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sexta-feira, 3 de julho de 2015

AS ORIGENS DA ADORAÇÃO-Porque nós fomos condicionados á rituais


PRÓLOGO
Existem inúmeras formas de expressão daquilo que chamamos de energia. A que nutre a tudo e a todos, a todo instante e no universo inteiro chama-se Energia Cósmica. Há inúmeras formas de conexão conscientes e inconscientes. Algumas pessoas têm mais facilidade de acesso que outras e o fluxo de energia é mais ou menos intenso de acordo com a limpeza dos canais internos de comunicação individuais(práticas espirituais,mente meditativa,alimentação vegana). Não existe o critério de merecedor ou não merecedor. Ela está disponível para que todos os seres se beneficiem. Cada pessoa, com seu livre- arbítrio, se inclui ou se exclui nesse processo universal. Também não existe um lugar específico, nem tampouco fórmulas secretas só para privilegiados. Tudo é muito simples, de acordo com as leis naturais e espirituais do universo. É só olhar para a natureza, com toda a sua complexidade/simplicidade, e procurar entender o que ocorre.Muitos mestres, das mais diferentes épocas e partes do mundo, ensinaram que o acesso direto à energia cósmica está definitivamente ligado à fé ativa, que não é palpável nem visível. É difícil descrever esse “sentimento”, e o que se aproxima de mais concreto é a certeza, a aceitação de que algo existe e faz com que esse algo seja transformado em Força. Será que um Reikiano tem mais fé do que quem não é? E uma pessoa que reza o terço católico ou o tibetano? Não, sem a fé viva e genuína,não manipulada e vinda do coração, não há efeito algum. Embora seja treinado a servir apenas de “bambu oco” para a passagem da energia, o canal dessa pessoa é também considerado, daí porque a disciplina pessoal de quem se conecta com energias cósmicas é fundamental. A Força representada pelo nome de fé, não pode ser medida nem é coisa para privilegiados. Ela é um ato de vontade consciente e acima de dúvidas, é um fator diferencial na nossa vida. Assim, é preciso treinar a conexão com as forças cósmicas e acreditar nelas. A certeza da conexão modifica padrões físicos, mentais e materiais pelo bom uso da energia cósmica, sempre com uma certa  “ajuda” dos seres benevolentes da Hierarquia  das dimensões mais altas e evoluídas.Vamos ver como o homem primitivo iniciou suas crenças e rituais e como fomos influenciados pelos seres extraterrestres que por aqui estiveram e nos deixaram seu legado, que, somado ás nossas crenças primitivas, formaram o padrão que estamos aceitando até hoje, com o acréscimo das manipulações de uma Elite Global que tem sido mantida atráves dos tempos,por todas as religiões de Templo, com seus rituais hipnóticos, sugestionáveis, amedrontadores(com pecados e punições) e limitadores.
O HOMEM PRIMITIVO – SUAS CRENÇAS E RITUAIS
A religião primitiva teve uma origem biológica, um desenvolvimento evolucionário natural, independentemente das conjunções morais e de todas as influências espirituais. Os animais, mesmo os superiores, têm medos, mas não têm ilusões e, conseqüentemente, nenhuma religião. O homem cria as suas religiões primitivas dos próprios temores e por meio das suas ilusões.Na evolução da espécie humana, a adoração, nas suas manifestações primitivas, apareceu muito antes que a mente do homem fosse capaz de formular os conceitos mais complexos de vida os quais agora, e futuramente, merecem ser chamados de espiritualidade. A religião primitiva tinha uma natureza totalmente instintiva e era baseada inteiramente em circunstâncias corriqueiras. Os objetos da adoração eram sempre sugestivos; consistiam de coisas da natureza que estavam à mão, ou ocupavam lugar bem comum na experiência dos homens primitivos de mentes simples.Em uma época ou em outra, o homem mortal adorou tudo sobre a face da Terra, incluindo a si próprio. E adorou também tudo o que fosse imaginável, no céu e sob a superfície da Terra. O homem primitivo temia todas as manifestações de poder; e adorou á todos os fenômenos naturais que não podia compreender. As forças naturais poderosas, tais como as tempestades, enchentes, terremotos, deslizamentos de terra, vulcões, fogo, calor e frio, como observadas pelo homem, impressionaram em muito a sua mente em expansão. As coisas inexplicáveis da vida ainda são chamadas de “atos de Deus” e de “dispensações misteriosas da Providência”
O primeiro objeto a ser adorado pelo homem em evolução foi umapedra.As pedras impressionaram o homem primitivo, primeiro, por serem extraordinárias, em vista do modo pelo qual tão subitamente apareciam na superfície de um campo cultivado ou um pasto.Contudo, a influência mais profunda foi exercida pelos meteoros, os quais os humanos primitivos viam entrar na atmosfera, em uma grandiosidade flamejante. A estrela cadente era atemorizante para o homem primitivo, que acreditava com facilidade que aqueles riscos flamejantes marcavam a passagem de um espírito a caminho da Terra.Todos os clãs e tribos antigas tiveram as suas pedras sagradas.Um grupo de cinco pedras foi reverenciado na Índia; na Grécia, um agrupamento de trinta delas; em meio aos homens vermelhos, era comum um círculo de pedras. Os romanos sempre atiravam uma pedra para o ar, quando invocavam Júpiter,enfim, os simples mortais nem sempre identificam a Divindade com um objeto reverenciado com cerimônia. Tais fetiches são, muitas vezes, meros símbolos do objeto real da adoração.Ainda hoje, a pedra tumular é um símbolo sobrevivente de imagens e ídolos esculpidos, em vista das crenças nos fantasmas e espíritos dos companheiros que se foram.
A adoração de colinas veio depois da adoração da pedra, e as primeiras colinas a serem veneradas foram grandes formações de rochas. Em seguida, tornou-se hábito acreditar que os deuses habitavam nas montanhas, de um modo tal, que as altas elevações de terras eram adoradas por mais essa razão. Com o passar do tempo, sendo associadas á certos deuses, certas montanhas tornavam-se sagradas. Os aborígines ignorantes e supersticiosos acreditavam que as cavernas levavam ao submundo, com os seus espíritos e demônios malignos e, ao contrário, as montanhas, eram identificadas com os conceitos, num desenvolvimento mais recente, das deidades e dos espíritos bons.As plantas primeiro foram temidas e depois adoradas, por causa dos tóxicos que se derivavam delas. O homem primitivo acreditava que a intoxicação fazia com que alguém se tornasse divino. Supunham haver algo de inusitado e sagrado em tal experiência. Mesmo nos tempos modernos, o álcool é conhecido como “espírito”, “santo” e outras derivações.
Os cultos de adoração de árvores estão nos grupos das religiões mais antigas. Todos os casamentos primitivos eram feitos sob as árvores e, quando as mulheres desejavam ter filhos, algumas vezes iam às florestas abraçar afetuosamente um robusto carvalho. Muitas plantas e árvores foram veneradas pelos seus poderes medicinais, reais ou imaginários. O selvagem acreditava que todos os efeitos químicos fossem devidos à atividade direta de forças sobrenaturais.As idéias sobre os espíritos das árvores variavam muito entre as tribos e raças diferentes. Algumas árvores eram habitadas por espíritos afáveis; outras abrigavam espíritos cruéis e enganosos. Os finlandeses acreditavam que a maior parte das árvores era ocupada por espíritos bons. Os suíços há muito desconfiavam das árvores, acreditando que continham espíritos traiçoeiros. Os habitantes da Índia e da Rússia Oriental consideravam os espíritos das árvores como sendo cruéis. Os patagônios ainda adoram árvores, como o fizeram os semitas primitivos. Muito depois de cessarem de adorar as árvores, os hebreus continuaram a venerar as suas várias deidades dos bosques. Exceto na China, houve um culto universal à árvore da vida.A crença de que a água, bem como os metais preciosos, debaixo da superfície da Terra, podem ser detectados por um divinatório ramo de madeira é uma lembrança dos antigos cultos às árvores. O mastro de Primeiro de maio, a árvore de Natal e a prática supersticiosa de bater na madeira perpetuam alguns dos antigos costumes de adoração das árvores e dos seus cultos mais recentes.
O homem primitivo possuiu um sentimento peculiar e fraternal para com os animais superiores. Os seus ancestrais haviam vivido com eles e haviam, até mesmo, se acasalado com eles. No sul da Ásia acreditou-se primitivamente que as almas dos homens voltavam à Terra, na forma animal. Essa crença era um remanescente da prática ainda mais primitiva de adorar osanimais.Os homens primitivos reverenciavam os animais pelo seu poder e astúcia. Julgavam que os apurados sentidos do olfato e da visão de certas criaturas fosse um sinal de orientação espiritual. Os animais têm sido adorados por uma raça ou por outra, em um momento ou em outro. Entre esses objetos de adoração, estavam criaturas que foram consideradas como meio humanas e meio animais, tais como o centauro e a sereia(nota pessoal; Essas foram experiências genéticas feitas aqui por seres extraterrestres com DNA humano e animal, permutado com DNA extraterrestre)
Os hebreus adoravam serpentes até os dias do rei Ezequias; os indianos ainda mantêm relações amigáveis com as suas cobras caseiras. A adoração chinesa ao dragão é um remanescente dos cultos das cobras. A sabedoria da serpente era um símbolo da medicina grega e é ainda empregado como um emblema pelos médicos modernos. A arte do encantamento das cobras tem sido transmitida desde a época das xamãs femininas do culto de amor às cobras, e, como resultado das picadas diárias das cobras, elas tornavam-se imunes.
As raças primitivas veneraram fontes e adoraram rios. O batismo tornou-se um cerimonial religioso na Babilônia, e os gregos praticavam o ritual anual do banho. Fácil era para os antigos imaginar os espíritos residindo nas nascentes borbulhantes, nas fontes efusivas, nos rios fluentes e torrentes intensas. As águas em movimento causavam impressões vívidas nessas mentes simples, que acreditavam na animação dos espíritos e no poder sobrenatural. Algumas vezes, a um homem que se afogava era negado o socorro, por medo de ofender algum “deus do rio”.
Os hindus freqüentemente mostram Vishnu com uma cabeça de cavalo. Muitas vezes, o símbolo de um animal representa um deus esquecido ou um culto extinto. Primitivamente, na religião cristã, o cordeiro tornou-se o animal típico do sacrifício, e a pomba, o símbolo da paz e do amor.Falando em termos de religião, o simbolismo pode ser bom ou mau, na mesma medida em que o símbolo substitui ou não a idéia original “adorada”. E o simbolismo não deve ser confundido com a idolatria diretamente, na qual o objeto material é direta e factualmente adorado.Muitas coisas e numerosos acontecimentos têm funcionado como estímulos religiosos para povos diferentes, em épocas diferentes.
Um arco-íris ainda é adorado por muitas das tribos das montanhas na Índia. Tanto na Índia quanto na África, o arco-íris é considerado como sendo uma cobra celestial gigantesca; os hebreus e os cristãos consideram-no o “arco da promessa”. Do mesmo modo, influências consideradas como benéficas, em uma parte do mundo, podem ser consideradas malignas em outras regiões. O vento oriental é um deus na América do Sul, pois traz a chuva; na Índia, é um demônio, porque traz a poeira e causa a seca. Os beduínos antigos acreditavam que um espírito da natureza produzia os redemoinhos de areia e, mesmo na época de Moisés, a crença em espíritos da natureza foi forte o suficiente a ponto de assegurar a sua perpetuação na teologia hebraica, como anjos do fogo, da água e do ar.
As nuvens, a chuva e o granizo têm sido todos temidos e adorados por numerosas tribos primitivas e por muitos dos cultos primitivos da natureza. As tempestades de vento com trovões e relâmpagos aterrorizavam o homem primitivo. Tão impressionado ele ficava com as perturbações dos elementos, que o trovão era considerado a voz de um deus irado. A adoração do fogo e o temor dos relâmpagos eram ligados um ao outro e foram bem disseminados entre muitos grupos primitivos.O fogo esteve associado à magia nas mentes dos mortais dominados pelo medo.Algumas tribos adoravam o fogo como uma divindade em si; outras reverenciavam-no como o símbolo flamejante do espírito da purificação e da purgação das suas divindades veneradas.A adoração da lua precedeu a adoração do sol. A veneração da lua esteve no seu auge durante a era da caça, enquanto a adoração do sol tornou-se a principal cerimônia religiosa das idades agriculturais subseqüentes. A adoração solar arraigou-se extensivamente na Índia, inicialmente, e ali perdurou por mais tempo. Na Pérsia, a veneração do sol deu origem ao culto mitraico posterior. Entre muitos povos, o sol foi considerado o ancestral dos seus reis;já os caldeus colocavam o sol no centro dos “sete círculos do universo”. Mais tarde, as civilizações honraram o sol, dando o seu nome ao primeiro dia da semana.Quando evoluiu além da adoração da natureza, a religião adquiriu raízes de origem espiritual; entretanto, foi ainda sempre condicionada pelo ambiente social. À medida que se desenvolveu a adoração da natureza, o homem imaginou conceitos de uma divisão do trabalho para o mundo supramortal; havia espíritos da natureza para os lagos, árvores, cachoeiras, chuva e centenas de outros fenômenos terrestres comuns.Tendo adorado tudo o mais sobre a face da Terra, e nos céus acima, o homem não hesitou em honrar a si próprio com tal adoração. O selvagem de mente simples não faz distinção clara entre as bestas, os homens e os deuses(nota pessoal;entraremos adiante na visão do homem primitivo com relação aos extraterrestres , mas podemos ver até aqui muito bem exemplificado , o porque deles terem sido considerados “deuses”).
O HOMEM E SEUS CONDICIONAMENTOS SOBRE ADORAÇÃO
O homem involuído do passado, tinha como supra-humanas todas as pessoas inusitadas e, assim, ele temia tais seres, a ponto de ter por eles um respeito reverente; em uma certa medida, literalmente os adorava. Até o fato de dar irmãos gêmeos à luz era considerado ou de muita sorte ou de muita falta de sorte. Os lunáticos, os epiléticos e os de mente débil eram freqüentemente adorados ou temidos pelos seus semelhantes de mentes normais, que acreditavam que tais seres anormais eram resididos por deuses ou demônios; Sacerdotes, reis e profetas foram adorados; os homens sagrados de outrora eram considerados como sendo inspirados pelas divindades;os chefes tribais eram divinizados quando mortos. Posteriormente, almas que se distinguiram eram santificadas depois de falecidas.Devemos lembrar de que o sentimento, e não o pensamento, foi a influência que guiou e controlou toda a maioria do desenvolvimento evolucionário até aqui. Para a mente primitiva, há pouca diferença entre temer, esquivar-se, honrar e adorar. A evolução, sem ajuda, nunca originou deuses mais elevados do que os espíritos glorificados, exaltados e evoluídos dos humanos mortos. Na evolução primitiva, a religião cria os seus próprios deuses. No curso da revelação, os Deuses formulam religiões. A religião institucionalizada cria os seus deuses à imagem e semelhança do homem mortal; a espiritualidade reveladora busca evoluir e transformar o homem mortal à imagem e à semelhança do Plenum Cósmico/Deus.
A CHEGADA DOS “DEUSES ASTRONAUTAS EXTRATERRESTRES”
Os exilados,colonizadores, conquistadores, cientistas geneticistas e instrutores que chegaram à Terra, transformaram o planeta em um cadinho de crenças, DNA(genótipo e fenótipo)e costumes, que foram aos poucos assimilados, com o consentimento e o aval dos seres primitivos, que não podiam entender estas “aparições” senão como divindades. Diríamos que constavam de uma classificação mediana, da qual faziam parte seres de todos os graus evolutivos e de espiritualidade relativa, também em evolução, que não souberam manter-se na linha reta das leis superiores. Também inclusos na leva, encontravam-se seus comandados diretos, aqueles que cumpriam suas determinações. Os planetas de onde vieram, também sofreram transformações evolutivas, assim como a Terra sofre no momento,e tiveram sua seleção entre joio e trigo. E assim, como ocorre atualmente nesse Orbe, naqueles planetas,muitos seres   foram encaminhados para mundos afins com sua vibração e merecimento cármico, outros vieram para ensinar, outros melhorar a raça(experimentalmente), outros ainda explorar recursos naturais, e para isso, nada como se passarem por “deuses”.E como fazer o homem primitivo aceitá-los como tal, senão com uma demonstração de força, tecnologia e os tais “poderes”?Formatando rituais, cheios de mistérios, medos, postulados incontestáveis(dogmas) e histórias de controle  e dominação.
Existem vários portais na Terra que permitiram a intro­dução de espécies diferentes, de deuses criadores espaciais. Um dos portais mais gigantescos,que sempre foi muito cobiçado , é o portal do Oriente Médio. Se vocês voltarem na história da Terra, irão perceber quantos incidentes religiosos e quantas civilizações foram introduzidas por esse portal. É um portal enorme – com um raio de milhares de quilômetros.A “energia” predominante neste planeta forma os nossos “sistemas religiosos” segundo a própria vontade dela. Através destes sistemas, ela extrai fluxos de energia incríveis, e esta energia está viva.Nos é dito constantemente que todos os nossos pensamentos criam mundos: eles são reais e criam toda a nossa realidade.Não estamos aqui para dizer quem está certo ou erra­do, ou quem é mais ou menos espiritualizado. Queremos sim­plesmente desfazer as ilusões, alertá-los para aquilo que foram induzidos a acreditar. A nossa intenção é sugerir que todos nós possamos pensar maior  e não  reduzirmos a nossa capacidade á rituais, dogmas e idolatrias 
Sintam a importância da perda que ocorrerá dentro desta “energia” predominante, quando um número cada vez maior de pessoas deixar de vibrar de acordo com este plano. Pensemos no que podemos fazer, quando vencermos esta modulação de frequência;  Lembrem-se que identidade como frequência é a soma total das pulsações eletromagnéticas, que irradiam dos nossos corpos físico, mental, emocional e espiritual. Todas as vezes que possuírmos o que alguém estava modulando e tomando e culti­varmos isso de acordo com a nossa vontade própria, nós mudamos a vibração do planeta.Como“destruidores de sistemas”, esta é uma das tarefas que nós desempenhamos com mais habilidade. Nós não queremos depreciar ou desprezar o que usamos até agora como instru­mentos, queremos apenas  nos “desfazer” de nossos velhos ins­trumentos, afinal não podemos mais dedicar reverência e lealdade á sistemas de crenças que já não nos servem mais, da mesma forma que vai chegar o dia em que cada um de nós já terá ultrapassado os ensinamentos que estamos aprendendo  ago­ra.  A evo­lução não pára, nem há nada que tenha sido ensinado neste planeta que represente a verdade suprema.Na medida em que formos recuperando a história de nos­so passado reptiliano/Annunaki/ e de outras raças que por aqui estiveram, perceberemos que muitas características que influenciaram o “sistema patriarcal/religioso/ de adoração/ritualístico da nossa história faziam, na verdade, parte de um plano de dominação/conquista.
OS RITUAIS DA IGREJA CATÓLICA,SÍMBOLOS E OS ILLUMINATI
Durante quase duzentos anos, os Illuminati  buscaram se aliar ao Vaticano a partir de dentro. Em junho de 1963, Paulo VI foi coroado e começou a exibir o sinistro crucifixo vergado. A Maçonaria Iluminista tinha se aliado com a Sociedade dos Jesuítas. O livro Vatican Assassins detalha o primeiro grande evento que ocorreu em seguida: o assassinato do presidente John F. Kennedy.A Entronização do Arcanjo Caído foi efetivada dentro da cidadela católico-romana em 29 de junho de 1963; uma data apropriada para a promessa histórica prestes a ser cumprida. Como os principais agentes do cerimonial bem sabem, a tradição jesuítica há muito tempo predizia que o Tempo do Príncipe seria iniciado no momento em que um papa adotasse o nome do apóstolo Paulo. Esse requisito, o sinal que o Tempo Propício tinha iniciado, tinha sido cumprido exatamente oito dias antes com a eleição do último sucessor de Pedro.Esse papa que adotaria o nome do apóstolo Paulo não era ninguém menos que Paulo VI, que se tornou papa em 21 de junho de 1963. Poucas pessoas sabem que, naquele dia, ocorreu uma grande fusão das forças escuras e que trouxe o Vaticano em total concordância com os Mestres dos Illuminati. Vejamos; os jesuítas sabem que a Igreja Católica Romana tradicional sempre foi a mais poderosa praticante de feitiçaria no mundo, embora os Mestres dos Illuminati sejam os maiores praticantes de magia negra, desde a fundação da ordem em 1º de maio de 1776.Como os Illuminati gostam de produzir sinais simbólicos que sómente os entendidos das forças escuras compreendem, não perderam tempo sinalizando simbólicamente que tinham finalmente conquistado o Vaticano  para sua causa. O papa Paulo VI começou a usar o símbolo escuro conhecido como Crucifixo Vergado, mostrado nesta gravura nas mãos do papa João Paulo II. Nos referimos aqui ao autor  Piers Compton em seu livro The Broken Cross: Hidden Hand in the Vatican, Channel Island, Neville Spearman, 1981:
“O Crucifixo Vergado é um símbolo sinistro, usado pelas forças sinistras no século VI, que tinha sido reavivado no tempo do Concílio Vaticano 2. Era uma cruz vergada ou quebrada, na qual era exibida uma figura repulsiva e distorcida de Cristo, que os magos e bruxos de magia negra da Idade Média criaram para representar o termo bíblico da “marca do Anticristo”. Entretanto, não sómente Paulo VI, mas seus sucessores, João Paulo I e João Paulo II, carregaram esse objeto e o exibiam para ser reverenciado pelas multidões, que não tinham a menor idéia do que ele representa “Durante todo o pontificado de Paulo VI e de João Paulo II, o  crucifixo vergado foi contínuamente apresentado diante das massas de fiéis católicos, que não tinham o menor conhecimento que estavam diante de um símbolo das forças escuras. Os “fiéis católicos” de todo o mundo não têm a menor idéia do que sua igreja vem fazendo todos esses anos. Há vários séculos que a Igreja de Roma incorpora muitas práticas pagãs em suas doutrinas, rituais e símbolos, e simplesmente lhes dá nomes cristãos.Sabemos que muito dos símbolos adotados pela igreja romana vieram ou foram importados do paganismo e das religiões de mistérios babilônicos, egípcios, persas, sumérios, etc,povos onde os extraterrestres interferiram com sua cultura de maneira maciça por centenas de anos.Outra imagem pagã visível nessa fotografia é a mitra, que não é nada mais que a antiga mitra em formato de cabeça de peixe usada pelos sacerdotes filisteus do deus Dagom.”Dagom— Peixinho; diminutivo de dag = peixe, o deus-peixe; o deus nacional dos filisteus (Juízes 16:23). Esse ídolo tinha o corpo de um peixe, a cabeça e os braços de um homem. Era uma deidade assíria-babilônia.”(Easton’s Illustrated Dictionary). Dagom teve origem na Babilônia.Outra evidência de que a Igreja se apossa de símbolos pagãos e os distorce afim de implantar uma idolatria e controle das massas é a seguinte; É altamente provável que a “Virgem Maria”(dentre outras mulheres da antiguidade e deusas pagãs) possa ter sido tomada da figura da deusa Cibele, considerando-se especialmente o uso da mitra e a localização da Basílica de São Pedro no antigo sítio do principal templo de Cibele. (Ibidem).Se pararmos para analisar, temos a figura de muitas mulheres carregando seus filhos no colo parecidas com a imagem da virgem Maria,vejamos;
(Observem esta imagem da “Virgem Maria e do Menino Jesus” no Vaticano)
Semíramis,princesa caldéia, foi adorada como Rainha e Deusa por muitas civilizações antigas: 
  • na Babilônia a Deusa-Rainha Semíramis e seu filho Nimrod, 
  • na ìndia como a deusa Devka e seu filho Krishna, 
  • no Egito como a deusa Ísis e seu filho Hórus, 
  • em Éfeso com a deusa Diana dos Efésios,
  • em Roma como a virgem Maria e seu filho Jesus.
O Simbolismo do Obelisco
Um Obelisco é um pilar de pedra (coluna) bem alto, de quatro lados, que termina no alto com uma pirâmide. O Obelisco é críticamente importante para os maçons, ocultistas e satanistas, porque eles crêem que o espírito do antigo deus egípcio do sol, Rá, habita no Obelisco. Assim, o Obelisco representa a presença do deus sol pagão “condenado” pela Igreja.Existem poucos Obeliscos grandes no mundo. De acordo com Epperson em seu livro, “The New World Order”, o primeiro grande Obelisco foi trazido do Egito e implantado na Praça da Basílica de São Pedro, no Vaticano, e está posicionado de tal forma que todo Papa ao falar à multidão na praça, encara o Obelisco de frente.O autor de livros sobre a Nova Era, Peter Tomkins, informa os mesmos fatos em seu livro “The Magic of Obelisks”, Harper and Row, New York, 1982.Citando o texto de Tomkins, na página 6,mostra um grande obelisco com esta inscrição, “O obelisco em Heliópolis é o mais antigo que existe no Egito. Com vinte metros de altura, pesa 121 toneladas… Heliópolis, como seu Templo do Sol, seus 13.000 sacerdotes cantando mantras diante de um enorme espelho de ouro polido, o falcão sagrado na gaiola de ouro, o bezerro sagrado Memphis, era o grande centro tecnológico do antigo Egito.”.
O culto pagão mais antigo de poder é o falicismo, ou seja, a adoração do órgão sexual masculino ereto. O obelisco é o principal símbolo dessa adoração, e é a razão por que vemos obeliscos por toda a parte;na Maçonaria,Rosacrucianismo,Paganismo e outras seitas herméticas.(Nota pessoal;tenha isso em mente na próxima vez que você contemplar o obelisco no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, ou qualquer outro, como na cidade de Washington, ou na Praça de São Pedro, no Vaticano).
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 OS SEGREDOS OCULTOS POR TRÁS DA PINHA=PINEAL
Na antiga Roman Pigna (Italiano para pinha), é a  escultura mostrada acima, e vemos uma enorme pinha que é ladeada por pavões opostos individuais.A escultura Pigna fica em um pátio do Vaticano chamado oTribunal de Justiça do Cone de Pinha, e é hoje considerada a maior estátua de pinha do mundo.
Acima: O bastão pinheiro de Osíris. Museu Egípcio de Turim, Itália, 1224 aC.
Qual é o significado simbólico dessas pinhas, e o fato dos animais estarem opostos em seu sentido geral ? Qual é o mais profundo segredo que essas imagens aparentemente inescrutáveis ​​escondem ?A resposta para isso é que as pinhas, ao longo da história, tem simbolizado a “glândula pineal”, ou “Terceiro Olho”, e por associação o ato esotérico de despertá-lo. Esta glândula está localizada no centro geométrico do cérebro, e considerado por alguns como o Terceiro Olho biológico; o filósofo Francês Descartes fez referência para a glândula pineal como a sede da alma.
A glândula pineal é dada a seguinte definição em Ninth New Collegiate Dictionary de Webster:
“Um apêndice cônico do cérebro de todos os vertebrados que em poucos répteis tem a estrutura essencial de um olho, que funciona em algumas aves, como parte de um sistema de medição de tempo, e que é variadamente tida como um terceiro olho vestigial, um endócrino órgão, ou a sede da alma…”
A simbolismo da pinha não esta perdido em culturas antigas; na Índia, a tradição hindu ensina seus seguidores a despertar o Terceiro Olho, ativando seus “sete” chakras. É um exercício antigo, ainda praticado hoje, chamado Kundalini Yoga; alega-se que afetam diretamente a consciência humana, desenvolvendo a intuição, aumenta o autoconhecimento, e libera seu potencial criativo. Curiosamente, o símbolo esotérico da kundalini yoga é o caduceu- um símbolo que possui duas serpentes opostas.
Fonte de pesquisa; kundaliniyoga
Fonte de pesquisa-Ida e Pingala;Ida e Pingala Nadis-Equilíbrio na prática
Kundalini é a energia espiritual ou força de vida presente em cada ser humano, localizada na base da coluna. Para despertar o Terceiro Olho, a energia kundalini deve ser convocada para a testa, onde se expande e, assim, desperta o Terceiro Olho. A energia é dita para viajar ao longo da ida (esquerda) e pingala (à direita), o pólo central ou sushumna. Este é o processo descrito esotéricamente pelo símbolo caduceu de duas cobras opostas em espiral num bastão central.Vejam estas definições;
“…O caduceu, a vara de poder…Na Índia, é uma vara de bambu, com sete nós…que representa a coluna vertebral com os seus sete centros ou chakras…Ele também indica a medula espinhal…enquanto as serpentes eram simbólicas dos dois canais chamado na terminologia Oriental Ida e Pinagala; e o fogo anexado era a serpente de fogo que em sânscrito é chamada kundalini “.
-C.W. Leadbeater, A Maçonaria e Seus Antigos Ritos Místicos
Assim, a arte de animais opostos associados à pinha—elefantes gêmeos na Indonésia, pavões gêmeos em Roma, serpentes gêmeas no Egitoé realmente uma alusão aos canais Ida e Pingala (as serpentes gêmeas opostas sobre o caduceu). O Sushumna central é, por sua vez, simbolizado pelo terceiro,que é o  desenho centrado (muitas vezes uma pinha) que no caduceu é a haste principal correndo de sul para o norte.Muitas culturas antigas incorporaram imagens da pinha em sua arte espiritual e arquitetura, e todos eles também criaram arte de animais opostos. Os deuses pagãos da Babilônia, Egito, México e Grécia foram associados com a pinha, e os bastões desses deuses eram frequentemente adornados com a pinha.
Acima á esquerda, Deus sumério Marduk(um extraterrestre) com a pinha na mão.  à direita: Dionísio, o romano Baco, carregava um “Tirso” coberto com uma pinha.
Mesmo os comportamentos naturais da pinha tem um significado esotérico: quando ela amadurece, a pinha abre-se lentamente para liberar suas sementes maduras. Este processo é um símbolo da expansão da consciência que acompanha a abertura da glândula pineal e do despertar do Terceiro Olho. A metáfora é uma lição valiosa e um estimulante mental de um fenômeno esotérico, que não pode ser visto ou explicado, uma vez que ocorre dentro do cérebro.Nos tempos modernos, autores famosos, pintores e poetas têm descrito o Terceiro Olho e Glândula Pineal como sendo nada menos do que o “segredo perdido” da Maçonaria. As pinhas aparecem regularmente em toda decoração Maçom e elas são retratadas na arte, ficam nos tetos de Lojas Maçons, e  estão gravados na pedra sobre edifícios Maçons construídos em todo o mundo. Um grande projeto maçom do lado do edifício Whitehall no New York Financial District mostra duas enormes cobras entrelaçadas em espiral até uma pinha (que é surpreendente semelhante ao Bastão de Osíris).O Terceiro Olho foi escondido à vista de todos no Ocidente, mascarado com o termo “olho que tudo vê” e superficialmente dito ser o olho da divindade judaica. Por esta razão, os maçons se referem a ele como o “olho que tudo vê de Deus”, quando na realidade é o Terceiro Olho desperto.O Terceiro Olho era comumente descrito por místicos antigos que tiveram a luz divina.
“…em cada homem há um olho da alma que…é muito mais precioso do que dez mil olhos do corpo, para isso apenas é verdade visto…O olho da alma…só está naturalmente adaptado para ser ressuscitado e animado com as disciplinas matemáticas. “
-Platão, República
O termo “olho que tudo vê” em si é realmente correto; mas não é o olho-que-tudo-vê de Deus em hebraico; é o olho que tudo vê de você, a glândula pineal que todos nós temos.
Muitos maçons altamente treinados e educados, que viveram durante o século 20, incluindo vários autores e estudiosos observaram, estavam convencidos de que o olho-que-tudo-vê não é o olho do Deus da Bíblia, e que o sistema moderno da Maçonaria que herdamos, com base na Bíblia hebraica, é de fato corrompido.
O Terceiro Olho pode ser visto acima da Declaração Francesa dos Direitos Humanos em uma pintura de 1789, e está no verso da nota de um dólar, que flutua acima de uma pirâmide egípcia, uma imagem Maçom clara e óbvia.É possível, então, que a glândula pineal tem sido negligenciada na sociedade ocidental intencionalmente, de modo a roubar as massas de seu poder ? É possível que o terceiro olho é o segredo perdido da Maçonaria autêntica, perdida em algum momento em meados de 1800 ?
O símbolo da pinha, em seguida, faz alusão ao Terceiro Olho: ele é abundante na arte antiga e arquitetura, uma representação simbólica de nossa janela, agora dormente para o mundo.Enquanto o conhecimento do Terceiro Olho e a prática de despertar do Terceiro Olho continuou forte no Oriente, começou a morrer no Ocidente no início do Cristianismo. Consequentemente, as sociedades secretas, como os maçons, foram estabelecidas para proteger o conhecimento do Terceiro Olho, iniciar novos membros em sua sabedoria, e manter a prática viva. Isso explica por que a imagem de um único olho é comum às sociedades secretas ocidentais, cujos constituintes possuíam um conhecimento excepcionalmente filosófico, ativo e criativo . Um único olho é um dos emblemas supremo e sagrado na Maçonaria.O Terceiro Olho parece estranho para nós, no Ocidente, ainda hoje é, apesar de nossa vida na “era da informação” da “globalização”. O fato de que o Terceiro Olho é tão desconhecido, tão estranho e alheio a nossa maneira de pensar é algo que ainda é um enigma. A razão disso, é porque não parece ter sido sempre, e continua a ser, um esforço consciente para escondê-lo por uma Elite poderosa que não quer que as massas possam descobrir seus segredos.
Documentários recomendados;
O PODER DO MITO- entrevista imperdível com-JOSEPH CAMPBELL-PARTE 1 E 2-LEGENDADO

DOCUMENTÁRIOS IMPERDÍVEIS-MUNDOS INTERNOS,MUNDOS SECRETOS-PARTE 1-AKASHA/PARTE 2-A ESPIRAL/PARTE 3-A SERPENTE E A LOTUS-LEGENDADOS EM PORTUGUES


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A PERDA DA CONEXÃO CÓSMICA PELO HOMEM
Muitos de nós tem essa capacidade de conexão adormecida e muitos outros temos ela superativada. A fonte é inesgotável e a manipulação dessa força exige responsabilidade. Saber manipular corretamente a energia cósmica é um compromisso de amor incondicional,de fraternidade humana e não pode haver deslize. É isso que o Plenum Cósmico/Deus, do qual provém nossa centelha divina, espera de cada um de nós. Há muitas formas de perder a conexão: delegar o poder pessoal é a principal delas.Quando adoramos coisas as quais nem sabemos o porque de estarem aqui, quando mesmo sabendo, continuamos a adorar,porque é mais cômodo, mais fácil e exige menos esforço intelectual/espiritual, estamos dentro de uma gaiola dourada, da qual sósairemos com conhecimento, discernimento e determinação, usando nossa própriaVONTADE.A grande tendência de todos nós humanos é julgar que o conhecimento que temos é o verdadeiro e único. Quantidades imensas de energia poderiam ser economizadas, se compreendessemos que é uma perda de tempo achar que a própria crença é maior ou melhor do que a de outras pessoas que não fazem a mesma coisa, não seguem a mesma religião, não freqüentam os mesmos lugares, e muitas outras tolices. A fé não tem nada a ver com a estética, com o visual ou com coisas e lugares. Qual será a diferença entre os cultos carismáticos católicos, os protestantes que evocam o espírito santo, as missas, as cerimônias de incorporação dos cultos africanos, das reverências budistas e das sessões espíritas? Nenhuma.Todas são provenientes da Adoração, em variados graus, algumas mais simbólicas que outras, mais despojadas, outras mais centradas na espiritualidade do que em objetos, paramentos, dogmas,imagens e cânticos hipnóticos. A fé/Força está ligada á um conjunto de emoções que conduz à elevação do nosso campo magnético, capaz de ver a verdade sem os olhos, com a pureza do coração. É essa pureza, a chave dourada que acessa fácilmente as energias cósmicas e elas não foram reservadas para nenhum grupo ou indivíduo em especial. No dicionário cósmico não existe a palavra preconceito, porque ela está ligada à ignorância e o Cosmos é Sabedoria ilimitada.Muitas vezes as pessoas que vivem nos bancos das igrejas na verdade não estão lá. Muitas outras nem freqüentam os templos,nem qualquer ritual/religião/seita, mas têm o coração puro e podem acessar  as energias cósmicas de qualquer tempo e lugar.Já vimos que a mente comandada pela nossa vontade, programa e desprograma o que vai ser a nossa vida aqui e agora e que tudo, absolutamente tudo, fica gravado no nosso DNA espiritual ou sutil. Somos nós quem fazemos esse trabalho de arquivo. Vale lembrar que carregamos o registro de muitas vidas e que esses registros foram programados para se manifestar aqui e agora para que possamos resolver pendências e restaurar energias  distorcidas. Acrescente aí que todo esse movimento é realizado com a alimentação da energia cósmica, consciente ou inconsciente, para o bem ou para o mal, e ela vai se moldando de acordo com a nossa vontade – ou o livre arbítrio.
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“Lançai-vos à Luz, num esforço árduo e sincero de progresso; progresso esse que já deveríeis ter alcançado há muito tempo atrás. Não existem mais desculpas para o atraso, pois o tempo acelerado e o planeta vilipendiado e usurpado não suporta mais os alunos repetentes em sua escola. Transformai as trevas em luz. O ódio em amor. A tristeza em alegria de viver num mundo melhor”
(Joana de Angelis)

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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG
A evolução da religião tem sido traçada, desde o medo primitivo e a crença em fantasmas, passando por muitos dos sucessivos estágios de desenvolvimento, incluindo os esforços para coagir os espíritos, primeiro, e para bajulá-los, depois. Os fetiches tribais transformaram-se em totens e em deuses tribais; as fórmulas mágicas transformaram-se nas preces modernas. A circuncisão, inicialmente um sacrifício, transformou-se em um procedimento de higiene.A religião progrediu, desde a infância selvagem das raças, da adoração da natureza ao fetichismo, passando pela adoração dos fantasmas. Após a aurora da civilização, a raça humana desposou crenças mais místicas e simbólicas, ao passo que se aproximando da maturidade, agora, a humanidade está ficando pronta para o reconhecimento da verdadeira religião e, mesmo, para um começo da revelação da verdade em si.O mistério e o poder têm sempre estimulado os sentimentos e os temores religiosos, enquanto a emoção tem funcionado sempre como um fator condicionante poderoso do seu desenvolvimento. O temor tem sido sempre o estímulo religioso básico e o medo molda os “deuses da religião” , motivando o ritual religioso. À medida que a civilização avança, o medo é modificado pela reverência, admiração, respeito e simpatia , mas ainda é condicionado  pelo remorso e pelo arrependimento.A religião é a mais rígida e a mais inflexível de todas as instituições humanas, e só tardiamente ela se adapta à sociedade em mudança. Finalmente, a religião evolucionária( leia-se espiritualidade) reflete a mudança dos costumes . Gradativa e seguramente, mas com uma certa resistência, a religião (o culto, rituais) caminha devagar para o fim na esteira da sabedoria — conhecimento dirigido pela razão experiencial e iluminado pela revelação da nossa centelha divina.Quando o homem moderno surpreende-se de que as escrituras das diferentes religiões apresentem tantas passagens que poderiam ser consideradas como obscenas, ele deveria refletir e observar que as gerações passadas temeram eliminar aquilo que os seus ancestrais consideravam santo e sagrado. Grande parte daquilo que uma geração poderia considerar obsceno, as gerações precedentes consideraram como os seus costumes aceitos e, mesmo, como rituais religiosos aprovados. Um número considerável de controvérsias religiosas tem sido ocasionado pelas tentativas, sem fim, de reconciliar práticas antigas, mas repreensíveis, com o novo avanço da razão, para encontrar teorias plausíveis para justificar as crenças que se perpetuam em costumes obtusos e ultrapassados.Mas seria apenas uma tolice esperar uma aceleração súbita demais na evolução religiosa. Uma raça ou uma nação pode assimilar, de qualquer religião avançada, apenas aquilo que é razoávelmente consistente e compatível com o seu status evolucionário momentâneo, e com o seu talento para a adaptação. As condições sociais, climáticas, políticas e econômicas são, todas, de muita influência na determinação do curso e progresso da evolução religiosa. A moralidade social não é determinada pela religião, ou seja, pela religião evolucionária(espiritualidade); antes, são as formas da religião que são ditadas pela moralidade da raça.A religião tem sido sempre, antes de tudo, uma questão de ritos, rituais, observâncias, cerimônias e dogmas. Geralmente ela se encontra contaminada por aquele erro que provoca discórdias persistentes: a ilusão do povo escolhido. As idéias religiosas cardinais — encantamento, inspiração, revelação, propiciação, arrependimento, expiação, intercessão, sacrifício, prece, confissão, adoração, sobrevivência pós-morte, sacramento, ritual, resgate, salvação, redenção, aliança, impureza, purificação, profecia, pecado original — remontam todas aos tempos iniciais do temor primordial dos fantasmas.Apenas duas influências podem modificar e elevar os dogmas da religião natural: a pressão dos costumes que mudam lentamente e a iluminação periódica feita pelas revelações dos mestres e seres que se prontificam a trazer mais Luz para toda uma época. Não é estranho que o progresso tenha sido lento, pois, outrora, ser progressista ou inventivo significava ser levado à morte como feiticeiro.A espiritualidade avança lentamente, em gerações históricas, denominadas épocas e ciclos que duram Eras, mas continua sempre indo para frente. A crença em rituais lançou as bases para uma filosofia de espiritualidade que está se revelando agora e que, finalmente, irá destruir a superstição que é parte da suaorigem.Com relação a conexão com o Plenum Cósmico/Deus,ninguém necessita de intermediário para receber os benefícios diretos das energias cósmicas porque o cosmos não delegou competência a ninguém, embora haja hoje, como sempre houve, a tendência de certos indivíduos buscarem para si as patentes universais — conscientes ou não do que fazem. Também existem inúmeros preguiçosos no meio de nós que delegam poderes e competências e ajudam a criar os que falam e até fazem negócios “em nome de Deus”.A intenção aqui não é ofender a ninguém, mas tentar esclarecer que as energias universais estão à disposição de todos, sem distinção. Vale lembrar que existem entre nós aqueles que receberam missões específicas de orientar as pessoas e que o mundo precisa a cada dia mais dessas orientações, especialmente se elas trabalham os seus próprios desequilíbrios antes de partir para o serviço de ajuda.Quando o impulso da evolução está disciplinado e é dirigido pela sabedoria — do pensamento meditativo e experiencial — , então ele começa a desenvolver-se no fenômeno da verdadeira espiritualidade.A evolução é dinâmica e incessante, e nenhum ser de qualquer nível vibratório poderá fugir-lhe ou burlá-la. Tudo, inexorávelmente, segue um curso evolucional e avança de forma lenta ou apressada, de acordo com suas escolhas. Não há favoritismo ou apadrinhamento que venha a dar condições ao ser, de dar saltos evolutivos. O curso, a direção, a dinâmica, acelerada ou lenta, é escolha de cada espírito, centelha divina, imortal e ascendente.
EQUIPE DA “LUZ É INVENCÍVEL”
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Bibliografia para consulta
1-O despertar de uma nova consciência
Eckhart Tolle
2-Momento de despertar
Shakti Gawain
3-A Biologia da Crença
Bruce Lipton
4-O Homem e seus símbolos
Carl Jung
5-Os mistérios sombrios do Vaticano
Paul Jeffers
6-Os arquivos secretos do Vaticano
Sérgio Pereira Couto
7-Vaticano-Fábrica de contradições
Maximiliano Zambom Filho
8- O processo da Iluminação Espiritual
Judith Blackstone
9-Illuminatis
 J.J.Tucker
10-Urantia Book
11-Magias dos símbolos, talismãs e amuletos
 Antonio Di Profio
12-O Poder do Mito-Joseph Campbell
Joseph Campbell

Nota; Alguns livros estão disponíveis em nossa Biblioteca Virtual

Divulgação: A Luz é Invencível

quinta-feira, 2 de julho de 2015

UM RECADO DOS EXUS AMPARADORES:

POR WAGNER BORGES

Ainda agora, enquanto eu preparava o material para a 1ª aula do curso de Orientalismo e Espiritualidade (com ênfase nos ensinamentos dos Upanishads) que iniciarei daqui a pouco no IPPB para cerca de 235 pessoas, percebi uma certa manifestação energética por fora do meu apartamento. Fechei os olhos e concentrei-me para verificar o que era. Pulsei luz no meu chacra frontal e nas mãos enquanto erguia os pensamentos e sentimentos ao Supremo Amor para sintonizar a consciência com as energias elevadas.

Fora do apartamento (moro no quinto andar), em pleno ar, surgiu uma fenda escura. Eu sabia que era uma passagem interdimensional para o plano extrafísico. Do outro lado da mesma, muito embora eu não pudesse vê-los diretamente, estava um grupo de Exus que trabalham nos ambientes pesados do Astral desmanchando as porcarias que os encarnados encomendam aos seus asseclas desencarnados que patrocinam certos processos de magia trevosa.

Eles operam em climas pesadíssimos e são craques em dissolver as energias pesadas emanadas pelo ódio. Costumam trabalhar associados as egrégoras afro-brasileiras, principalmente na Umbanda. São espíritos que não costumam aparecer ostensivamente e não são dados a floreios espirituais. Costumam ser bem diretos e falam na cara o que for preciso, sem qualquer dose de concessão ao ego de quem os escuta. Dentro de sua maneira direta de agir, eles não suportam pessoas hipócritas e nem espiritualistas que complicam o serviço com os seus problemas corriqueiros. Também não gostam de pessoas que trabalham sem honra no caminho e apenas voltadas para a resolução de suas problemáticas infantis.

Apesar de aparentarem um jeitão meio agressivo (quem os critica não trabalha com as energias pesadas que eles tem que aturar a toda hora e nem tem metade da raça desses amigos que operam no Umbral e que tanto ajudam a humanidade sem receberem o mínimo reconhecimento),respeitam muito a quem trabalha verdadeiramente voltado para a Espiritualidade Superior. Em muitas ocasiões de minha vida fui ajudado por esses Exus e outras entidades ligadas às atmosferas psíquicas afro-brasileiras. Por diversas vezes, principalmente em projeções da consciência com resgates extrafísicos dificílimos, esse pessoal me ajudou e protegeu, sempre de forma limpa e sem me cobrar coisa alguma.

Alguns desses grupos extrafísicos trabalham ligados a diversos mestres espirituais que ajudam invisivelmente a humanidade. Servem nos planos densos sob o comando secreto dos mentores que patrocinam o esclarecimento espiritual planetário. São eles que seguram as barras pesadas nos ambientes crosta-a-crosta e nos planos extrafísicos densos (umbralinos). São eles os amparadores que descem as furnas malignas para enfrentar o mal que se esconde do olhar dos homens sem fé e sem coragem.

Sim, são eles que se revestem de coragem e partem para os combates com os agentes extrafísicos patrocinadores e exploradores das trevas humanas que se escondem aos olhos dos homens, mas que são observadas por esses Exus-amparadores. São eles que ajudam muito a proteção de diversos grupos espiritualistas e nunca são reconhecidos pelos mesmos (muitos grupos estão mais preocupados com combates com os agentes extrafísicos patrocinadores e exploradores das trevas humanas que se escondem aos olhos dos homens, mas que são observados por esses Exus-amparadores. São eles que ajudam muito a proteção de diversos grupos espiritualistas e nunca são reconhecidos pelos mesmos (muitos grupos estão mais preocupados com a pureza doutrinária do que com a verdade que se apresenta e precisa ser evidenciada de forma universalista).

Nesse instante, enquanto escrevo essas linhas, sinto a presença do Pai Joaquim de Aruanda, amparador Preto Velho ligado às vibrações da Umbanda e que também já me ajudou em muitas projeções. É ele que está patrocinando esse contato espiritual com os Exus amigos e permitindo a manutenção das vibrações sadias que me inspiram a escrever tudo isso.

Voltando ao relato com o qual iniciei esses escritos, os Exus que estavam do outro lado da fenda interdimensional me passaram uns toques espirituais importantes. Alguns deles são de cunho pessoal e referem-se a um processo extrafísico pesado no qual estão envolvidas algumas pessoas que estou tentando ajudar. Porém, alguns dos toques são de cunho geral e poderão ser úteis para a reflexão de outras pessoas que estudam a Espiritualidade. Aliás, esse foi o motivo que me fez correr aqui para o computador e escrever logo para não esquecer posteriormente.

Vou colocar por tópicos para facilitar:

1. "Muitas pessoas que correm para os lugares espiritualistas em busca de ajuda não merecem ser ajudadas. Não fazem nada para melhorar, só querem que alguém tire o peso de seus cangotes."

2. "O ser humano é muito falso mesmo. Vai pedir ajuda espiritual como se fosse um perseguido e injustiçado, mas nem conta dos desejos cruéis que carrega e que são a causa de sua desdita."

3. "Os obsessores são tinhosos mesmo e perturbam muito, principalmente se a pessoa lhes dá fartura de pensamentos ruins na cachola e lhes dá a guarida de suas energias."

4. "Algumas porradas espirituais que as pessoas levam são bem merecidas. Quem manda mexer com o que não deve? Quem enfia a mão no vespeiro quer ser ferroado. Depois não adianta reclamar!"

5. "As pessoas olham muito para os defeitos dos outros. Por isso não tem tempo de enxergarem suas próprias mazelas. Mas os obsessores adoram vê-las, ao vivo e a cores, direto dentro delas mesmas, de preferência acoplados juntos e fazendo a festa."
6. "Quem trabalha direito e segue seu caminho com honra não precisa de proteção espiritual. A luz de seus propósitos já lhe protege e inspira.Porém, em alguma necessidade a mais, pode contar com a gente mesmo. Nem precisa pedir. Quem é raçudo no rala-rala da vida e ainda pensa no bem dos outros merece ser tratado com o devido respeito."

7. "Tem muita gente fazendo coisa braba para os outros. Problema delas! Vão se ferrar, mais cedo ou mais tarde. Tudo o que elas mandarem na intenção de alguém irá voltar para elas mesmas lá na frente."

8. "Quanto maior for à má intenção de alguém, maior será a chusma de espíritos perversos agarrados em suas energias."

9. "Tem muita gente rezando para acabar com alguém ou para conquistar a força o que não merece. Ah, eles vão se ferrar!!!"

10. "A maioria das pessoas não tem vergonha na cara. Rezam pouco, pensam mal dos outros, estão cheias de medo e ainda deixam a guarda aberta por causa de seus rolos emocionais. Depois ainda ficam se perguntando o porquê de tantas coisas ruins estourando em suas vidas pequenas e apagadas."

11. "A grana que o pessoal paga em algum lugar para fazer coisa braba para os outros poderia ser usada para ajudar os pobres. Quem faz isso merece as porradas espirituais que leva e os obsessores que arrasta em sua companhia."

12. "O dinheiro não é capaz de comprar uma noite de sono com a consciência tranqüila. E é durante o sono que muita gente se ferra no Astral. Tem espírito brabo doido para fungar em seus cangotes e sugar suas energias. E tem gente que ainda acha que é pesadelo."

13. "Quem é justo tem a proteção que merece. Pode sair do corpo sem susto. Está em casa e não tem o que temer. Pode voar por aí e aproveitar as horas de recreio espiritual. Os guias espirituais os orientarão e os protegerão de qualquer coisa, desde que sejam justos."

14. "Muitos já nos chamaram de polícia do baixo astral ou de lixeiros do Astral inferior. Pela parte que nos toca, muito obrigado. Mas nós somos mesmo é ajudantes de serviços gerais no Astral. Fazemos o que é preciso e justo, sem passar dos limites que os Maiorais da Espiritualidade nos determinaram. Nenhum de nós é traíra! Somos o que somos. Somos honrados e ninguém nos compra. E ai de quem tentar nos enrolar com promessas falsas ou intenções ruins."

PS: Um deles ainda me disse o seguinte: "Se você vai escrever mesmo o nosso recado, então vai fundo. Escreve tudo mesmo. Pode esperar que você será criticado por isso. Dane-se! Faz com honra e verdade e dane-se o que os hipócritas de plantão pensam. Os obsessores deles que se entendam com eles. Se você faz o seu serviço com convicção e é guiado pela Espiritualidade Superior, manda ver! O seu coração sabe o quanto de verdade que há nesse nosso papo. E tem muita gente que entenderá o recado sim. E não é aquela gente que se acha espiritualizada não (se acham muito espertos, mas dançam feio em muitas situações que só a galera do Invisível é que vê). Quem entenderá esse recado são as pessoas simples de coração e de mente. A elas o nosso respeito."

Nota: Enquanto finalizo esses escritos, também está presente um dos amparadores do grupo de Ramatís supervisionando tudo.

Um último esclarecimento: Como elemento interdimensional consciente e que percebe outros planos e seres espirituais, é minha tarefa passar para o plano físico muito do que vejo como forma de esclarecimento espiritual universalista. Alguns entendem isso, outros não. Não importa. Não escrevo para agradar a doutrina ou o condicionamento de ninguém mesmo. Só sei que apesar dos defeitos que tenho, os propósitos que movem o meu trabalho são justos e que tento caminhar com honra na tarefa que me foi designada pela Espiritualidade.

Agradeço muito ao Grande Arquiteto Do Universo pela oportunidade de viver na Terra e de andar com a mente e o coração abertos a tudo aquilo que seja positivo e criativo na manifestação da vida. Na casa secreta do meu coração há espaço para todas as correntes de trabalho espiritual que fazem o bem para a humanidade.

Agradeço aqui de forma explícita a todos os amparadores das egrégoras afro-brasileiras que sempre deram uma grande força e proteção na tarefa espiritual e humana em que estou envolvido.

E também deixo aqui registrada toda a minha alegria de trabalhar com a Espiritualidade, minha grande riqueza de consciência e que nem a morte pode roubar-me, pois é estado de consciência íntimo e intransferível. Paz e Luz.

Texto extraído do Jornal de Umbanda Sagrada - Edição 28 - alexandrecumino@uol.com.br

Por Wagner Borges

Solange Christtine Ventura
www.curaeascensao.com.br

UMBANDA - O PRONTO SOCORRO ESPIRITUAL:

UMBANDA - O PRONTO SOCORRO ESPIRITUAL




Mestre Rubens Saraceni

Umbanda é uma Religião fascinante se estudada com isenção e racionalismo, mostrando-nos a Grandeza Divina de Deus e as infinitas possiblidades que Ele nos oferece para nos auxiliarmos quando entramos em desequilíbrio com o Plano Espiritual e o Natural.

Se soubermos interpretar o simbolismo umbandista veremos que, mais que uma Religião, a Umbanda é um Pronto Socorro Espiritual Equipadíssimo para acolher todos os necessitados de um rápido auxilio.

As pessoas seguidoras de outras religiões não vão à Umbanda para rezar e sim, vão em busca do socorro imediato para as mazelas que, em suas religiões, não tem como ser tratadas adequadamente. Vemos entrar e sair dos Centros Umbandistas pessoas seguidoras das mais diversas religiões, todas necessitadas de tratamento Espiritual imediato, muitas delas a beira de um colapso nervoso, do suicídio, da loucura, da confusão que incutiram em suas mentes com mensagens religiosas contraditórias que, ao invés de orientá-las, as confundiram de tal forma que muitas perderam a fé no referencial divino que tinham.

Com os espíritos que se manifestam através dos meus médiuns muitos encontram palavras de consolo, de conforto e de esclarecimentos que, pouco a pouco, fornecem-lhes novos referenciais, todos fundamentados na imortalidade do espírito e na necessidade de espiritualizarem- se porque só com uma pessoa se entendendo com espírito emortal encarnado para cumprir mais uma etapa da sua evolução, ela lidará de forma correta com suas dificuldades aqui na terra e alcançará o equilíbrio íntimo para superá-las ou transmutá-las.

Os referenciais divinos de quase todas as religiões são idênticos e estão calcados na existência de um Deus onipresente e onipotente que tudo pode e tudo faz; que é justo e perfeito e que não desampara ninguém em momento algum, fornecendo a todos o seu ampara divino.

Esse referencial divino é verdadeiro e não estamos negando-o ou questionando-o porquê também acreditamos nele e o ensinamos a todos que acreditam na existência de Deus.

O que questionamos acerca desse referencial divino é que muitos limitaram a religiosidade das pessoas nessa afirmação (verdadeira) e negaram tudo mais que faz - parte do aprendizado e da espiritualização delas, negando-lhes o benefício da busca e a satisfação de poderem, por si, solucionarem as dificuldades do dia a dia e de sanarem as dúvidas existência que surgem naturalmente no decorrem de suas passagens terrenas.

Na mente do doente, do desempregado, do solitário, do desesperançado, do desiludido, do desequilibrado mental e emocionalmente etc., passam pensamentos terríveis sobre sua condição de sofre- dor em meio a tantas pessoas saudáveis, em meio a tantas pessoas empregadas e em ótima situação financeira, em meio a tantas pessoas felizes, em meio a tantas pessoas cheias de esperança e felizes pelo sucesso já obtido em seus projetos de vida. A legião de sofredores encarnados é imensa e em certos momentos nós (eu e você, amigo leitor) já fizemos parte dela (ou ainda somos), certo?

Aos membros temporários ou permanentes dessa imensa legião de sofredores encarnados soma-se a dos espíritos já desencarnados, muito maior e em piores condições porque já não têm a estabilidade do plano material para se agarrarem e não serem tragados pelo abismo do desespero, do tormento e da sensação de desamparo total nos momentos mais difíceis das suas existências.

Faltou a alguns intérpretes de Deus revelarem aos seus seguidores que Deus é Onipotente, Onisciente e Onipresente, que tudo pode e tudo faz em nosso benefício, não desamparando ninguém em momento algum, mas que tem Sua forma de nos auxiliar na solução das nossas dificuldades, todas elas passando por nós mesmos e contando com a nossa participação na solução dos nossos problemas.

Deus possui muitos modos de operar em nosso benefício e um deles é através do auxílio dos espíritos mais evoluídos que, invariavelmente, voltam-se para os menos evoluídos e passam a auxiliá-los para que lidem de forma correta com suas dificuldades, sejam elas transitarias ou permanentes.

As dificuldades transitarias são solucionadas rapidamente. Já as permanentes, a solução delas só é possível com uma transformação integral do ser, pois a mente, que é a fonte dos pensamentos, não pode estar dissociada da razão e do bom senso, que são fontes de equilíbrio e racionalismo.
Ou a mente e a razão estão associadas e centradas ou a qualidade dos pensamentos deteriora-se e elas se auto-anulam pelas contradições, enfraquecendo a fé e anulando a crença em um Deus, Justo e Perfeito, que não desampara ninguém e a todos socorre o tempo todo, mesmo quando a solução das nossas dificuldades esta em nós.

Espiritualizar-se é mais que crer em Deus! E o ser crer-se parte Dele e que todas as nossas ações refletem Nele e retornam para nós, os seus emissores.

E crer-se uma célula do corpo de Deus que, se esta saudável realiza suas funções sem chamar a atenção dos ‘anticorpo? Espirituais mas, se ficar enferma, atrairá a atenção deles e começará a ser atacada de todos os lados até ser devorada por eles, que tem justamente essa função: Destruir e remover do corpo todas as células que se tornarem enfermas e ameaçarem a saúde, o bem estar e o equilíbrio existente nele.

A “célula enferma” não entende porque só ela esta sendo atacada e todas as outras (suas irmãs) não são incomodadas pelos “anticorpos’, ainda que estejam ao seu lado. Com certeza essa célula enferma tem muitos porquês sem respostas, não é mesmo? Tal como todas as pessoas, em certos momentos de nossa existência, quando estamos sofrendo porque fomos atacados violentamente por forças desconhecidas, fraquejamos e sentimos que fomos abandonados à nossa própria sorte (ou azar).

Quantas pessoas não vêem suas vidas desmoronarem de uma hora para outra, perdendo tudo o que acumularam durante anos por causa de um mau negócio; de um projeto que não deu certo; devido uma onda de doenças; por causa de uma separação conjugal; pela perda de um emprego bem remunerado, etc., e daí em diante tudo muda para pior e escapa-lhes do controle? São acontecimentos corriqueiros, porque acontecem o tempo todo com muitas pessoas, independente da religião que sigam.

Quantas dessas pessoas sofridas e desesperadas não atribuem a Deus a responsabilidade pelos seus infortúnio, pois sentem-se abandonadas, punidas ou desamparadas por Ele, que tudo pode mas nada fez para minorar seus sofrimentos?

Quantas não abandonam suas religiões e começam a buscar nas outras e’ amparo e a proteção divina, já inexistentes na que segue? Daí em diante passam de uma igreja para outra; de uma religião para outra; de um sacerdote miraculoso para outro, sempre buscando nelas ou neles o que perderam.

E, por fim, quando nada mais lhes resta nesse campo (o religioso), já acreditando que tudo lhes foi tirado, aí sim, voltam-se para o Pronto-Socorro Espiritual conhecido por Umbanda.

Na Umbanda, em seus centros despidos de luxo, vergam-se ante a inexorável ação da Lei Maior em suas vidas e curvam-se perante a espiritualidade enquanto ainda há tempo.

Diante dos Espíritos-Guias as pessoas relatam seus sofrimentos, abrem seus corações e derramam suas lágrimas para que a esperança brote novamente em suas vidas.

Finalmente a humildade se fez presente em seus íntimos e o ”Centro de Macumba e os Macumbeiros?”, tão ofendidos e vitimas de todo tipo de sarcasmos e ofensas mostram-se aos seus olhos surpresos que a Umbanda é uma Religião Humanística e Socorrista e que os tão difamados “macumbeiros” são pessoas tão humanas quanto eles e que nada lhes pedem ou cobram-lhes para ajuda-los ria reconquista do amparo divino.

Não cobram nada, não pedem dizimo e não cobram caríssimos os ‘trabalhos” porque, dentro do verdadeiro centro de Umbanda quem trabalha são os Guias Espirituais, que não precisam de nenhuma vantagem financeira para estenderem suas mãos luminosas aos necessitados.

Isto é Umbanda!
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Rubens Saraceni
www.colegiodeumbanda.com.br

AS SETE ENCRUZILHADAS:




Fonte: Jornal da Umbanda Sagradaalexandrecumino@uol.com.br

CONVITE AOS ENCARNADOS:






Irmãs, que a Luz nos fortaleça em nossos propósitos.

Com o crescimento dos casos de mortes coletivas, mais intenso se torna o trabalho das equipes de resgate no plano astral para trazer os que fenecem para nossas cidades.

Convidamos os irmãos encarnados que se sentirem tocados com o sofrimento do irmão de humanidade, para que se coloquem à disposição das equipes de trabalho do mundo espiritual (isso pode ser feito antes de dormir, após a oração, disponibilizando-se para o trabalho de caridade no plano astral durante o sono).

Reforço que esse é um pedido feito exaustivamente por inúmeros trabalhadores da espiritualidade. Esse pedido é feito porque, ao mesmo tempo em que se intensifica o caos planetário, em que aumenta o número de desencarnes individuais e coletivos, reduz-se a moral e cresce a corrida pelas conquistas materiais.

Todo esse conjunto de desequilíbrio na Terra diminui proporcionalmente o número dos trabalhadores encarnados no astral, mostrando que o aumento da dor diminuiu a fé e a vontade de servir. O homem encarnado, egoísta e materialista, crê que sua dor é a mais importante e recuperar-se de suas perdas materiais impede que se esforce em favor de seu irmão, por não possuírem mais energias e nem tempo para os trabalhos espirituais e caritativos. 

Exaustos, não possuem a força necessária para se afastarem do corpo ou até mesmo saírem do quarto de repouso durante o sono.
O trabalho não deixará de ser feito, é certo, mas o envolvimento dos irmãos encarnados é a certeza de que, no plano físico, a fraternidade reinará mais intensamente. 

No entanto, continuaremos trabalhando sempre em nome da Luz e as nossas cidades estarão sempre de portas abertas para abrigar cada vez mais os filhos do Pai que, desamparados, necessitam apenas, tão somente, de amor e esperança.
Paz e Luz.

Orcadim

Intraterreno de OKay

GESH - 03/05/2015 - Festival de Wesak - Jacaraipe - Serra, ES - Brasil 
http://www.extraseintras.com.br



©2015 Solange Christtine Ventura
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quarta-feira, 1 de julho de 2015

PSA'S - PESSOAS ALTAMENTE SENSÍVEIS



PSA'S - PESSOAS ALTAMENTE SENSÍVEIS
Como pessoas altamente sensíveis interagem de forma diferente com o mundo


As pessoas altamente sensíveis já receberam muitos rótulos no passado – foram descritas como frágeis, excessivamente emotivas ou intensas. Mas a pessoa altamente sensível é muito mais que lágrimas e sentimentos em abundância.

As pessoas de personalidade empática são biologicamente condicionadas a ter o comportamento que têm. Por isso sua abordagem ao ambiente físico em volta é totalmente diferente, e isso não é necessariamente algo negativo.

Veja a seguir algumas maneiras em que as pessoas altamente sensíveis interagem com o mundo em volta diferentemente de suas contrapartes mais “casca grossa”.


O ambiente que a cerca pode facilmente ser estímulo excessivo para uma pessoa altamente sensível.

Barulho alto, muita gente em volta, decisões importantes a tomar – tudo isso é difícil de ser suportado por uma PAS, especialmente se ela tem pouco tempo de calma e solidão para se recuperar. Isso é porque a resposta emocional da PAS é muito ativa, diz Elaine Aron, autora de Use a Sensibilidade a Seu Favor – Pessoas Altamente Sensíveis e uma das primeiras pesquisadoras científicas a debruçar-se sobre esse traço de personalidade.

“Isso acontece porque a PAS processa tudo em volta com muita profundidade”, disse Aron ao Huffington Post. As PSAs processam o ambiente que as cerca e os acontecimentos da vida com base em suas emoções. Assim, quanto mais intensas e avassaladoras as circunstâncias, mais profundamente elas sentem.

A PSA capta as sutilezas presentes no ambiente onde estão.

Você mudou as coisas de lugar em sua sala?
Sua mulher disse algo que o magoou no jantar?

As pessoas sensíveis captam muitas nuances sutis, diz Aron, quer sejam coisas concretas ou estados de ânimo emocionais. “Há uma intuição em relação ao que as cerca, em relação a coisas das quais outras pessoas geralmente não têm consciência”, ela explicou.

Essa intuição também as guia em seus próprios relacionamentos. As PSAs captam atitudes diferentes que podem passar despercebidas de outras pessoas. Se você mudar o tom de voz ou mandar uma mensagem de texto em tom mais curto e grosso que o normal (por exemplo, usando pontos finais em vez de pontos de exclamação), é provável que a pessoa altamente sensível perceba.

As PSAs são mais emocionais em seus relacionamentos.

As pessoas altamente sensíveis querem e precisam de relacionamentos profundos. As pesquisas de Aron mostraram que as pessoas sensíveis tendem a ficar mais entediadas no casamento, principalmente porque, com o tempo, a interação profunda entre o casal pode ir se rendendo à rotina.

Mas isso não é necessariamente negativo. Aron diz que a falta de interações significativas não quer necessariamente dizer que uma PAS vai abandonar o barco – vai apenas motivá-la a buscar conversas mais estimulantes.

Para uma pessoa altamente sensível, a chave para um relacionamento bem-sucedido está em transmitir ao outro o que ela deseja do relacionamento e encontrar um parceiro que entenda que suas emoções fazem parte de sua natureza. “As pessoas sensíveis não podem deixar de expressar o que sentem”, diz Aron. “Elas mostram sua raiva, mostram sua felicidade. É fundamental que seu parceiro aprecie isso.”

Às vezes a pessoa altamente sensível prefere voar solo.

As PASs funcionam melhor em ambientes mais calmos, especialmente no local de trabalho, diz Aron.

“Os escritórios de plano aberto muitas vezes não são ambientes produtivos para elas”, explica a psicóloga. Essa preferência por operar a sós pode aplicar-se também às atividades de lazer, fora do escritório.

Ted Zeff, pesquisador e autor de vários livros sobre as características da personalidade altamente sensível, disse anteriormente ao HuffPost que as PSAs muitas vezes também evitam os esportes ou atividades físicas em grupo, porque têm a impressão de que cada gesto seu está sendo observado.

As PSAs podem ser mais sensíveis a cafeína e álcool.

Esse não é o caso sempre, com certeza, mas Aron diz que os autotestes que ela aplicou em sua pesquisa indicam que, na média, as PASs podem ter mais sensibilidade a estimulantes, como cafeína, e substâncias como o álcool. E a fome também as incomoda mais.

Conflitos ou desavenças as deixam ansiosas.

As PASs têm dificuldade em lidar com conflitos e desentendimentos, diz Aron.
Elas têm duas abordagens diante dessas situações, e uma está em guerra com a outra.

“As pessoas sensíveis se sentem divididas entre defender o que consideram justo ou se abster de intervir, porque não querem provocar uma reação violenta de outras pessoas”, disse Aron. “Elas são muito sensíveis aos ambientes em que são julgadas por sua sensibilidade ou por qualquer outra coisa.”

Por outro lado, as pessoas altamente sensíveis possuem o dom de lidar de modo racional com os desentendimentos. Graças a seus altos níveis de empatia, elas conseguem colocar-se na posição da outra pessoa e enxergar seu lado da discussão, explicou Aron.

Em última análise, o que a pessoa sensível precisa fazer é abraçar essa característica de sua personalidade e não combatê-la.

“As pessoas altamente sensíveis dão ótimas líderes, amigas e parceiras”, diz Aron.

Em outras palavras: continue a ter esses sentimentos, PAS, mesmo que a façam chorar.

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Fonte: BRASIL POST






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