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quinta-feira, 17 de abril de 2014

ESPÍRITO GUARDIÃO:



Sempre que uma alma nasce na Terra há uma lei divina que assegura a permanência de um espírito mais puro que vem zelar por ela durante toda a sua existência física. A vida humana seria por demais complicada, dura e tribulada se de vez em quando não recebêssemos um influxo suave e revitalizante que vem dos seres angelicais.
Por isso, Deus nos envia um ser espiritual que fica conosco desde o momento do nascimento até o dia de nossa morte, e frequentemente vem nos receber até mesmo logo após a nossa morte. Algumas vezes, o mesmo anjo guardião pode permanecer com uma pessoa por várias existências físicas, se assim a espiritualidade superior determinar.
Esse espírito guardião pertence a hostes espirituais que podemos considerar como mais elevadas nos planos cósmicos, e vem proteger os seres humanos da mesma forma como um pai protege seus filhos. A tradição cristã os denomina de “Anjo da Guarda”, ou “Anjo Guardião”. Outras tradições o chamam de “espírito protetor”, “Espírito guia” ou ainda “bom gênio”. O Livro dos Espíritos de Allan Kardec o chama de “irmão espiritual”.
Na Bíblia, em Êxodo (23, 20) vemos escrito: “Vou enviar um anjo adiante de ti para te proteger no caminho e para te conduzir ao lugar que te preparei”. O Anjo Guardião quase sempre está conosco, mesmo que não nos demos conta de sua presença. Ele nos ampara, protege e auxilia nos melhores e nos piores momentos de nossa vida. As principais formas de auxílio que eles podem nos dar é nos sugerir bons pensamentos, nos guiar pelos caminhos tortuosos da existência mundana, nos conceder por vezes um influxo espiritual renovador, além de nos dar força, coragem, determinação e alento nos momentos mais cruciais.
Ninguém deve acreditar que o anjo da guarda ou espírito protetor nos retira de uma provação. Sua missão perante seus protegidos é apenas de contribuir com o bom andamento da vida humana para que, tanto quanto lhe seja possível, o ser humano possa superar todos os obstáculos que a vida o impõe. Ninguém deve acreditar que o espírito guia vai nos segurar no colo e nos fazer atravessar a lama que deveríamos cruzar pelos nossos próprios meios. Ele apenas zelará por nós para que as adversidades que precisamos viver sejam concluídas com sucesso.
Geralmente o espírito guardião opta em zelar por aqueles que lhe são caros, e que talvez já sejam seus conhecidos de vidas passadas. Os espíritos se unem quase sempre por uma questão de afinidade e sintonia de vibrações. Com os anjos guardiões funciona da mesma forma. Alguns espíritos guardiães podem gostar da tarefa que lhes foi incumbida e que concordaram desempenhar. Outros podem encarar mais como um dever do que como uma atribuição agradável.
O espírito guardião estará mais ou menos próximo de nós dependendo de como nós mesmos agirmos. No caso de nos envolvermos com situações degradantes, como vícios, apegos, paixões mundanas ou causar mal a outras pessoas, os espíritos protetores podem se afastar por um tempo indeterminado. Antes disso, eles vão fazer de tudo para que retornemos ao caminho do bem e a trajetória correta de nossa encarnação. Mas se ignoramos os conselhos que eles nos sopram e se preferirmos a presença dos espíritos imperfeitos e degenerados, eles podem não encontrar brechas para atuar sobre nós e se afastam. Mas esse afastamento não é total, pois um espírito guardião não pode nos deixar completamente, por pior que seja uma pessoa, ele apenas pode não conseguir mais agir sobre nós.
Algumas vezes os seres humanos criam uma casca densa de negatividade em sua aura, e isso pode ser uma verdadeira barreira para os espíritos protetores. Não conseguindo mais contato conosco, eles aguardam até que nossa consciência se reencontre, muitas vezes através da dor, para que eles possam retomar seu trabalho com seus protegidos. Mas é justamente se aproveitando desses momentos de dor e desespero, onde os homens se cansam de um padrão de comportamento que os faz sofrer, que os anjos guardiões podem restabelecer uma alma que havia se transviado.
Da mesma forma que os espíritos trevosos se aproveitam de nossos momentos de fraqueza para nos rebaixar e assim nos controlar, os anjos guardiões aproveitam-se dos momentos em que nossas forças se extinguiram, e pedimos o auxílio de algo maior em nossa vida. Nesse momento eles encontram uma brecha para voltar a atuar em nós e nos ajudar a retomar o caminho do desenvolvimento espiritual.
Ninguém deve invocar o anjo guardião ou tentar contato com ele para pedir banalidades, ou para que eles nos ajudem em tarefas que cabem a nós mesmos. Todos aqueles que se inclinam à prática do bem encontram espíritos bons que visam auxilia-lo no caminho de Deus. Portanto, a melhor forma de nos harmonizar com nosso espírito guardião é uma vida de pureza e benevolência.
Autor: Hugo Lapa

sábado, 12 de abril de 2014

HISTÓRIA DA POMBA GIRA TATÁ MULAMBO:

 Umbanda
Autor: Alberto Ebomi | at : 23:48 | Categoria : Exu Umbanda, POMBA GIRA, UMBANDA | 23:48

Conta a história da Pomba Gira Tata Mulambo viveu há muito mais tempo do que possamos imaginar. Segundo ela, este Exú Mulher desencarnada há pelo menos 107 anos. Era ela uma rainha da província onde vivia e estava sempre cercada de muito luxo, bons tecidos, ouro, prata muitos súditos e muita riqueza.

Conta a lenda que certa vez, em um de seus passeios fora do castelo, Tata Mulambo também conhecida como Molambo, conheceu um camponês por quem se apaixonou à primeira vista e iludida com aquele sentimento tão grande, deixou o seu reino para procurá-lo, levando parte de sua riqueza pois, acreditava poder ser feliz ao seu lado.


Ela o procurou nas ruas, nos bares, nas praças, cabarés, mas não o encontrou.

POMBA GIRA MARIA MULAMBODe rainha, passou à mulambo, se entregou à bebida, aos farrapos e à prostituição. suas vestes de rainha rasgaram-se ao longo do tempo pelas suas caminhadas, seu ouro foi roubado e as jóias foram trocadas por bebida até que um dia, foi encontrada morta.

Desorientada pelos caminhos que havia seguido até então, queria se vingar daquele homem que mesmo sem saber, era o único culpado pela sua desgraça e o encontrou recolhido em seu lar junto de sua família.

A lenda diz que Tata Mulambo havia matado três pessoas antes de desencarnar, mas essa grande Pombo Gira, depois de sua morte, voltou e matou o pobre homem, sua esposa e seu filho de 07 meses.


As Características dessa Pomba Gira Tata Mulambo- Pomba Gira Maria Mulambo costuma chegar quase sempre muito bela, feminina, amável, deslumbrante, sedutora, charmosa. Ela gosta das bebidas bem suaves tais como: Vinhos doces, licores, cidra, champanhe, anis, etc.

Pomba Gira Maria Mulambo gosta também: cigarros e cigarrilhas de boa qualidade, assim como também lhe atrai o luxo, o brilho e o destaque. Usa sempre muitos colares, anéis, brincos, pulseiras, etc.

Veja a Oferenda de Maria Padilha e Maria Mulambo.


PONTOS NA UMBANDA DE PADILHA, MULAMBO E CIGANA


Não esqueça de ajudar o site e nosso canal do YouTube a crescer cada vez mais, é só dar um gostei ou compartilhar para todos nossos irmão da religião da Umbanda e do Candomblé!

MAÇÃ DA BRUXA: PODEROSO FILTRO DE SEDUÇÃO

Dica da Bruxa: Maçã da Bruxa poderoso filtro de sedução.
MAÇÃ

Sementes de maçã misturadas com um pouco de mel e colocadas dentro do seu perfume predileto, torna-se poderoso filtro de sedução.

Suas cascas, colocadas no sereno durante a Lua crescente, tornam-se poderosos condutor de sexualidade,
principalmente se transformadas em amuletos.

Lambuze suas velas em suco fresco de maçã quando estiver realizando um encantamento amoroso.

Segure uma maçã até que ela fique completamente aquecida pelo calor de suas mãos enquanto visualiza fortemente o que deseja.
Deixe-a uma noite no sereno e coma-a antes do nascer do Sol.

Ajuda a combater problemas cardíacos, auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer como, por exemplo, de cólon e de mama. A maçã possui antioxidantes que proporcionam uma capacidade respiratória maior, ajuda a combater problemas pulmonares, protegendo os pulmões principalmente dos fumantes.

Possui ainda uma propriedade adstringente excelente para a garganta e cordas vocais. É ótima para regular o intestino, evita problemas do sistema nervoso, retarda o processo de envelhecimento. Contém fósforo, que contribui para a formação de ossos e dentes, ferro, que é importante na formação do sangue e ajuda na digestão.

Uma boa dica para quem está fazendo dieta é que a maçã é um excelente alimento para ser incluído no cardápio, pois sacia a fome e ainda deixa a pele mais bonita e saudável.


quarta-feira, 9 de abril de 2014

AS VELAS:


AS VELAS!

A vela é, com certeza, um dos símbolos mais representativos da Umbanda.
Ela está presente no Congá, nos Pontos Riscados, nas oferendas e
em quase todos os trabalhos de magia.
Quando um umbandista acende uma vela, mal sabe que está abrindo para sua mente uma porta interdimensional, onde sua mente consciente nem
sonha com a força de seus poderes mentais.
A vela funciona na mente das pessoas como um código mental.
Os estímulos visuais captados pela luz da chama da vela acendem, na
verdade, a fogueira interior de cada um, despertando a lembrança de um
passado muito distante, onde seus ancestrais, sentados ao redor do fogo,
tomavam decisões que mudariam o curso de suas vidas.
A vela desperta nas pessoas que acreditam em sua força mágica uma forte sensação de poder. Ela funciona como uma alavanca psíquica,
despertando os poderes extra-sensoriais em estado latente.
Uma das várias razões da influência mística da vela na psique das pessoas,
é a sensação de que ela, através de sua chama, parece ter vida própria.
Embora, na verdade, saibamos, através do ocultismo, que o fogo possui
uma energia conhecida como espíritos do fogo ou salamandras.
Muitos umbandistas, acendem velas para seus Guias de forma automática,
num ritual mecânico, sem nenhuma concentração.
É preciso muita concentração e respeito ao acender uma vela,
pois a energia emitida pela mente do médium irá englobar a energia do fogo
e, juntas, irão vibrar no espaço cósmico, para atender a razão da
queima dessa vela.
Sabemos que a vida gera calor e que a morte traz o frio.
Sendo a chama da vela cheia de calor, ela tem um amplo sentido de vida, despertando nas pessoas a esperança, a fé e o amor.
No ritual da magia, o mago entra em contato com seu mundo inconsciente, depositário de suas forças mentais, onde irão ser utilizadas para que
alcancem seus propósitos iniciais.
Qualquer pessoa que acender uma vela, com fé, está nesse momento
realizando um ritual mágico e, conseqüentemente, está sendo um mago.
Se uma pessoa usa suas forças mentais com a ajuda da magia das velas,
no sentido de ajudar alguém, irá receber em troca uma energia positiva;
mas, se inverter o fluxo das energias psíquicas, utilizando-as para prejudicar qualquer pessoa, o retorno será infalível, e as energias de retorno são
sempre mais fortes, pois voltam acrescidas da energia de quem as recebeu.
Infeliz daquele que, na ânsia de destruir seus inimigos, acendem velas com formatos de sapo, de diabo, de caveira, de caixão, etc.,
assumindo um terrível compromisso cármico com os senhores do destino.
Todos os nossos pensamentos, palavras e atos estão sendo gravados
em nosso inconciente e ninguém fica impune junto à justiça divina.
Voltaremos ao planeta Terra, quantas encarnações forem precisas,
para expiar nossas dívidas com o passado.
Por outro lado, feliz daquele que lembra de acender uma vela com o
coração cheio de amor para o anjo da guarda de seu inimigo,
perdoando-o por sua insensatez, pois irá criar ao seu redor um campo
vibratório de harmonia cósmica, elevando suas vibrações superiores.
Ao acender velas para as almas, para o anjo da guarda, os pretos-velhos,
caboclos, para a firmeza de pontos, Congá, para um santo de sua preferência
ou como oferenda aos Orixás, é importante que o umbandista saiba que,
a vela é muito mais para quem acende, do que para quem está sendo acesa,
tendo a mesma conotação do provérbio popular que diz:
"A mão de quem dá uma flor, fica mais perfumada do que a de quem a recebe."
A intenção de acender uma vela gera uma energia
mental no cérebro da pessoa. Essa energia é que a entidade espiritual,
irá captar em seu campo vibratório.
Assim, a quantidade de velas não influirá no valor do trabalho;
a influencia se fará diretamente na mente da pessoa que está
acendendo as velas, no sentido de aumentar ou não o grau da intenção.
Desta forma, é inútil acreditar que podemos comprar favores de uma
entidade negociando com uma maior ou menor de velas acesas.
Os espíritos captam em primeiro lugar as vibrações de nossos sentimentos,
quer acendamos velas ou não.
Daí ser melhor ouvir uma das máximas de Jesus que diz:
“Antes de fazer sua oferenda, procure conciliar-se com seu irmão.”
Não é conveniente, ao encontrar uma vela acesa no portão do cemitério,
nas encruzilhadas, embaixo de uma árvore, ao lado de uma oferenda,
apagá-la por brincadeira ou por outra razão.
Devemos respeitar a fé das pessoas.
Quem assim o cometer, deve ter em mente, que poderá acarretar
sérios problemas com esta atitude, de ordem espiritual,
precisamos respeitar o sentimento de religiosidade das pessoas,
principalmente quando acender uma vela faz parte desse sentimento.

VELAS QUEBRADAS OU USADAS
Nos trabalhos de Umbanda existe uma grande
preocupação com o uso de velas virgens, ou que não estejam quebradas.
A vela virgem esta isenta da magnetização de uma vela usada anteriormente evitando assim um choque de energias, que geralmente anula
o efeito do trabalho de magia.
No caso da vela quebrada acredita-se que um trabalho
perfeito precisa de instrumentos perfeitos. Se o trabalho obtiver sucesso,
o detalhe da vela quebrada não será notado: mas, se falhar, será tido como principal fator de seu fracasso o fato de a vela estar quebrada.

FÓSFORO OU ISQUEIRO
Em muitos Terreiros, existe uma recomendação, para só se acenderem
velas com palitos de fósforos, evitando acendê-las com isqueiro
ou em outra vela acesa.
Normalmente, os Terreiros fazem uso de pólvora, chamada de fundanga,
nos trabalhos de descarrego.
O enxofre que a pólvora contém, também está presente nos palitos de fósforo.
Ao entrar em combustão, a chama repentina, dentro de um ambiente místico, provoca uma reação psicológica muito eficiente, além de alterar
momentaneamente a atmosfera ao seu redor,
devido à sua composição química, em contato com o ar.
A mente do médium capta essas vibrações, que funciona como um
comando mental, autorizando-a a aumentar seu próprio campo vibratório, promovendo desta forma uma limpeza psíquica no ambiente.
Não é a pólvora que faz a limpeza, mas a mente do médium,
se ele conseguir ativá-la, para este fim.

VELA DE SETE DIAS
Na Umbanda, alguns médiuns ficam em dúvida sobre se a vela
de sete dias, tem a mesma eficiência de sete velas normais.
Sabemos de acordo com a psicologia, que um comportamento pode
ser modificado através do reforço.
No fato de se acender uma vela isoladamente não há nenhum tipo de
reforço que se baseia na repetição.
Assim, ao acender uma vela durante sete dias, as pessoas são
reforçadas diariamente em sua fé e, repetindo os pedidos,
dentro desse ritual de magia, ficam realmente com maiores
probabilidades de despertar a própria mente e alcançar os seus propósitos.

MEDITAÇÃO
Para trabalhos de meditação o uso das velas é excelente pois,
além da diminuição dos estímulos visuais na semi-escuridão, força a atenção
para a chama da vela, aumentando a capacidade de concentração.
O contraste do claro-escuro, contribui para lembrar as pessoas da
necessidade de uma iluminação interior.

CORES
Na Umbanda, o uso da vela branca é o mais freqüente, devido à sua
representação como símbolo da pureza.
A cor branca na Umbanda é a cor de Oxalá. Daí a razão do uso de velas
brancas na maioria dos rituais de magia, dentro da associação da pureza/Oxalá.

LEMBRETES:
Não recomendamos aos Umbandistas fazerem velas com restos de
outras velas, seja qual for o motivo, pois as conseqüências são imprevisíveis.
Com a magia não devemos nos arriscar; ou temos certeza, ou não a realizamos.
Os restos de velas estão impregnados das energias mentais de quem as acendeu. Aproveitar esses restos é o mesmo que querer aproveitar os restos dessas energias; como não sabemos com qual intenção as velas foram acesas,
haverá fatalmente um choque entre diversas energias.

CONSELHOS ÚTEIS A RESPEITO DAS VELAS!
Se precisar apagar a vela que esteja sendo usada ritualisticamente,
JAMAIS o faça soprando a vela;
velas de ritual só podem ser apagadas com abafador ou com os dedos,
jamais sopre essas velas.
A vela deve ser muito bem fixada, se não tiver uma base grande.
Especialmente no caso das cilíndricas, é
importante fixá-las, para que não caiam;
assim, use a cêra dela mesma para fixar, mesmo que esteja em candelabro. Dependendo do tamanho, é interessante colocá-la dentro de um copo
ou de um vidro refratário, COM UM POUQUINHO D’ÁGUA NO FUNDO,
para que a parafina não grude: havendo água no fundo (só um pouco),
o que sobrar da parafina sai inteiro, sem grudar, mas sem água você só vai conseguir limpar o copo com água fervendo, porque gruda mesmo.
No comércio, há vidros especiais para velas de sete dias e outros tipos.
Às vezes acontece (com qualquer tipo de vela) que, à medida em que ela vai
se consumindo a parte já queimada do pavio vai se acumulando
junto à chama, fazendo com que esta vá ficando muito forte e intensa,
o que faz a vela queimar depressa demais e se esparramar, por isso é aconselhável, quando isso acontecer, cortar com uma tesoura essa
parte preta do pavio já queimado.
Por precaução, especialmente nas atividades que vão requerer várias velas simultaneamente, é recomendável que se disponha de meios
para enfrentar alguma provável emergência.
Assim, aconselha-se que sempre se possa dispor de água suficiente para
alguma eventualidade, ou então uma maneira rápida de abafar.
As velas de boa qualidade não podem ser tortas, terem rachaduras,
bolhas e nem pavio muito fino, se possível as velas tem de vir dentro de
caixas e não soltas como as de quilo;
as velas de quilos elas ficam expostas ao vento e as mãos alheias, estão
sempre machucadas, como são velas que não passam por um padrão
de qualidade elas podem conter materias impróprio pra combustão,
assim como pode ter bolhas internas invisíveis a olhos nu.
Os materias empregados são em geral anilina ou giz-de-cêra,
o giz-de-cêra, dá a cor desejada, porém influi seriamente na combustão da parafina, quanto mais próximo da transparência,
mais haverá pureza na parafina, portanto dêem preferência às velas com a intensidade de cor mais amena (digamos mais pálidas),
as velas que tem cores fortes deve-se verificar o pavio.
Velas que não acende prontamente - JOGUE FORA A VELA,
ELA NÃO PRESTA, É UMA VELA VELHA QUE FICOU EXPOSTA
MUITO TEMPO A SUJEIRAS.
Procure sempre pensar na segurança em primeiro lugar, nunca deixe crianças manusear velas acesas ou fósforos, nunca coloque as velas sobre
ou próximos de objetos comburentes como madeira, panos e botijões de gás,
nunca acenda uma vela e saia de casa pois nunca sabemos se um acidente poderá ocorrer.
Chegaremos em um momento na Umbanda que o homem deverá estar
plenamente consciente de que sua força mental é a sua grande aliada e nunca
a sua inimiga. Deverá libertar-se gradativamente dos valores exteriores
criados por sua mente e valorizar-se mais. Seu grande desafio é superar a si mesmo. Em vez de acender uma vela, deverá acender sua chama interior
e tornar-se um iluminado e, com o brilho dessa chama sagrada,
mostrar o caminho aos seus irmãos.

Fonte: Livro A Umbanda do III Milênio, Túlio Alves Ferreira, Editora Pensamento.


terça-feira, 8 de abril de 2014

8 DE ABRIL DIA INTERNACIONAL DOS CIGANOS:


Dia 8 de Abril comemora-se o Dia Internacional dos Ciganos (International Roma Day).
Uma ocasião que pretende dar visibilidade à presença das comunidades ciganas em todo o mundo.


Esta data, à semelhança da bandeira e do hino ciganos, foi oficializada no primeiro Congresso Mundial Roma/Cigano que teve lugar em Londres em 1971, tendo hoje grande difusão no espaço europeu e mundial, sendo formalmente aceite pela grande maioria das Associações e ONG’s das comunidades ciganas.

A celebração do Dia Internacional dos Ciganos tornou-se desde os últimos anos uma importante ocasião para o reconhecimento internacional dos Ciganos/Roma, da sua história, língua e cultura. Apesar desta ser uma data relativamente desconhecida para a grande maioria das pessoas, hoje é celebrada em diversos países dos cinco continentes como uma chamada de atenção para a discriminação que em muitas ocasiões estas comunidades são alvo.



Em 2000 o então Papa João Paulo II contribuiu também para a difusão do 8 de Abril com uma audiência na Praça de S. Pedro a diversas organizações ciganas, tendo solicitado mais respeito e apoio a estas populações. Em 2002 o dia 8 de Abril adoptou uma vistosa celebração, chamada Cerimónia do Rio, em que as organizações ciganas se reuniram junto aos principais rios de todo o mundo para lançar flores e acender velas em memória dos seus antepassados e das vítimas ciganas do Holocausto Nazi.

As populações ciganas perfazem, hoje, cerca de 10 milhões de pessoas em todo o mundo. Na Europa constituem a minoria étnica mais importante e numerosa com cerca de 8 milhões de pessoas. Em Portugal estima-se que vivam cerca de 40 mil portugueses de etnia cigana e ainda um número indeterminado de ciganos (Rom) oriundos da Europa Central e de Leste.

O Dia Nacional do Cigano é comemorado oficialmente no Brasil no dia 24 de maio. Foi comemorado pela primeira vez em 24/05/07, com uma programação especial da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). Como parte da programação, foi lançado o carimbo e o selo cigano, pelas Empresas Brasileiras de Correios e Telégrafos (ECT), em homenagem ao fato histórico da participação do povo cigano na facilitação das comunicações. Também foi feito o anúncio da Cartilha de Direitos da Etnia Cigana, por meio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. O povo cigano inclui os Roms, Sintos e Calons, todos originados de um povo nômade oriundo do norte da Índia.

O Dia Nacional do Cigano foi instituído em 25 de maio de 2006 por meio de decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em reconhecimento à contribuição da etnia cigana na formação da história e da identidade cultural brasileira. No calendário cigano, o dia 24 de maio é dedicado a Santa Sara Kali, padroeira dos povos ciganos.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

OS MAGOS DA NATUREZA:



Nos tempos em que o homem começava seu caminho para tornar-se um ser civilizado, aprendendo a viver em comunidades cada vez maiores, na Europa, um grupo diferente de pessoas desbravou as florestas e se refugiou nas encostas das montanhas. Eram temidos pelos homens de sua época, que, assustados, preferiam respeitar seus costumes estranhos a entrar num conflito inútil. Como os índios das Américas, eles viviam em total comunhão com a natureza. Respeitavam os ciclos de germinação e colheita, adaptando-se às mudanças climáticas. Protegidos dos homens de seu tempo pelas brumas que estranhamente brotavam do solo, faziam seus rituais cercados de mistério e força mística. Rodeando uma grande fogueira, comemoravam a chegada de cada nova estação, numa festa regada a elixires feitos de ervas. Dessa maneira, saudavam o renascimento da vida. Desenvolveram poderes paranormais e com maestria manipulavam raízes e folhas, obtendo resultados fantásticos, inclusive o prolongamento da vida, que naquela época, com sorte, iria até os trinta anos. Na Idade Média, os aldeões, temerosos dos desmandos dos senhores feudais e da Igreja, procuraram abrigo nas florestas e receberam auxilio desse povo, que preferia ler as mensagens trazidas pelos animais ou pelo oráculo das pedras, a aproximar-se de homens estranhos. Os druidas e druidesas desenvolveram um severo código de honra, baseado nos ensinamentos de seus ancestrais, pois sabiam que quanto maior o poder, maiores as responsabilidades. Dessa forma, assistiram a guerras e destruição de pequenas cidades circunvizinhas, alheios às oscilações de soberania dos seus contemporâneos. Somente revidavam quando algum intruso se atrevia a penetrar em seus domínios. Respeitavam o sacerdote encarnado como representante das forças sutis e enviado na Terra pelo Mentor de toda magia, conhecido como Mago Merlin ( Merlin, como toda grande alma, não encarna totalmente. Raios da sua consciência se acoplam em determinados momentos encantatórios). As entidades multifacetadas originarias de Procyon (Procyon é a Alpha da Constelação do Cão Menor) usavam das aberturas astrais feitas pelo desenvolvimento das faculdades paranormais dos druidas e druidesas para entrar em contato com a Terra. Na antiguidade já haviam se aproximado do planeta inúmeras vezes, mas a infantilidade dos habitantes não permitia sua acoplagem. Na Idade Média, para aliviar a dor dos desfavorecidos da sorte, magos e bruxas saíram dessas comunidades secretas e partiram para a Europa, infiltrando-se na sociedade. Eram curandeiros e curandeiras que serviam ao próximo com seus poderes mediúnicos. No entanto, é preciso entender que muitas das regras que coordenam a vida na Terceira Dimensão são diferentes em outras esferas astrais. O livre-arbítrio, tão conhecido e discutido, volta aqui a ter um papel predominante na história dos magos e druidas. Os seres de Procyon, filhos dos Anjos Caídos (Anjos Caídos...diz-se que a criação do Universo Manifesto aconteceu devido à interferência de incríveis potencias espirituais que se desligaram do Espírito Imanifesto para tentar sua própria criação) e conhecedores de seus imensos poderes, começaram a manipular as mentes insanas dos governantes dos feudos, tentando suavizar os castigos que estes impingiam aos aldeões. Na tentativa de aliviar a dor e o sofrimento causados pelas terríveis condições de vida, ocasionaram mal maior, interferindo na Lei de Causa e Efeito, pois as pessoas que deveriam viver determinadas situações de dor foram desviadas de seus acertos de contas. Os magos tiveram então que assumir para si o Karma de muitos seres. Embarcaram dessa maneira na roda de Samsara e, como outros viajantes espaciais, viram-se aprisionados à eterna cadeia de nascimentos e mortes. Os seres de Procyon, juntamente com Satã (Satã... diz-se também que Satã era o mais belo príncipe entre todos os outros anjos, e também o mais inteligente e poderoso), no princípio dos tempos começaram a criação da humanidade material. Aventureiros e energicamente ligados à fonte da vida, trabalharam na criação da parte densa dos seres ainda não nascidos. Devemos dizer que, sem ajuda dos satânicos, o Universo Manifestado na Terceira Dimensão jamais existiria. As diversas constelações, habitadas por incontáveis formas de vida e inteligências, precisaram se associar aos dissidentes da Ordem Cósmica para criar vida física. Sabiam que sem a mente ligada a manifestações inferiores, como orgulho, desejo, etc. as sublimes inteligências espaciais não conseguiriam criar um universo denso. Desertores ou não, em última análise, não existe nada que não seja Deus. O jogo divino usou de todos os artifícios para o homem caminhar para sua auto- realização. Procyon e seus magos druidas dessa maneira tentavam novamente fazer as coisas a seu modo, e nas mentes multifacetadas dos gigantes cósmicos não havia limites entre o certo e o errado. Ajudar aquele que sofria era o suficiente para eles. Penetraram por meio dos alunos de Merlin no campo astral e fizeram os ajustes que julgavam necessários, desviando assim o curso natural da história de cada um. No entanto, experiências difíceis muitas vezes são os melhores remédios para o crescimento saudável.

Usamos este capitulo para abordar valores que para os encarnados são altamente discutíveis. As experiências de alegria e dor são lados opostos que margeiam o mesmo rio, onde acertar e errar fazem parte do mesmo aprendizado. Viver e morrer não são traumas para o espírito, para se descobrir isso, esses seres tão evoluídos encarnaram. Esse povo que viveu nas florestas da Europa veio para equilibrar o domínio dos andromedinos, que trouxeram aos gregos e romanos somente a luz, constituindo uma única faceta da verdade. A busca do equilíbrio, portanto, era absolutamente necessária. O amor de Deus, ensinam os Mentores, está em nos permitir viver nossas próprias escolhas. Chamamos Nuinn (curiosamente, um certo "Nuinn" também protagoniza o Livro dos Druidas), um aprendiz de feiticeiro, para contar sua história entre o povo druida.



"Nasci em meio aos gigantescos carvalhos. Como pássaros no céu, meu povo escolheu viver em árvores para manter-se longe dos bárbaros, que vez por outra cortavam a floresta em busca de caça. Nessa região abundavam os pequenos riachos e corredeiras que nos davam água, peixes, animais e frutas silvestres. As crianças ficavam sob os cuidados dos velhos, que já não saiam mais em busca de alimentos como faziam no passado e, nesta saudável convivência com os avós, tinham as primeiras lições de respeito à sabedoria dos antigos. Meu avô, apesar da idade avançada, continuava suas excursões pela floresta me levando junto para ajudar nas pequenas tarefas. Aprendi a subir em árvores e escalar encostas em busca de alguma poderosa erva, ouvindo suas inúmeras histórias. Meu sonho era conhecer as terras do rei Arthur, onde os Cavaleiros da Távola Redonda viveram. O poder e a honra fascinaram e nortearam meu povo. O companheirismo e a magia, na eterna luta do bem contra o mal, encantavam nossas reuniões em volta da fogueira. Contavam a lenda que o amor impossível do cavaleiro Lancelot pela bela Gnever causou a maior luta de todos os tempos. Será que este povo realmente existiu? Costumava me perguntar. Meu avô dizia que, no princípio dos tempos, quando a magia e a realidade se mesclavam, feiticeiros e monstros dividiam a terra com os seres humanos.



A lenda contada era assim: Merlin, um gigante espiritual, acoplou-se ao rei que iria governar a Terra, conferindo-lhe a espiritualidade e seu poderoso ego. Arthur, como ficou conhecido, tinha em sua estrutura o maior número de átomos do poderoso feiticeiro espiritual, enquanto Lancelot, seu fiel primeiro cavaleiro, recebia o intelecto grandioso do mago. Não era de se espantar que eles fossem tão unidos e que toda uma Hierarquia se comprometia em auxiliar a humanidade a dar um enorme salto em direção ao espírito. Tudo corria dentro do plano concebido por Merlin, até a chegada da linda Gnever sua contra parte. Seguindo a lei universal de atração dos semelhantes, no momento em que se viram pela primeira vez, Arthur e Gnever se enamoraram. Porém, o magnífico intelecto de Merlin estava em Sir Lancelot, formando desta maneira um triangulo amoroso de dor e destruição. Iniciou-se então o drama de consciência e separação entre Arthur e Lancelot. A Terra novamente fez reviver a dualidade em que o bem e o mal travavam eterna luta pela soberania. Como Sir Lancelot era parte de Arthur, nada havia de errado no mundo espiritual, apenas na Terceira Dimensão a traição existiu. Merlin, inconformado com o rumo dos fatos, tentou interferir e redirecionar os acontecimentos, e assim se materializou como o feiticeiro que era nos mundos espirituais. As forças contrárias usaram então, de seu momento de fraqueza, quando tudo desejou controlar, e se acoplou em Morgana, sua sombra. O mago foi seduzido por si mesmo e ficou acorrentado aos mundos inferiores. Longe de sua essência espiritual, em meio ao caos criado pelos filhos da Terceira Dimensão, a espada do poder e depositária de toda magia foi novamente devolvida às águas do desconhecido. Lancelot se recolheu à vida de cavaleiro nômade e o rei Arthur perdeu a chance de unificar os povos. Deuses transformaram-se em mortais, pois aos seres humanos é dado o direito de errar e refazer o que foi perdido.



Eu, Nuinn, continuei no mundo espiritual ensinando aos meus pupilos as lições que aprendi nas florestas junto a meu avô. Observando os caminhos da vida, o homem tem a oportunidade de recuperar sua unidade, aprender com erros e aceitar suas falhas, pois fugir dos problemas não resolve as dificuldades. Quando minha civilização optou por viver nas florestas, assumiu o Karma de não dar sua contribuição na construção de uma sociedade mais justa. Para reparar nossa omissão, ainda hoje inspiramos sensitivos nos caminhos da reciclagem espiritual. Mesmo as antigas florestas destruídas e o plano sutil impregnado por energias conflitantes, não abandonamos nossos postos. Continuamos inspirando nossos filhos a seguir o caminho da Luz.



Os magos da natureza amaram o homem e aprenderam com as suas experiências o valor da humildade e da correção. Muitas vezes desejamos a todo custo controlar uma situação, porém nossos Mentores ensinam que deixar nas mãos de Deus é a melhor solução. Faça sua parte e deixe que a consciência divina faça o resto...é a mensagem de Nuinn."



Nem toda magia será capaz de pular uma página escrita para você viver.







(Texto extraído do livro "Os filhos de Órion - A Chegada da Hierarquia da Luz" - Madras)

http://intervox.nce.ufrj.br/~claraluz/artigos/magosnat.htm

O QUE SÃO OBSESSORES E ZOMBETEIROS?





Obsessor e zombeteiro é todo Espírito encarnado ou desencarnado que mantém pensamento fixo em pessoas, ideias, situações do passado, lugares ou objetos.



Sendo assim, o pai, a mãe, o filho, o amigo, o chefe, o irmão ou uma grande paixão pode ser um obsessor. Será considerado obsessor todo espírito que enviar suas ondas-pensamento aos seus objetos de desejo e preocupação de maneira fixa. Não devemos confundir com ondas-pensamentos que tem como conteúdo da mensagem orações, embora ambas possam interferir no sistema de comunicação de quem está recebendo a mensagem. As mensagens de conteúdo obsessivo podem causar doenças psíquicas e espirituais, confusão nas mentes receptoras, além de servirem como atração magnética para outras entidades de baixa frequência, que ao identificar esta linha de comunicação entres as mentes poderá obsediar ambas as partes.

Estas distorções e interferências nas comunicações ocorrem porque os Espíritos estão imersos num turbilhão de paixões; na nossa sociedade estar apaixonado ou ter uma paixão é vista aos olhos do senso-comum como um grande motor de nossas vidas, sendo assim lícito e saudável. Esta visão encontra ressonância e é altamente apregoada na literatura, novelas, nas inocentes rodas de amigos em bares ou até nas escolas e núcleo familiares. Espiritualmente esta ação esconde na sua aura de felicidade e suposto amor um dos grandes males que assolam os espíritos em suas vidas encarnadas e desencarnadas, alimentando e maximizando o egoísmo que invariavelmente levará o desavisado a cometer aquilo que chamamos de maldade.

Como é tênue e efêmero este mar de rosas nas relações, qualquer desequilíbrio, ou seja, se uma das partes não se sentir tão amada e recompensada pela outra, ou se sentir rejeitada, pode transformar este grande amor numa relação de ódio com consequências sem controle, fartamente conhecido nos nossos processos jurídicos. A paixão pode ser considerada como a primeira e mais nociva doença que os espíritos trazem aqui para este planeta. Quando nos debruçamos de maneira mais atenta ao significado da palavra vamos verificar que ela significa perda de senso, fanatismo, fixação, obsessão, cólera, vício e até afeto dominador. Esta definição contrasta com aquilo que costumeiramente estamos habituados a entender e receber, a quem reclame da falta de paixão, a quem adoeça por não estar e estar apaixonado cometendo atrocidades em nome da paixão, sem perceber que a ação destemperada deste sentimento está diretamente ligada a causa de muitas violências na vida cotidiana.

Reforçando esta tese, no início do século XX muitos intelectuais discutiam e se indagavam se uma sociedade sã e igualitária como Freud e Marx respectivamente queria, expurgaria os crimes. Nunca houve consenso, mas esmagadora maioria concluiu que o único crime numa sociedade sã e igualitária que não se cessaria, seria o crime de paixão ou passional. Ressaltando ainda que a paixão estaria no nascedouro das causas dos homicídios, genocídios, violências de várias ordens, guerras religiosas, entre outras atrocidades cometidas pelos homens ao longo da história.

Fazendo esta mesma comparação nos textos espíritas e espiritualistas, observaremos que um Espírito que é considerado benevolente, sábio e de luz, exatamente quando este não se deixa mais levar pelas paixões e baseia toda sua conduta no amor.









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