainda, conquistarem prestígio, e assim, criam métodos e teorias que só aumentam mais as complexidades nas relações com as leis naturais: grande erro!

O estudo da espiritualidade precisa ser “Direto e Reto”, com objetividade, com clareza, com leveza, amorosidade e simplicidade. Teorias complicadas, práticas confusas ou excessivamente ritualísticas, precisam ser substituídas por caminhos de auto superação pela busca interna de cada um, ou seja, o caminho para dentro, que é o caminho do universalismo.

Quando um espiritualista procura desenvolver seu métodos de ensino, promovendo cursos na área da elevação da consciência e do conhecimento sobre as leis naturais que regem a humanidade, e assim fizer sem simplicidade, envolvido por vaidades ou glamour, certamente ele se contaminará com sua falta de simplicidade e se intoxicará com seu próprio veneno, a vaidade!

E evolução da consciência precisa ser tratada de forma simples, pragmática, com foco nos objetivos. Muitos setores da vida humana realmente são envolvidos de complexidades naturais, por isso não estamos desprezando as áreas do conhecimento que necessitam de grande dedicação e aplicação no campo de tecnologias potencialmente complicadas. Mas que deixemos os avanços tecnológicos ou científicos da Terra, na área de especialistas treinados para lidar com questões complexas. Já o campo da elevação da moral e da relação com Deus e o universo, esse precisa ser direto e simples!.”



por: Bruno J. Gimenes - orientado espiritualmente por Damasceno

http//:brunojgimenes.luzdaserra.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

DÍZIMO, A VERDADEIRA LEI, NUNCA DEVERÁ SER PAGO EM DINHEIRO, CUIDADO COM OS FALSOS PROFETAS (PASTORES EVANGÉLICOS) QUE DISTORCEM A LEI DE DEUS, EM BENEFÍCIO PRÓPRIO!!!

 DÍZIMO: COSTURANDO O VÉU DO SANTUÁRIO

Quantas vezes ouvimos dizer que devemos ser fiéis dizimando, para que prosperemos? Se um crente está em dificuldade financeira, logo é acusado de não dizimar. O que vemos, entretanto, são fiéis entregando 10% de seus salários para os pastores e, mesmo assim, permanecendo em sua condição miserável. Por que trabalhadores assalariados entregam o dízimo de seus proventos, deixando muitas vezes de pagar suas contas e seus filhos em falta, e nunca prosperam, mas vivem desempregados e endividados?
Vejamos, pois, a resposta que as Escrituras Sagradas nos dão para tal controvérsia. Para que entendamos o real significado do dízimo, devemos compreender sua definição, contexto histórico e social e finalidade. A princípio, deve-se ter em mente que o dízimo fazia parte da Lei Levítica, ligada ao antigo sacerdócio. "Todos os dízimos da terra, seja dos cereais, seja das frutas das árvores, pertencem ao Senhor; são consagrados ao Senhor. Se um homem desejar resgatar parte do seu dízimo, terá que acrescentar um quinto ao seu valor. O dízimo dos seus rebanhos, um de cada dez animais que passem debaixo da vara do pastor, será consagrado ao Senhor” (Levítico 27:30-32).


DÍZIMO EM DINHEIRO? E QUEM O COME?




Como visto, o dízimo era pago em alimentos, fossem da terra ou dos rebanhos, diferentemente de hoje, que é cobrado em dinheiro. Temos, assim, uma grande divergência. Será que na época não havia dinheiro? O livro de Gênesis, anteriormente à instituição do dízimo, relata Avraham (Abraão) pagando pela sepultura da esposa em moeda corrente. “Então Avraham se inclinou diante do povo da terra, e falou a Efrom, aos ouvidos do povo da terra, dizendo: Se te agrada, peço-te que me ouças. Darei o preço do campo; toma-o de mim, e sepultarei ali o meu morto. Respondeu Efron a Avraham: Meu senhor, ouve-me. Um terreno do valor de quatrocentos siclos de prata! que é isto entre mim e ti? Sepulta, pois, o teu morto. E Avraham ouviu a Efron, e pesou-lhe a prata de que este tinha falado aos ouvidos dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, moeda corrente entre os mercadores” (Gênesis: 23:12-16). Como Avraham era estrangeiro, peregrino na terra onde se encontrava, teve que comprar uma terra para ali sepultar Sarai, apesar de Efron não querer receber a princípio, e o fez em moeda corrente, ou seja, prata, dinheiro. Tem-se, desta forma, que o Eterno só queria como dízimo alimentos e não dinheiro, pois que este já existia e não foi pedido.
Os sacerdotes ficavam em tempo integral a serviço do santuário, oferecendo ali sacrifícios pelos pecados do povo e, por isso, não podiam trabalhar. Dedicavam todo o seu tempo ao Senhor. Em virtude disso, não tinham com que se sustentar, comendo das ofertas que apresentavam e dos dízimos. Além deles, também os outros levitas se beneficiavam dos alimentos que eram dizimados, dado que também participavam do serviço do Santuário. Mas por que não recebiam o dízimo em dinheiro? “Mas procurarão o local que o Senhor, o seu Elohim (D-us), escolher dentre todas as tribos para ali pôr o seu nome para sua habitação. Para lá vocês deverão ir e levar holocaustos e sacrifícios, dízimos e dádivas especiais, o que em voto tiverem prometido, as suas ofertas voluntárias e a primeira cria de todos os rebanhos. Ali, na presença do Senhor, do seu Elohim, vocês e suas famílias comerão e se alegrarão com tudo o que tiverem feito, pois o Senhor, o seu Elohim, os terá abençoado” (Deuteronômio 12:5-7). Assim, os sacerdotes, levitas e suas famílias comiam das ofertas e dízimos. Além disso, vale lembrar que a tribo de Levi não teve parte na divisão das terras e, portanto, necessitava de ajuda. “E regozijem-se ali perante o Senhor, o seu Elohim, vocês, os seus filhos e filhas, os seus servos e servas e os levitas que vivem nas cidades de vocês, por não terem recebido terras nem propriedades” (Deuteronômio 12:12).


POR QUE O DÍZIMO FICA SOMENTE COM O PASTOR?






Outro fato importante a ser lembrado é que os levitas, sejam quais fossem suas atribuições no Santuário, comiam do dízimo oferecido. É comum imaginar levitas como apenas músicos, o que seria o ministério de louvor atual, mas várias eram as funções dessa tribo na Casa do Pai.
·         Arquitetos, construtores, secretários ( 2 Crônicas 34:8-13);
·         Cantores e Músicos ( 1 Crônicas 25:1-31; 2 Crônicas 5:12; 34:12);
·         Escribas, escrivães, oficiais e porteiros ( 1 Crônicas 2:55; 2 Crônicas 34:13);
·         Juízes ( Deuteronômio 17:8-9; 21:5; 1 Crônicas 23:4; 2 Crônicas 19:8);
·         Professores ( Deuteronômio 24:8; 33:10;  2 Crônicas 35:3; Neemias 8:7).
Em virtude do serviço, partilhavam do dízimo, que não ficava somente com o sacerdote. Atualmente, nas denominações, continuam a existir tais funções, que seriam a do pastor, ministério de louvor, professores das escolas bíblicas, secretários e obreiros. Se os pastores se entendem como sacerdotes e, por isso, dignos de receber o “dízimo” (só que em dinheiro, totalmente diferente do que mandava a lei), por que não o repartem com os demais ajudantes? Por que os outros têm de trabalhar em empregos que lhes deem salário e o pastor pode receber um salário para “trabalhar” para o Pai? Nota-se que não há cumprimento da lei em nenhum ponto, mas somente distorção bíblica visando ao lucro mensal, fazendo da obra do Eterno uma profissão assalariada.


DÍZIMO MENSAL? ISSO É BÍBLICO?






Há que se atentar também para o fato de que o dízimo não era dado mensalmente como ocorre nos dias atuais, mas, como a colheita era feita anualmente, assim deveria ser separada dela a décima parte. “Separem o dízimo de tudo o que a terra produzir anualmente” (Deuteronômio 14:22). Desta feita, deveriam comer na presença do Senhor. Caso estivessem longe do lugar escolhido, tinham a possibilidade de vender os animais e alimentos agrícolas e, com o dinheiro, comprar alimento para comer onde o Eterno houvesse ordenado. “Mas, se o local for longe demais e vocês tiverem sido abençoados pelo Senhor, pelo seu Elohim, e não puderem carregar o dízimo, pois o local escolhido pelo Senhor para ali pôr o seu Nome é longe demais, troquem o dízimo por prata, e levem a prata ao local que o Senhor, o seu Elohim, tiver escolhido. Com prata comprem o que quiserem: bois, ovelhas, vinho ou outra bebida fermentada, ou qualquer outra coisa que desejarem. Então juntamente com suas famílias comam e alegrem-se ali, na presença do Senhor, do seu Elohim. E nunca se esqueçam dos levitas que vivem em suas cidades, pois eles não possuem propriedade nem herança próprias” (Deuteronômio 14:24-27). Não cabe lugar para a compra de terras, carruagens, vestimentas, mas somente alimentos. O Senhor almejava, com o dízimo, prover alimentação para os que necessitavam, como sacerdotes e demais levitas. Além deles, também havia os excluídos sociais, como os estrangeiros, órfãos e viúvas. O Altíssimo nunca quis que ninguém passasse fome e, por isso, instituiu uma ajuda aos necessitados. “Ao final de cada três anos, tragam todos os dízimos da colheita do terceiro ano e armazene-os em sua própria cidade, para que os levitas, que não possuem propriedade nem herança, e os estrangeiros, os órfãos e as viúvas que vivem na sua cidade venham comer e saciar-se, e para que o Senhor, o seu Elohim, o abençoe em todo o trabalho das suas mãos” Deuteronômio 14:28-29).
Como visto, os sacerdotes recebiam do que necessitavam, não para a vaidade ou ostentação, mas para uma vida simples de serviço ao Rei, comendo do que os agricultores e pecuários dizimavam e ofertavam, partindo também com os levitas e necessitados. Naquela época, já existia dinheiro e muitos trabalhadores recebiam seus salários. Não lhes foi, todavia, exigido o dízimo do seu salário. Que profissionais seriam esses?


PROFISSIONAIS QUE NÃO DIZIMAVAM


·         Alfaiates (Êxodo 28:3; 35:25-26; II Reis 23:7; Proverbios 31:19; Atos 9:39)
·         Artesãos (Exôdo 31:3-5; 35:31-35; II Reis 16:10);
·         Caçadores (Gênesis 10:9; 25:27; Jeremias 16:16);
·     Carpinteiros (II Samuel 5:11; II Reis 12:11; II Crônicas 24:12; Esdras 3:7; Isaías 44.13; Mateus 13:55);
·         Coletores de impostos (Daniel 11:20; Mateus 10:3; Lucas 5:27);
·         Cozinheiros (I Samuel 8:13; 9:23-24);
·         Guardas (II Reis 22:4; 25:18; I Crônicas 15:23-24; Jeremias 35:4);
·         Mercadores (Gênesis 23:16; 37:28; I Reis 10:15; Neemias 13:20; Mateus 13:45) ;
·         Mestres-de-Obra (Rute 2:5-6; I Reis 5:16; II Crônicas 2:2,18; Mateus 20:8);
·         Músicos (I Reis 10:12; I Crônicas 6:33; 9:33; II Crônicas 5:12);
·         Ourives (Neemias 3:8, 31-32; Isaías 40:19; 41:7; Jeremias 10:9);
·         Padeiros (Gênesis 40:1-2; Jeremias 37:21; Oséias 7.4);
·         Pescadores (Isaías 19:8, Jeremias 16:16; Ezequiel 47:10; Mateus 4:18: 13:48; Lucas 5:2).
As Escrituras não relatam esses profissionais comprando alimentos para dar ao sacerdote. Não há que se exigir de uma pessoa o que ela não produz. O Eterno não fez isso.
Além desses, também pequenos proprietários não deveriam dizimar, uma vez que somente o décimo era entregue ao sacerdote. Quem possuísse menos de 10, portanto, estava isento do dízimo. Em suma, somente quem tivesse muitos bens dizimava, pois não era cobrado de quem vivia com simplicidade e não poderia pagar. Hoje, o que vemos, são pessoas que quase passam fome para pagar dízimo. Será que isso é correto? As Escrituras não dão apoio para tal pensamento.


TORCENDO MALAQUIAS




É muito comum em pregações a utilização do livro de Malaquias para forçar os membros a “dizimarem” com dinheiro, alegando que, se não o fizerem, estarão roubando o Pai. Vejamos o verso em que se fiam os pastores para tal: "Pode um homem roubar de Elohim? Contudo vocês estão me roubando. E ainda perguntam: ‘Como é que te roubamos? ’ Nos dízimos e nas ofertas” (Malaquias 3:8). Esquecem-se, entretanto, de que a mensagem fica totalmente fora do contexto se lida somente com este verso. Já diz o ditado: “Texto sem contexto, é pretexto”. Satan também se utilizou de textos sem contexto, versículos isolados e distorcidos, para tentar o Salvador. Faz-se necessário, para não cair no mesmo engano, entender toda a mensagem. Para começar, a advertência que os líderes religiosos de hoje atribuem ao povo, foi dirigida aos sacerdotes. Será que os pastores não leram a mensagem toda? Tudo isso é preguiça ou cegueira espiritual? Ou ainda estelionato?
A palavra do Senhor contra os sacerdotes começa a ser relatada em Malaquias, capítulo 2. "’E agora esta advertência é para vocês, ó sacerdotes. Se vocês não derem ouvidos e não se dispuserem a honrar o meu nome’, diz o Senhor dos Exércitos, ‘lançarei maldição sobre vocês, e até amaldiçoarei as suas bênçãos. Aliás, já as amaldiçoei, porque vocês não me honram de coração. Por causa de vocês eu vou destruir a sua descendência; esfregarei na cara de vocês os excrementos dos animais oferecidos em sacrifício em suas festas e lançarei vocês fora, juntamente com os excrementos. Então vocês saberão que fui eu que lhes dei esta advertência para que a minha aliança com Levi fosse mantida’, diz o Senhor dos Exércitos” (Malaquias 2:1-4).
A advertência continua com o Eterno dizendo: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança. Também por amor de vós reprovarei o gafanhoto, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o seu fruto antes do tempo, diz o Senhor dos exércitos” (Malaquias 3:10-11).
É comum ver as pessoas confundindo Casa do Tesouro com Santuário (igreja) e gafanhoto com satan, mas o texto é literal, ou seja, não tem sentido figurado, simbólico. Os dízimos não estavam chegando à casa do tesouro, uma espécie de tesouraria, grande pátio onde se guardavam os mantimentos e animais, fosse por que agricultores e pecuaristas não dizimavam ou os sacerdotes não levavam os dízimos para que servissem de alimento para os levitas e depois fossem repartidos com os necessitados, como visto anteriormente. Além disso, os dizimistas, por falta de fé ou por ganância, avareza e falta de amor ao próximo, temiam perder parte do rebanho ou dos cereais e que isso lhes fizesse falta posteriormente. Por isso, o Soberano garantiu que não haveria pragas na plantação (devorador, gafanhoto) e que haveria chuva (abrir as portas do céu) para que a produção fosse abençoada. Não se pode entender como se o Pai estivesse dizendo que cairia dinheiro do céu para quem dizimasse e que satan não o roubaria. Isso é totalmente fora do contexto.
A teologia da prosperidade tem lançado muitos para longe do Salvador, fazendo com que as pessoas entreguem 10% de seus salários para os pastores esperando em troca riquezas, luxo, ostentação, que, na maioria das vezes, não chega para esses “dizimistas”. Alguma coisa está errada. Ou a Bíblia está mentindo ou o pastor. Ora, sabemos que as Escrituras são a Palavra do Eterno e que Ele não mente.
Onde está o amor ao próximo no ato dessa entrega de dinheiro às igrejas atuais? Será que o Altíssimo aprova que uma pessoa pobre alimente os luxos dos ricos? Seria correto pagar aos pastores pela pregação? Isso não seria a venda do Evangelho? O Criador não aceita que se acheguem a Ele por interesse, mas busca os puros de coração. Não adianta tentar barganhar com Ele com dinheiro. Salvação não se compra.
Muitos dos que se professam “crentes” esperam ser como Avraham e os patriarcas, que possuíam riqueza. Pagam aos pastores almejando receber do Pai bens materiais. Poucos são os que querem ser como João Batista, que mal tinha o que comer e vestir, e de graça anunciava as Boas Novas, como os discípulos, que pregavam sem pedir dinheiro em troca, como Shaul (Paulo), que trabalhava para comer. Será que os apóstolos eram burros por não pedir dinheiro das pessoas? Poderiam vender o Evangelho e ter uma vida abastada, com vestimentas caras, belas casas, bens, mas preferiram seguir a simplicidade de seu Mestre, que Se entregou sem pedir nada em troca, por amor a nós.


DÍZIMO DE ABRAÃO E DE JACÓ


Talvez o leitor, diante do que foi exposto, tente justificar o pagamento do dízimo por Avraham (Abraão) e Yaakov (Jacó). Acerca disso as Sagradas Letras descartam tal apoio para o pagamento aos líderes religiosos.
Quanto ao dízimo de Avraham, há o relato do pagamento VOLUNTÁRIO a Malkiy-Tzadeq (Melquisedec), não em dinheiro, mas em despojos de guerra. “Então Malkiy-Tzadeq, rei de Salém e sacerdote do Elohim Altíssimo, trouxe pão e vinho e abençoou Avraham, dizendo: "Bendito seja Avraham pelo Elohim Altíssimo, Criador dos céus e da terra. E bendito seja o Elohim Altíssimo, que entregou seus inimigos em suas mãos". E Avraham lhe deu o dízimo de tudo” (Gênesis 14:18-20). A carta aos Hebreus comprova tal afirmação: “Esse Malkiy-Tzadeq, rei de Salém e sacerdote do Elohim Altíssimo, encontrou-se com Avraham quando este voltava, depois de derrotar os reis, e o abençoou; e Avraham lhe deu o dízimo de tudo. Em primeiro lugar, seu nome significa "rei de justiça"; depois, "rei de Salém" quer dizer "rei de paz". Sem pai, sem mãe, sem genealogia, sem princípio de dias nem fim de vida, feito semelhante ao Filho de Elohim, ele permanece sacerdote para sempre. Considerem a grandeza desse homem: até mesmo o patriarca Avraham lhe deu o dízimo dos despojos!” (Hebreus 7:1-4). Com o Sacrifício do Cordeiro, hoje temos um sacerdócio segundo a ordem de Malkiy-Tzadeq (Melquisedec), que não tem ligação alguma com dinheiro.
Jacó fez uma promessa de dizimar. “E esta pedra que hoje coloquei como coluna servirá de santuário de Elohim (D-us); e de tudo o que me deres certamente te darei o dízimo" (Gênesis 28:22). Note-se que disse dizimar do que ganhasse, dando o dízimo se fosse abençoado, muito diferente da situação que presenciamos de pessoas que mal têm o que comer sendo obrigadas a entregarem 10% de seus salários. Além disso, também foi uma promessa voluntária que ligaria sua descendência. Não há exigência da parte do Senhor.


COSTURANDO O VÉU DO SANTUÁRIO




Dizem veementemente que a Lei foi abolida, que não há necessidade de se guardar o sábado, mas do dízimo, que pertence à Lei, não abrem mão, e, muito pior, torcem as Escrituras para exigir dinheiro, buscando seus próprios interesses. Se os dízimos eram dados aos sacerdotes devido ao fato de imolarem animais pelo pecado do povo, não tendo como trabalhar, mas servindo no Santuário, hoje os pastores deveriam fazer o mesmo para merecer os dízimos, deveriam morar na igreja, o que já pouparia o aluguel de suas casas, que sai do bolso dos membros, deveriam oferecer animais em sacrifício, já que se julgam sacerdotes como eles. Sabemos, porém, que o Sacrifício do Cordeiro vale até sua Volta, não havendo mais necessidade desses serviços sacerdotais. Querem costurar o véu do Santuário, que foi rasgado.
Assim, os pastores podem trabalhar, a exemplo de Paulo, que não era pesado aos irmãos. Muitos são os que nem trabalham, querendo ser sustentados pelo dinheiro das ovelhas, tendo carros, pagando salão para suas esposas, escola particular para os filhos. Onde vemos os sacerdotes segundo a lei levítica tendo uma vida luxuosa assim? Até quando você irá custear os luxos e a preguiça de seu líder religioso? Baseado em que livro das Escrituras você se sente obrigado a isso?


DÍZIMO NO NOVO TESTAMENTO


É muito comum os discursos que separam os tempos entre Lei e Graça. Sabe-se que Yeshua nos livrou da maldição da lei, que é a morte por causa da transgressão da lei, como, por exemplo, o apedrejamento por causa de adultério. Todavia, Yeshua disse que não aboliu a Lei, mas a plenificou. “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir” (Mateus 5:17). Notamos nosso Mestre sempre dando uma interpretação plena à Lei e aos Mandamentos, cumprindo o amor ao Pai e ao próximo. Tem-se, então, que nada foi mudado, mas tornado pleno, perfeito. O maior exemplo dessa perfeição é com relação ao Sacerdócio, que passou da mão dos sacerdotes levitas para o Messias, com seu Sacrifício. Assim, hoje Ele é o Sumo Sacerdote e quem deve receber nosso dízimo é Ele e não o pastor da sua denominação, que não é o Santuário, o Templo. Ora, mas como podemos dar de comer ao Salvador, uma vez que o dízimo deve ser em alimento e Ele está à direita do Pai e não mais feito carne entre nós? O próprio Yeshua responde a tal questionamento. Vejamos:
“Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; Pois tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era forasteiro, e recolhestes-me; estava nu, e vestistes-me; enfermo, e visitastes-me; preso, e viestes ver-me. Então perguntarão os justos: Senhor, quando te vimos faminto, e te demos de comer; ou com sede, e te demos de beber? Quando te vimos forasteiro, e te recolhemos; ou nu, e te vestimos? Quando te vimos enfermo, ou preso, e fomos visitar-te? O Rei responderá: Em verdade vos digo que quantas vezes o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes. Dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, destinado ao Diabo e seus anjos. Pois tive fome, e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; era forasteiro, e não me recolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo e preso, e não me visitastes. Também eles perguntarão: Senhor, quando te vimos faminto, com sede, forasteiro, nu, enfermo, ou preso, e não te servimos? Então lhes responderá: Em verdade vos digo que quantas vezes o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer” (Mateus 34-45).
Claro que não se deve negar ajuda aos verdadeiros mensageiros da Palavra, mas isso não quer dizer que você tenha que lhe dar dinheiro, mesmo porque os pregadores sinceros não devem ter interesse material. “Quem vos recebe a mim me recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou. Quem recebe um profeta, no caráter de profeta, receberá o galardão de profeta; quem recebe um justo, no caráter de justo, receberá o galardão de justo. E quem der a beber, ainda que seja um copo de água fria, a um destes pequeninos, por ser este meu discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão” ( Mateus 10:40-42).
A vontade do Rei sempre foi que socorrêssemos os necessitados e, por isso, como dito anteriormente, instituiu uma ajuda conforme a Lei Levítica, em que sacerdotes, demais levitas (que não tinham herança e não tinham como trabalhar) e viúvas, órfãos e estrangeiros, ou seja, os necessitados, não passassem dificuldades. Era cobrado somente dos que trabalhavam com a terra a doação de alimentos para essas classes de pessoas, com a 10ª quantia de todos os seus produtos ou animais. Como a lei foi plenificada, podemos todos partilhar de nossos bens com os pobres, doando alimentos, agasalhos, roupas, remédios, acolhendo em nossa casa, visitando, pregando o Evangelho com obras e não somente com palavras. Se as igrejas atuais tivessem realmente compromisso com a Verdade, não veríamos tantas pessoas passando necessidade enquanto os líderes religiosos se fartam com o dinheiro do rebanho. Isso não o lembra uma passagem das Escrituras? “O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Mas o que é mercenário, e não pastor, de quem não são as ovelhas, vendo vir o lobo, deixa as ovelhas e foge; e o lobo as arrebata e dispersa. Ora, o mercenário foge porque é mercenário, e não se importa com as ovelhas” (João 10:10-13).






Percebemos que aparecem as figuras mercenário e lobo. Logo, satan não pode ser o mercenário, visto que é o lobo. O mercenário seria quem finge cuidar das ovelhas, mas só se importa com o dinheiro recebido. Quem trabalha para o Pai em troca de dinheiro não passa de mercenário e é por isso que as ovelhas se encontram cada vez mais dispersas. Se os pastores se preocupassem com as ovelhas, não as deixaria em dificuldade, tanto de cuidado material, necessário para a sobrevivência, como alimentos, roupa, morada, como espiritual.




Você pode alegar que dá o dinheiro à igreja por pensar estar fazendo a sua parte, mas dar dinheiro ao mercenário é sustentar um falso pastoreado. Pode também dizer que sua “igreja” tem projetos sociais e o dinheiro pago por você é bem empregado na assistência aos pobres. Se isso realmente acontece, se o dinheiro é totalmente revestido ao amor pelo próximo, nada se pode ter contra tal pagamento, mas o que as Escrituras deixam claro é que isso NUNCA FOI DÍZIMO. Pode até ser chamado de oferta, mas nunca de dízimo, lembrando que as ofertas devem ser dadas conforme mandar o coração e não sobre uma porcentagem do salário. "Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Elohim (D-us) ama ao que dá com alegria." (2Cor 9:7). Mais ainda: “E os discípulos determinaram mandar, cada um conforme o que pudesse, socorro aos irmãos que habitavam na Judeia” (Atos 11:29). Shaul (Paulo), também diz em sua carta: “Portanto, julguei necessário exortar estes irmãos que fossem adiante ter convosco, e preparassem de antemão a vossa beneficência, já há tempos prometida, para que a mesma esteja pronta como beneficência e não como por extorsão” (2 Coríntios 9:5).
Se o lugar onde se congrega possui contas a pagar, como aluguel, água e luz, por que não se reunir os membros e dividir as contas? Por que dar 10% do salário? Por que arrancar o couro de uma ovelha que não tem nem pra si e sua família? Isso não é bíblico.
O Salvador e os discípulos nunca cobraram dízimo, mas pregavam a Palavra por amor, nada esperando em troca, vivendo com simplicidade. Assim devemos proceder, sendo imitadores do Mestre, que é o nosso Sacerdote. Os pastores não têm as funções sacerdotais do antigo Santuário, pois o véu foi rasgado. Por que então pagar um falso dízimo a quem não tem direito? As Escrituras nos alertam sobre essas pessoas, dizendo: “Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição” (2 Pedro 2:1). Cobrar um falso dízimo como se fosse sacerdote é usurpar o lugar do Senhor, é negar o Sacrifício do Cordeiro, pois Ele é o Sacerdote e é a Ele que devemos entregar o “dízimo” de forma plena, que é a partilha do que possuímos com os necessitados. Reflita, leia as Escrituras. Não sustente mercenários. Façamos a vontade do Eterno e não os interesses de homens.




YESHUA ESTÁ VOLTANDO!






quarta-feira, 13 de julho de 2011

ET VISTO NOS CÉUS DA AMAZÔNIA:

Luzes no céu da Amazônia expõem o tema extraterrestre sem dogmas PDF Imprimir E-mail
Seg, 11 de Julho de 2011 17:19
altA reportagem veiculada há alguns dias pelo programa Juruá Notícias, da TV Juruá, emissora afiliada do SBT no município de Cruzeiro do Sul, no Acre, abordou com franqueza o aparecimento de luzes no céu amazônico, fenômeno presenciado e filmado por populares. O apresentador do programa Rogério Venceslau conseguiu colocar o difícil assunto com precisão, sem a influência de contrapontos e interpretações ambíguos e, com muita franqueza falou sobre o tema extraterrestre, ainda considerado um assunto polêmico.
 
Embora o aparecimento de luzes brilhantes e suas evoluções no céu tenham aumentado em diferentes partes do planeta nos últimos anos, o assunto extraterrestre ainda é considerado um mito. Governos, religiões, entidades sociais civis e miliares, por diversas razões, preferem esconder da maioria das pessoas os estudos e a pesquisa sobre o aparecimento de OVNIS e, quando o tema é levantado, as pessoas comuns que atuam nessa pesquisa são desqualificadas. Na maioria das vezes, o tema extraterrestre vira roteiro de filme, com os ETs sempre sendo os vilões querendo prejudicar a raça humana.
 
 O Projeto Portal instalou sua base de pesquisa na Fazenda Portal, em Corguinho/MS porque ali é o local de maior índice de aparição de fenômenos luminosos do planeta, devido à sua localização geográfica de 19º Latitude Sul. O segundo maior ponto é na Amazônia. Com o tempo, parte do grupo liderado pelo pesquisador e ufólogo Urandir Fernandes de Oliveira, conseguiu manter contato com essas inteligências, sendo que 1.221 deles já estiveram frente a frente e conversaram verbalmente com eles.
                                                                                 
                                                                                

                                                                         
Et Bilu
Entre essas inteligências está o ET Bilu, da raça Laquin, proveniente de Pegasus, hoje um fenômeno nacional, embora ainda muitas pessoas não acreditem que um extraterrestre possa se chamar Bilu e  ter voz de criança. Apesar disso, Bilu conseguiu atrair a atenção causando sensacionalismo. Em uma das vezes, disse a um jornalista que os “extraterrestres são bonzinhos, não têm tentáculos e são amigos dos humanos”.
 
No final de abril, Bilu prometeu fazer revelações que colocariam em choque o conhecimento. A primeira revelação do ET mais polêmico, fala sobre o formato da Terra, dizendo que nosso planeta não é redondo, mas convexo em seus continentes com os mares niveladas. Trata-se de uma afirmação que contradiz a ciência no que se refere às leis de física e outros setores científicos. 
 
Os pesquisadores do Projeto Portal estão realizando testes para comprovar a teoria sugerida pelo ET Bilu.
É sintomático que fenômenos extraterrestres se apresentem em diversos pontos do país e do mundo, com o aparecimento de luzes até em Jerusalém, recentemente filmado por populares. Agora a reportagem do programa Juruá Notícias mostra os mesmos fenômenos na Amazônia. Algo realmente está ocorrendo e a verdade sobre os extraterrestres está cada vez se revelando mais.
 
É surpreende a atitude do apresentador Rogério Venceslau, que não teve receio de ferir interesses das lideranças mundiais, de entidades civis e militares e de grandes indústrias, ao falar sobre o assunto, mostrando total clareza da manipulação que há por trás do tema extraterrestre para que o mesmo não chegue ao conhecimento da população. Tratou com seriedade e franqueza um assunto que a grande mídia não tem coragem de fazer e quando faz, é ridicularizando o tema, bem como as pessoas envolvidas.  Talvez façam isso talvez para não ferir o interesse de seus patrocinadores por questões ideológicas, financeiras e etc...
 
Última atualização em Seg, 11 de Julho de 2011 17:20
  Divulgue!

terça-feira, 12 de julho de 2011

MENSAGEM DE MÃE MARIA:

Mãe Maria, Poder do Amor e da Compaixão

" Sou Aquela que ouve o choro e o lamento da Humanidade. Rogo aos corações e às mentes dos meus filhos, para que também ouçam o meu Chamado. As mudanças no planeta são inevitáveis, as mudanças em vossas vidas, crenças, corpos físicos e sutis, assim como em vossos DNAs espirituais, também são resultados de uma mudança ainda maior que ocorre no Cosmos. Existem ainda muitas coisas que para vós são misteriosas e desconhecidas, mas que fazem parte de uma ordem Maior, que no momento ainda está além da vossa compreensão. Não estamos assistindo à tudo de forma impassível, e sim, estamos trabalhando de forma árdua e incessante pela vossa evolução. Recorram à Fonte de Luz Maior e a Mim neste momento de transição pelo qual Todos estamos passando juntos!!! Buscai em meditação o Amor, a Compaixão, a Paz, a Harmonia em suas vidas, no núcleo familiar, em primeiro lugar. Irradiaem vibrações de Amor e de Cura para o Planeta, buscando a unidade não só entre vós que pertenceis a mesma raça, mas, também com os elementos,seres e diferentes reinos da natureza à vossa volta. Assim como com o Universo do qual todos fazemos parte. Fortaleçam-se na Fé, pois, não estão sozinhos e nunca estarão. O sentimento de confiança e de entrega fazem parte da Fé, e neste momento que atravessais, são muito importantes. Estou sempre presente, basta que busquem Minha Presença com vossos corações e vossas mentes e estaremos sintonizados em uma mesma frequencia vibratória. E não esqueçam: o perdão começa em perdoar-se a si mesmo, só assim poderemos perdoar ao próximo. Com Amor, Mãe Maria."

ORAÇÃO PELA PAZ:

ORAÇÃO   PELA  PAZ   NO   MUNDO
Há Uma Paz, Um Poder, Uma Presença, que permeia e penetra em todo o Universo.
É uma Força de Deus. É a Fonte de toda a Existência.
Ela está ativa em todas as coisas.
Ela é uma Energia disponível a toda a humanidade e está presente agora, neste exato momento.

Eu compreendo agora que eu sou um pilar da Paz.
Eu sei que eu sou uno com este Poder. Esta Presença Gloriosa é o alicerce do meu ser.
Esta Energia Cósmica flui através de mim e me conecta com toda a Humanidade.

Eu escolho agora usar este imenso poder da minha mente para criar um mundo digno de todos nós.
Eu dirijo os meus pensamentos em direção à Paz, ao Amor, à Cooperação e eu posso ver todas as pessoas do mundo, unidas em uma Celebração Jubilosa da Vida.
Esta energia que eu libero, transforma este momento e toda a eternidade. As gerações que vierem, serão abençoadas com um mundo baseado na Paz.
Pois eu sei agora que a Paz começa comigo e é o legado legítimo para as Humanidades.
Um legado que eu vivo diariamente com todos os meus pensamentos, palavras e ações.

A Paz está aqui agora!
A Paz está aqui para sempre!

Eu agradeço por este momento sagrado de Paz. Eu agradeço por uma eternidade de Paz.
Eu agradeço pela minha família global que vive na Paz.
Eu agradeço pelos laços de amor que nos unem com força e coragem para criar o mundo dos nossos sonhos.

Um Mundo de Paz.

Um Mundo Amoroso.

Um Mundo Pleno de Infinitas Possibilidades.

Eu sou Uno com toda a Existência.
Eu sou Uno com a Fonte da própria Vida.
Eu sou Uno com a Presença da Paz e compartilho estas bênçãos com todo o mundo.

Eu sei que as minhas palavras são cheias de Verdade e de Poder e eu as libero à Lei Universal da Vida.
Eu sei que como eu o disse, assim será.

E assim é.

Paz. Paz. Paz.
Amém.